[Guest post] Vale a pena implementar um sistema de geração de energia solar para economizar com a conta de luz?

O texto de hoje novamente tem a colaboração de mais um dos qualificados leitores que compõem a audiência do blog Valores Reais.

Trazendo um tema inédito ao blog, o leitor Evandro Luiz comenta sobre as vantagens e desvantagens da implementação de um sistema residencial de geração de energia solar, frente aos possíveis custos de oportunidade que se teria, se o dinheiro, usado para a montagem do sistema de energia renovável, fosse usado para investimentos no Tesouro SELIC.

Afinal de contas, a longo prazo, a economia com a conta de luz, proporcionada pela geração de energia solar, compensa? Qual seria o prazo médio de retorno desse investimento?

Na blogosfera financeira, temos um artigo excelente do meu amigo Valdemar, em que ele comenta das vantagens da implementação do sistema de energia solar na casa dele (post aqui).

Boa leitura!

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“A principal motivação para escrever este artigo foi comparar o investimento de uma família na compra de um kit para geração de energia elétrica fotovoltaica, na região de Campinas, com outra que decide manter o seu dinheiro investido no Tesouro Selic.

Não é foco deste artigo: a valorização do imóvel após a instalação do sistema fotovoltaico, comparação com outros índices do sistema financeiro e ganhos com geração de energia elétrica para áreas comuns de condomínios.

  • Análise de Investimento no Sistema de Geração Fotovoltaico

Inicialmente foram realizados orçamentos para instalação de um sistema fotovoltaico que atenderia uma família de quatro pessoas na região de Campinas. Todos os vendedores consultados relataram que um sistema com potência 3,3 kWp[1] (quilowatt pico) é o mais usual para esta configuração familiar.

Segundo o simulador disponível no site Portal Solar, o custo final do sistema de energía solar de 3,3 kWp instalado está em torno de R$ 20.000,00[2] e os 3,3 kWp geram, em média, na região de Campinas 370 kWh/mês.

           É interessante enfatizar que este é um valor médio de produção de energia elétrica por mês para esta região do país. Haverá meses nos quais o sistema produzirá mais  e meses nos quais o sistema produzirá menos, a produção está correlacionada com diversos fatores, incluindo a radiação solar na região.

Para calcular o retorno financeiro mensal foi  utilizada a tarifa de R$ 0,62 kWh[3], a qual vem sendo a praticada CPFL Paulista no mês de junho de 2019. Com isto o retorno médio de um sistema de produção fotovoltaica é de R$ 229,40/mês.

No cálculo de rentabilidade foi dividido o valor de R$ 229,40/mês pelo valor do investimento inicial de R$ 20.000,00. Deste modo a  rentabilidade média é de 1,15% a.m.

Vale salientar que as placas de geração de energia fotovoltaica tem um prazo de validade de 25 anos, após isto ocorre uma redução na capacidade de gerar energia, ou seja, a rentabilidade de 1,15% a.m. após este tempo será reduzida.

Também deve ser analisada a perda de liquidez do valor investido, pois a partir do momento no qual é realizado a decisão de compra de um sistema de geração de energia fotovoltaica, somente seria possível a utilização do capital investido com a venda do imóvel, já que o mercado de vendas de kits de instalação usados é muito pequeno.

  • Análise do Investimento do Tesouro Selic.

Atualmente vivemos no mais longo período de taxa básica de juros abaixo de dois dígitos. Hoje a taxa Selic está 6,5% ao ano, a qual, convertida para taxas mensais, seria o equivalente a 0,52% a.m.

Para aplicações no Tesouro Selic ainda há a incidência de imposto de renda sobre ganhos de capital. Para efeito deste artigo será considerado a menor alíquota de imposto de renda, de 15%, a qual é possível após 2 anos de investimento.

Deste modo, retirando o imposto de  renda de 15% sobre a taxa bruta de 0,52% a.m. tem-se em uma rentabilidade líquida de 0,44% a.m.

Vale ressaltar a vantagem da liquidez de investimento em títulos do Tesouro Direto. Resgates solicitados até às 18h, estarão disponíveis na conta da corretora no dia útil posterior (D+1).

