Banco do Brasil (BB) institui taxa zero para o Tesouro Direto, Clear zera a taxa de corretagem para ações, e outras novidades para os investidores

“É só quando a maré está baixa que você descobre quem estava nadando pelado” – Warren Buffett

Não pensei em frase melhor para começar o artigo de hoje do que essa famosa citação atribuída ao Oráculo de Omaha.

E por “maré baixa” não me refiro somente à taxa SELIC em seu piso histórico de 6,50% a.a., que revela com grande estridência o peso brutal dos custos dos investimentos sobre o retorno final para o investidor.

Eu me refiro também ao contexto atual do mercado brasileiro, onde temos uma conjuntura de fatores que explica o movimento dos grandes bancos de varejo de reduzir custos. E essa conjuntura abrange desde a fuga das pessoas físicas para corretoras e bancos digitais, aumento da educação financeira para uma parcela significativa de pessoas, até a crise econômica que (ainda) estamos vivendo, que limita a quantidade de investidores e de investimentos nos produtos financeiros disponíveis no mercado financeiro.

Comentemos, pois, algumas dessas novidades positivas para os investidores.

BB institui taxa zero para o Tesouro Direto, Previdência (carregamento) e Renda fixa

Eu jamais esperava que fosse publicar nessa vida a manchete acima.

De fato, se um dos maiores bancos brasileiros anuncia esse tipo de novidade, é porque o descontentamento com os custos dos investimentos na instituição devia estar lá nas alturas entre os clientes do banco, haja vista a competição com as corretoras, mas também com os outros bancos de varejo, que resolveram adotar o mesmo tipo de postura.

Descontentamento implica, por óbvio, em fuga de capital, em migração de dinheiro, que acaba indo para outras instituições. Foi mais ou menos o mesmo motivo que fez o Itaú lançar fundos imobiliários em 2010 (para estancar a sangria da fuga de clientes, que estavam tirando dinheiro dos investimentos no banco para investir, ou melhor, especular, em imóveis físicos, ajudando a criar a bolha imobiliária conhecida de todos nós) e fez também o Itaú comprar a XP recentemente (para estancar a migração dinheiro dos investidores que estavam nos produtos do banco para os produtos da XP e em outras corretoras menores).

O interessante é saber que a taxa zero não ficou restrita ao Tesouro Direto, mas também abrange as famigeradas taxas de carregamento dos planos de previdência privada PGBL e VGBL, os quais, por sinal, ainda ostentam pesadas taxas de administração, principalmente nos fundos de renda fixa.

Para quem ainda não está acostumado com a miríade de taxas em planos de previdência, há duas taxas básicas que costumam/costumavam ser cobradas: a taxa de administração, que é um valor pago ao gestor do fundo de investimento para ele administrar o capital investido; e a taxa de carregamento, que é um valor percentual pago em cima de cada aporte (carregamento de entrada) ou na saída do plano (carregamento de saída). Recentemente, a CVM permitiu que os fundos de previdência ainda cobrem uma taxa de performance, cobrada caso o fundo consiga alcançar uma rentabilidade maior que o índice de referência – por exemplo, taxa de performance de 20% sobre o que exceder o CDI.

Eu nunca vi sentido na cobrança da taxa de carregamento -, e felizmente agora ela parece estar sendo dissipada, ainda que gradualmente, do mercado brasileiro.

Resta saber se a Icatu, que é uma das líderes do setor de previdência privada, vai também aderir à onda e extinguir a taxa de carregamento que ela cobra na saída de seus fundos.

Para saber mais sobre os prós e contras dos planos de previdência, especialmente do PGBL, recomendo a leitura dos excelentes artigos do SwineOne a respeito – parte 1 e parte 2.

Houve, também, a isenção da tarifa de custódia para os produtos de renda fixa, tais como os investimentos em CRI, CRA e debêntures realizados por meio da corretora do BB.

Bradesco, Itaú e Santander também zeram a taxa para Tesouro Direto, Previdência (carregamento) e Renda fixa

Na verdade, o movimento do BB seguiu a onda dos demais grandes bancos de varejo, a saber, Bradesco, Itaú e Santander, que resolveram fazer a mesma coisa em relação aos seus próprios produtos: taxa zero para Tesouro Direto, custódia de renda fixa, e carregamento (de entrada e de saída) nos planos de previdência privada.

