Poupar para as épocas de dificuldades, ter estoque de comida para imprevistos, trabalhar para sustentar… são lições atemporais, que estão até em textos bíblicos.
É famosa a fábula da cigarra e da formiga, comentada inclusive aqui no blog em um texto de 2015 (link).
Hoje, trazemos uma outra perspectiva do comportamento da formiga: como nossa pedagoga. O texto é do site Cada Dia:
FORMIGA, NOSSA PEDAGOGA
“Vai ter com a formiga, ó preguiçoso…Não tendo ela chefe…no estio, prepara o seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento.” Provérbios 6.6-8
O sábio é aquele que tem os olhos abertos para contemplar a riqueza da criação de Deus e aprender com ela. O rei Salomão coloca no palco uma sábia pedagoga e nos convida a aprender com ela. A formiga é trabalhadora. Mesmo sem possuir chefe, nem oficial, nem comandante, no calor prepara seu pão e durante a colheita, ajunta o seu mantimento. A formiga sabe que no inverno não se pode trabalhar. Então, cuidadosa e previdentemente, faz seu estoque para ter em abundância no período invernal.
Ela é precavida, preventiva e provedora. Não deixa as importantes decisões da vida para a última hora. Age com antecedência e planejamento. Seu trabalho é planejado e incansável no tempo da colheita para ter provisão necessária no tempo em que não se pode trabalhar. Salomão exorta os preguiçosos a aprenderem com a formiga. Há pessoas que passam por crises e necessidades porque não são precavidas.
Vivem descuidadamente. Não gostam de trabalhar. Não planejam nem saem a campo para ganhar o pão de cada dia e fazer uma poupança para os tempos de dificuldades. A formiga não fez um curso de gestão nem tem diploma de Economia, mas se apresenta como pedagoga para nos ensinar grandes e duradouras lições na área de gestão e economia. E você, tem sido proativo e provedor?”
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Boa semana!
Bom dia Guilherme,
Além da formiga há outros bons exemplos na Bíblia. Eu gosto muito da mulher virtuosa do livro de Provérbios, capítulo 31. Ele descreve uma mulher trabalhadora e administradora dos recursos e das necessidades da família. Acho que cabe aos homens também.
Excelentes exemplos, Márcia!