  • Tempo de retorno do investimento

O gráfico abaixo compara a rentabilidade de duas famílias durante 10 anos sendo:

  • A  família Azul, a qual decidiu manter seu dinheiro no Tesouro Selic, ou seja, começa com R$ 20 mil aplicados;
  • A família Vermelha, a qual decidiu comprar um sistema de geração de energia solar, a qual tem um gasto inicial de R$ 20 mil, e, portanto, inicia o horizonte de investimento com saldo zero, mas que, em contrapartida, ganha (através da economia em energia elétrica) cerca de R$ 229,40 por mês com o uso da energia solar.

A família Azul optou no momento zero por manter os seus R$ 20.000,00 no Tesouro Selic a uma taxa líquida de 0,44% a.m.

A família Vermelha no momento zero decidiu comprar um sistema de geração de energia fotovoltaica. No primeiro mês como não há o desembolso  dos R$ 229,40  referente a sua conta de luz, a família Vermelha decide fazer aportes deste valor no Tesouro Selic  e assim sucessivamente nos demais meses.

Para a família Vermelha, que optou pela compra do sistema solar, foi aplicado um índice de inflação para corrigir a conta de luz no início de cada ano. O índice de reajuste adotado foi o centro para a meta de inflação do governo para 2019, que é de 4,0%.

Este valor foi escolhido pois se IPCA ficar no centro da meta, o governo tende a manter a mesma taxa básica de juros no decorrer dos anos.

Com os dados acima, a família Vermelha, que optou pelo sistema solar, terá um capital maior que a família Azul após 7 anos e 11 meses, e no início do décimo ano a família Azul teria uma capital de R$ 33.871,50, enquanto a família Vermelha teria um capital de R$ 42.821,20.

Conclusão

Apesar da perda de liquidez durante um período, caso uma família não precisar dos recursos durante aproximadamente 8 anos, haverá uma vantagem financeira na instalação de um kit de energia solar.

Na  simulação apresentada, a família Vermelha se  beneficiou dos aportes constantes, o que no longo prazo potencializaram os rendimentos de forma exponencial.

O índice de correção anual da conta de luz foi simulado conforme a inflação, porém alterações deste índice, também pode influenciar os aportes realizados pela família Vermelha, tal qual, a necessidade de acionamento da bandeira verde, amarela ou vermelha.

Finalmente, para uma família que está analisando a compra de um sistema de geração de energia elétrica fotovoltaica sugere-se realizar orçamentos na sua região e com uma certa periodicidade, pois é provável a queda do preço devido aos avanços nos processos de fabricação dos componentes.

Fontes: EvoSol, CPFL Paulista, Portal Solar, Tesouro Direto, Banco Central, Envo.

#energiasolar; #investimento; #energiafotovoltaica; #evosol; #energia; #tesouroselic


[1] Fonte Portal Solar, EvoSol e Envo

[2] Em pesquisa realizada pelo autor em junho de 2019 foram encontrados orçamentos entre R$ 16.0000,00 e R$ 20.000,00. Foi mantido o valor do site Portal Solar por facilitar a consulta no âmbito nacional.

[3]Soma da Tarifa de Utilização de Serviços de Transmissão (TUSD) = 0,29527608 com a Tarifa de Energia (TE) = 0,33441718 da CPFL Paulista em junho de 2019.

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Sobre o autor: Evandro Luiz é formado em Administração de Empresas na FSA e pós graduado em Economia Financeira na Unicamp, tem 25 anos de experiência na indústria petroquímica, e um estudante do mercado financeiro nas horas vagas.”


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30 Responses to [Guest post] Vale a pena implementar um sistema de geração de energia solar para economizar com a conta de luz?

  1. Felipe 8 de julho de 2019 at 0:41 #

    Na análise, faltou subtrair da conta de luz R$ 229,40/mês (370Kwh/Mês x R$ 0,62 kWh) o valor da fatura mínima da CPFL que gira em torno de R$50 reais/mês a R$65 reais/mês ( a depender do padrão da ligação), sendo assim, a família vermelha poderia fazer aportes em torno de R$ 180 reais/mês aproximadamente. Pois mesmo gerando toda a energia consumida no mês, ainda deve-se pagar a “franquia” mínima” com os impostos ( Pis/Cofins,ICMS e afins). O que faz com que o ROI para a energia solar demore um pouco mais para acontecer. De qualquer forma, a inflação da energia elétrica mostra-se muito superior ao IPCA, portanto essa diferença pode ser minimizada em relação a “franquia mínima”.