Essa notícia foi veiculada inclusive em propaganda comercial em horário nobre: ouvi, incidentalmente, outro dia, um comercial do Santander abordando a instituição da taxa zero de carregamento para seus produtos de previdência.

Essa onda de redução de custos operacionais sem dúvida é um ponto positivo que merece ser objeto de elogios, só que não deve parar por aí.

Há muitas outras taxas e tarifas que hoje em dia não fazem o menor sentido. Por exemplo, pagar R$ 10 para fazer um TED ou DOC, e pagar tarifa de saque, dentre outras tarifas, são coisas que eu acho que tendem a desaparecer futuramente, com o avanço das tecnologias digitais e a abertura do mercado para um maior número de concorrentes.

Além disso, os próprios fundos de investimentos geridos pelos bancos ainda são muito caros para o investidor pessoa física, principalmente nos fundos de renda fixa, de gestão passiva, que têm como objetivo acompanhar determinado índice.

Tesouro Direto: agora vale a pena investir direto no banco, no lugar da corretora?

A pergunta clássica que os leitores devem estar se perguntando é se agora não seria melhor investir em Tesouro Direto no próprio banco, já que o principal argumento para investir em corretora – redução de custos – caiu por terra.

E essa pergunta faz todo o sentido considerando que muitas pessoas têm conta em banco apenas com o pacote de serviços essenciais, de modo que cada transferência de dinheiro do banco para a corretora implica no pagamento de uma tarifa de TED ou DOC, cujo custo é extremamente salgado – em torno de R$ 10 cobrados de cada operação de transferência.

Vejam a dúvida do leitor Evandro:

“Boa tarde! Nesse segundo semestre, muitos bancos grandes tem cortado suas taxas para aplicação no TD (acho que por conta dessa manutenção dos juros baixos mesmo), e o Banco do Brasil acabou aderindo a essa onda.

Pra aplicar no TD, acabei abrindo uma conta em corretora, mas isso implica em fazer TED para investir e resgatar, além dos TEDs semestrais para cobrir as tarifas.

Obviamente, eu sendo correntista do BB, seria muito mais cômodo investir por ele e não me preocupar com a disponibilidade de recursos na corretora, mas a dúvida é, legalmente falando, se eu fizer uma aplicação no TD agora pelo BB, com tarifa zero, e ano que vem eles resolverem voltar a cobrar, eles podem me cobrar por daquilo que já está aplicado ou apenas das novas aplicações?

Obrigado!”

O Cristiano respondeu:

“Na prática podem sim voltar a cobrar, embora pouco provável voltarem atrás na decisão. Mas caso aconteça, nada impede que você faça transferência da custódia dos seus títulos para outra corretora”.

E o Marcos complementou:

“Essa sua preocupação está prevista em contrato, por isso é muito importante ler as condições gerais antes de aderir ao produto. No que diz respeito a taxas e tarifas, pode ser promocionalmente por tempo determinado.

Se houver mudanças, poderá ser feita mediante notificação antecipada de 30 dias, permitindo que você escolha em manter-se e aceitar, ou retirar o seu dinheiro, caso não concorde”.

Concordo com os leitores. Na tomada de decisão, temos que analisar os fins do investimento e a compatibilidade dos meios aos fins.

O objetivo central do investimento em Tesouro através de corretoras (meio) é a redução dos custos operacionais.

Como agora passou a ser mais barato investir por meio da próprio banco, já que o investimento em corretoras pode demandar gastos com tarifa de TED ou DOC, a melhor solução, para atingir o objetivo central de redução de custos, é fazer o investimento em Tesouro Direto por meio do próprio banco.

Caso o banco em questão decida no futuro alterar o contrato e passar a instituir a cobrança de tarifa de custódia, nada impede que o investidor transfira a custódia de seus títulos para uma corretora de taxa zero, nos termos explicitados pelo Cristiano.

Contudo, para aquelas pessoas já acostumadas a investir por meio de corretoras, ou cujos custos com TEDs/DOCs sejam inexistentes, não vejo motivos para migrar o investimento em títulos públicos para os bancos, a não ser que haja algum tipo de incentivo ou contrapartida, como redução/isenção das tarifas de pacotes de serviços.

Negociação de ações no home broker: taxa de corretagem zero na Clear

Como se tudo isso ainda não bastasse, na semana passada a corretora Clear fez um anúncio surpreendente e zerou todas as tarifas, inclusive para a compra e venda de ações no home broker.

Ela já tinha a corretagem mais barata do mercado, oitenta centavos por ordem, mas dessa vez resolveu literalmente extinguir os custos operacionais de sua parte.

É até difícil saber como uma corretora desse porte conseguiria sobreviver sem cobrar taxa de corretagem. Vale lembrar que a Clear faz parte do grupo XP, que, além da própria XP e da Clear, também é dona da Rico, sendo que a corretagem na XP é de mais de R$ 18.

O amigo Zé, do Clube do Pai Rico, disse o seguinte:

“Não foi um ato de loucura isolada. Foi algo pensado e estudado, com fundamentos. Até mesmo porquê as corretoras continuam tendo fontes de renda com seus clientes. Sim …

Dinheiro parado na conta;
Multas;
Comissões por venda de produtos; (CDB, Fundos de Renda Fixa, TD, cursos, calculadoras de IR, etc)
Empréstimo aos clientes;”

Enfim, certamente há uma estratégia por trás desse comportamento, além do fato de que a Clear tem outras fontes de renda, como as citadas exemplificativamente acima.

Uma coisa é certa: talvez essa atitude da Clear incentive outras corretoras a pelo menos baixarem também seus custos de corretagem para ações. Afinal de contas, o apelo de investir sem gastar um centavo com corretagem é praticamente irresistível.

Sobre os custos com investimentos, aliás, recomendo a leitura de um excelente artigo do André no Viagem Lenta.

Conclusão

Apesar do atual contexto de turbulência eleitoral (esse artigo está sendo publicado na semana anterior ao primeiro turno das eleições presidenciais de 2018), é bom saber que bons ventos sopram a favor do investidor pessoa física, quando o assunto é redução de custos operacionais.

Sempre defendi que um dos caminhos para ter mais retorno nos investimentos é justamente reduzindo ao máximo seus custos com operações de investimentos.

Mas ainda há um longo caminho a ser percorrido.

De um lado, há muitos outros custos que precisam ser revistos, tais como as taxas de administração em muitos fundos de gestão passiva, como referenciados DI, de ações que seguem determinados índices, cambiais etc.

De outro lado, a prestação dos serviços por parte dos bancos e corretoras precisa também melhorar. Afinal, de pouco adianta reduzir custos se você, na hora de tirar uma dúvida ou resolver um problema, for mal atendido pelo funcionário do banco ou da corretora, que está sendo pago justamente para oferecer um atendimento decente e que resolva seus problemas na hora que você mais precisar.

Espero que essa onda de boas notícias continue, e que os bancos continuem reduzindo custos em outros produtos, que outras corretoras também iniciem um movimento de redução das taxas de corretagem; e que, finalmente, ambas aperfeiçoem a prestação de serviços por parte de seus funcionários.

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22 Responses to Banco do Brasil (BB) institui taxa zero para o Tesouro Direto, Clear zera a taxa de corretagem para ações, e outras novidades para os investidores

  1. Simplicidade e Harmonia 1 de outubro de 2018 at 7:29 #

    Guilherme,

    Fiquei surpresa ao ver os grandes bancos zerando a taxa para o TD, até porque eram as mais altas do ranking. De qualquer forma, é algo muito bom para os investidores, assim como a isenção da custódia e da corretagem para RV em várias corretoras.

    Como o Zé, do Clube do Pai Rico disse, as corretoras e bancos não estão perdendo ao zerarem as taxas – talvez até alcancem uma receita maior devido ao aumento de clientes e dos recursos por eles aportados.

    Boa semana!

    • Guilherme 2 de outubro de 2018 at 15:17 #

      Verdade, Rosana, sempre há uma estratégia de ganhos por trás do aparente “corte” de receitas.

      Boa semana também!

  2. Claudio 1 de outubro de 2018 at 9:54 #

    Eu estou fugindo da cobrança de TED no BB com ajuda da Nuconta, do Nubank. Gero um boleto pela Nuconta com o valor que quero transferir, e depois transfiro da Nuconta para a corretora. Demora o dia de compensação do boleto, mas não pago os R$ 10,05 que o BB me cobra de TED.