    Aproveitando o assunto, um outro cuidado a se considerar é o risco do sistema solar em relação manutenção não programada do mesmo em caso de queima/problemas. Em caso de manutenção como a queima de um inversor ou algo similar, o conserto para reparo pode postergar muito o ROI, algo que acontece com o dinheiro no Tesouro Direto.
    Minha opinião é que olhando apenas o lado financeiro o ROI para um sistema solar ainda está na faixa dos 8 a 12 anos, o que afasta muito os consumidores, mas que a tendência realmente é diminuir os preços e tornar mais vantajoso. Apenas precisa-se ficar atento as novas regras para a geração distribuída que está em processo de implantação.
    Abraços
    Felipe

    • Sandro 10 de julho de 2019 at 10:26 #

      Se você instala um sistema desses, você calcula para a sua média se manter acima da franquia mínima ou que a sua geração máxima fique abaixo da potência máxima para ficar no pagamento mínimo da concessionária. Não faz sentido você ter capacidade para gerar 100% da sua necessidade e continuar pagando o mínimo.

  2. Evandro 8 de julho de 2019 at 1:39 #

    Felipe,

    Você está correto quanto a cobrança da franquia minima da CPFL.

    Nas consultas que executei um sistema de 3,3kWp, é o mais recomendado para familia de 4 pessoas pois, em média, não supre 100% da necessidade de energia elétrica.

    A familia vermelha não deixará de pagar a conta de energia elétrica, porém economizará os R$ 229,40/mês.

    Por este motivo a franquia mínima foi desconsiderada do cálculo, pois a fámilia vermelha somente terá uma redução na sua conta de luz, e não a ausencia de conta de luz.

    Obrigado pelas demais observações quanto a manutenção do sistema e as novas regras de distribuição que relamente podem alterar a curva de retorno do investimento.

  3. Valdemar Engroff 8 de julho de 2019 at 8:51 #

    Buenos dias! Quando resolvemos instalar o sistema fotovoltaico em nosso rancho (residência) não fizemos a comparação entre este com produtos financeiros.

    Mas o sistema instalado nos enche de satisfação quando vem a conta de luz. Hoje vence a conta do Mês anterior – R$ 46,00. E se não fosse o sistema, pagaríamos por volta de R$ 450,00.

    E já estamos direcionando créditos para duas famílias do grupo familiar: para a “nona” Lourdes, no percentual de 35% e para a filha Bibiane, com 65% de créditos – ambas com este percentual abatido em suas próprias contas de energia.

    Mas para isso acontecer (redirecionar créditos de energia produzida pelo sistema), a concessionária precisa ser a mesma. No caso – a CEEE (Cia Estadual de Energia Elétrica/RS).

    • Evandro 8 de julho de 2019 at 15:56 #

      Valdemar,

      Primeiramente devo lhe parabenizar pois você foi um dos pioneiros na instalação e na análise de financiamento para a produção de energia solar.

      E muito bom saber que você hoje está utilizando os créditos para ajudar os outros membros da família.

      Um forte abraço

  4. ricardo-adamantina 8 de julho de 2019 at 8:54 #

    Bom dia.Instalei um sistema de energia solar e pelas minhas contas o valor pago por ele sera reembolsado em 6 anos mais ou menos.Mas cada caso deve ser estudado,consumo de energia,valor do equipamento,etc.Mas na minha opiniao e um investimento que compensa,pois depois de pago, desfruta-se do equipamento por mais uns 15 anos no minimo.Alem do aspecto financeiro,tem tbem o valor ecologico,produzindo sua propria energia consumida,prejudicando um pouco menos a natureza.Na minha regiao o equipamento custou 14k,8 paineis e produz 360 kW por mes.E o excedente a empresa me disse que poderei repassar p outra residencia,o que eu ainda nao comprovei.

    • Evandro 8 de julho de 2019 at 16:06 #

      Ricardo,

      No inicio da pesquisa foram orçados valores para um sistema de 3,3 kWp a partir de R$ 16.000,00, o qual teria um tempo de retorno de 6 anos e 4 meses, comparando a um investimento no tesouro Selic.

      Este excedente, como o Valdemar também pontuou em seu comentário, também me foi informado ser possível repassar para outra residencia .

      Um forte abraço,

    • Valdemar Engroff 8 de julho de 2019 at 16:10 #

      Quando o sol produz mais que o teu consumo, o sistema gera créditos e estes perdem valor apenas em cinco anos.

      Na nossa conta paga em junho, o sistema gerou a mais 108 KWA….. e este vai somando e ficando na fila dos créditos…… que poderão ser usados. No meu caso, pela minha sogra (35% do valor que vai para rateio) e da minha filha (percentual de 65% que é rateado)…..

      Ou seja, podes direcionar créditos para outra residência ou mais residências, desde que a concessionária / fornecedora de energia seja a mesma….

      No meu caso, se não consumir / ratear o excedente, este perde valor em dezembro de 2021, pois o sistema foi instalado em dezembro de 2016.

  5. Felipe Ribeiro 8 de julho de 2019 at 8:54 #

    Ótimo artigo.

    Também deve se considerar a tarifa local na análise do ROI, pois em MG estamos pagando algo em torno de R$ 1,00 o kwh, muito acima do que foi considerado no exposto.

    Um outro fator que deve ser considerado é a possibilidade de queda de custo do equipamento caso a relação R$/US$ seja mais favorável, pois haveria redução do investimento inicial.

    E também há a possibilidade de redução de custo de energia em virtude da quebra do monopólio de distribuição do GN que propiciará a redução no custo de energia elétrica.

    Pessoalmente eu não optei por instalar por ainda considerar que o prazo de ROI não é muito atrativo em minha região.

    • Evandro 8 de julho de 2019 at 16:12 #

      Felipe,

      Valeu pelos seus comentários.

      Realmente as mudanças que vem ocorrendo na regulamentação do GN podem alterar os preços da energia elétrica, principalmente quando há necessidade de acionamento das termoelétricas.

      Um forte abraço

  6. Fernando 8 de julho de 2019 at 14:41 #

    Projetei minha casa em 2013 e – ainda na fase de projeto – fiz alguns orçamentos de sistemas de geração de energia fotovoltaica. Na época os preços eram proibitivos, com retorno superior a 15 anos. De lá para cá o preço caiu bastante e já temos retornos nessa faixa de 7-8 anos. Estou começando a reavaliar a possibilidade. O artigo me fez recolocar o assunto na pauta. Obrigado pelas observações, Evandro!

    • Evandro 8 de julho de 2019 at 16:16 #

      Fernando,

      Eu que agradeço pelo seu comentário e espero que o artigo possa lhe ajudar na sua tomada decisão.

      Um forte abraço

  7. Fábio 8 de julho de 2019 at 15:11 #

    É quanto à energia eólica? Na Europa vem sendo muito utilizada. Qual seria o comparativo de custos solar x eólica para uma residência de 100m2?

    • Evandro 10 de julho de 2019 at 12:23 #

      Fabio,

      Não fiz a pesquisa a respeito de geração própria de energia por meio de energia eólica.

      Infelizmente não poderei lhe ajudar

  8. Aline 8 de julho de 2019 at 21:22 #

    Confesso que comecei a analisar a possibilidade de instalar futuramente em minha residência. Em PE o custo do kwh na última conta foi de 0,72 se não me falha a memória. Os reajustes anuais tem sido bem “salgados”, então vou começar a fazer todas as contas e pensar no caso.

    • Evandro 10 de julho de 2019 at 12:28 #

      Aline,

      Como seu kWh na sua região é mais elevado o seu ROI será menor do que o do artigo.

      No nordeste, devido a incidência solar, as placas tendem a produzir mais.

      Espero que o artigo lhe ajude na sua decisão.

  9. Paulo Abes 9 de julho de 2019 at 10:57 #

    Caso análogo ao aquecimento solar para água na minha opinião.

    Particularmente não vejo vantagens para famílias pequenas e em situações de excesso de produção de energia.

    Manutenções são necessárias e isso acaba inviabilizando o sistema nestes cenários.
    A partir do momento em que as distribuidoras comprarem o excedente o projeto tem alguma perspectiva para o consumo menores que R$ 100/mês;

    • Evandro 10 de julho de 2019 at 12:34 #

      Paulo,

      Ótima observação, caso viesse a ocorrer está mudança da concessionária comprar o excedente, haveria uma mudança significativa no mercado.

      Obrigado pelo comentário.

  10. Nildo 9 de julho de 2019 at 23:15 #

    Não colocou a manutenção. Todo painel precisa ser limpo anualmente para não perder boa parte da eficiência.

    • Valdemar Engroff 10 de julho de 2019 at 10:34 #

      Concordamos contigo Nildo….. Instalamos o projeto em dezembro de 2016. Tínhamos uma antena de TV “espinho de peixe” em cima do telhado, do lado das placas fotovoltaicas. Era um viveiro de passarinhos que são campeões em produzir resíduos, principalmente feses…. Foi feita a limpeza e tiramos a antena em abril de 2017. Logo…. estamos dois anos sem limpar….. e vamos programar uma limpeza, cujo custo não onera muito o bolso da bombacha…. O que realmente precisa ser feito é acabar com os “viveiros” de passarinhos, que no nosso caso foi uma antena de TV que não estava sendo usada….

    • Evandro 10 de julho de 2019 at 12:39 #

      Nildo,

      Vale sim a observação.

      Na pesquisa que realizei, os instaladores falaram que uma limpeza anual com um esfregão, água e sabão é o suficiente.

      Não levei em consideração por achar que o morador seria capaz de fazer está manutenção.

      Mas caso este não se sentir a vontade ou não tiver tempo para este trabalho, vale a sua observação de cotar quanto que um profissional cobraria para este serviço.

      Obrigado pela observação.

  11. Lindolfo Rodrigues 10 de julho de 2019 at 17:08 #

    Bem legal o post, tem um fator que pode contribuir para o painel solar se pagar antes:
    – Investimento em infraestrutura
    No Brasil a energia vem basicamente de hidroeletricas, qualquer problema com chuvas ligamos as usinas que gera energia com carvão por ex, além disso não temos investimento em infraestrutura eletrica – fios/equipamentos expostos, ao inves de estar embaixo da terra por ex.
    Não tenho nada além de presentimento, mas acho que esse fator pode deixar a conta de luz mais cara a longo prazo e com isso o painel solar se paga antes.

    • Evandro 11 de julho de 2019 at 8:05 #

      Lindolfo,

      Realmente caso tivermos uma combinação de elevação das tarifas de energia, com a redução do preço dos equipamentos, será cada vez mais interessante, do ponto de vista financeiro, a aquisição de um sistema de geração de energia fotovoltaico.

      Obrigado pelo seu comentário.

  12. Pedro Ferreira 11 de julho de 2019 at 18:22 #

    Excelente artigo, acompanharei os comentários.

    • Evandro 12 de julho de 2019 at 9:57 #

      Pedro,

      Realmente Pedro o diferencial do blog Valores Reais é a qualidade das pessoas que comentam cada assunto.

      Todos sempre com a intenção de colaborar.

  13. Valdemar Engroff 12 de julho de 2019 at 9:15 #

    Bom dia! Foi comentado aqui a respeito da “venda da energia excedente”….. pois ontem, no Jornal do Comércio de Porto Alegre (RS) saiu uma matéria a respeito. Será discutido na Câmara dos Deputados o projeto de lei 3381/2019, do deputado gaúcho Lucas Reidecker, que trata do assunto.

    Levamos este chasque (matéria) para o nosso sítio. Abra as porteiras clicando em https://obolsodabombacha.blogspot.com/2019/07/camara-vai-discutir-venda-de-energia.html.

    Creio que a reportagem pode trazer mais subsídios para os leitores desta matéria, dando mais clareza a dúvidas sobre este assunto…

    Bom final de semana a todos…..

    • Evandro 12 de julho de 2019 at 10:12 #

      Valdemar,

      Agradeço por trazer mais um comentario relevante sobre o assunto.

      Interessante saber que o Rio Grande do Sul está entre os três estados que mais produzem energia solar no país, e que o deputado está levando este assunto a uma discussão mais ampla, envolvendo diversos setores.

      Obrigado,

  14. Rafael 13 de julho de 2019 at 22:42 #

    Sabem dizer o custo para manutenção (limpeza) dos painéis?
    Aqui o telhado é muito alto e inclinado, não tem como eu mesmo fazer, logo esse custo precisa ser considerado.

    Além disso, estou esperando a aprovação do projeto de lei para liberação de recursos do FGTS para aquisição do sistema fotovoltaico.

    • Evandro 14 de julho de 2019 at 23:38 #

      Rafael,

      Não sei lhe dizer o quanto ficaria e as empresas que consultei para realizar o orçamento não realizam este serviço.

      Saudações,

  15. Evandro 14 de julho de 2019 at 23:47 #

    Alem disto, caso houver a liberação do FGTS e utiliza-lo para a instalação de um sistema de energia solar, será uma ótima diferença de rentabilidade.

    Vai impactar em um tempo de retorno menor que o exemplo do artigo.

    Abraços,

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