    • João Moraes 1 de outubro de 2018 at 22:56 #

      Eu faço o mesmo, mas com o Banco Inter. De um dia para o outro, o dinheiro está na conta e posso fazer a transferência para a corretora.

    • Jessika 2 de outubro de 2018 at 22:24 #

      Dependendo do pacote de serviços que você tem, ele isenta 2/3 TEDs/Docs por mês, assim,não cobra tarifa avulsa. Provavelmente sua conta está com o pacote desatualizado.
      Você pode verificar isso tanto no app, quando em uma agência, ou central.

  3. Adri 1 de outubro de 2018 at 10:08 #

    Os grandes bancos demoraram muito para cair na real. Falta as corretoras dos bancos também zerar a custodia dos Fdos de Invest. Imobiliários.
    Com o CDI em 6,39% aa, outro absurdo é a taxa anual (incide sobre principal+rendimentos) dos Fundos de investimentos de qualquer modalidade de gestão.
    Os fundos multi mercado e outros, alem da taxa de admin., também cobram mais 20% de performance sobre o que superar o CDI. Superar o CDI é obrigação do gestor e não um prêmio.
    Deveria existir regulamentação para nos meses que o fundo não rentabilizar positivo, haveria desconto deste mês na taxa anual.

    • Guilherme 2 de outubro de 2018 at 15:18 #

      Tem razão, Adri.

      Nessa miríade de taxas quem acaba prejudicado é o investidor pessoa física, que vê seus retornos diminuírem sensivelmente por conta de tantas taxas.

      E isso sem contar nos tributos, é claro.

  4. Dinêi Gazoni 1 de outubro de 2018 at 14:10 #

    Olá Guilherme,

    Excelentes observações. A tecnologia tem proporcionado uma redução de custos e taxas nunca antes imaginado. Interessante esse movimento por parte dos bancos na redução de custos. A minha observação em manter produtos como TD em grades bancos do varejo diz respeito ao histórico em cobranças de tarifas sem aviso prévio que podem, inclusive, liquidar valores em investimentos para cobrir estes custos. Ainda prefiro deixar em uma corretora até que este cenário se consolide.

    Um outro movimento que achei interessante diz respeito a ModalMais em estar se firmando como banco digital. Nesse caso, teremos a cobertura do FGC na conta da corretora (ou DTVM como preferir) com os benefícios para pagar contas, etc. Ainda não sei se tem data estimada, mas e um projeto interessante.

    Abraços e boa semana!

    • Guilherme 2 de outubro de 2018 at 15:20 #

      Olá, Dinêi, ótimas observações!

      As corretoras ainda inspiram mais confiança. Impossível não lembrar do episódio envolvendo as contas digitais no BB, que sumiram, mas depois voltaram com uma roupagem bem diferente da roupagem original.

      Boa essa novidade da ModalMais. Quanto mais competição tivermos, mais opções teremos, com menos custos também.

      Abraços, e boa semana também!

  5. MJC 1 de outubro de 2018 at 14:55 #

    Redução de custos sempre é bem vinda.

    Comecei comprando tesouro direto pelo BB, hoje tenho só um resquício lá. 99% do meu dinheiro em RF está na Rico, que tinha que taxa barata do tesouro direto e depois zerou essa taxa.

    Daí, acabei mantendo as compras de ações na Rico, que na época eram cerca de 8 reais. Subiram pra 16, achei caro pra caramba. Como não vendo nada, deixei minhas ações lá e abri conta na Clear, pagando 0,80. É uma sensação muito boa poder pegar 200 reais de dividendos e reinvestir em ações sem se preocupar com o custo da transação.

    E é até incrível como algumas filosofias (por exemplo, seguidores do Bastter) insistem em dizer que custo não importa no longo prazo. Pode não importar se a pessoa ganha bem e tem um bom valor mensal pra investir. Mas o brasileiro médio ganha pouco e qualquer redução é bem vinda. Ainda mais se se deseja criar a cultura de investir na bolsa.

    Guilherme, quanto à Icatu, pelo menos nos PGBL que tenho com ela, ela cobra taxa de carregamento de saída de 3% apenas para retiradas menores do que 3 anos. Zerar essa taxa é muito bem vinda, claro, mas não vejo como algo muito preocupante não, pois normalmente a gente fica mais do que 3 anos em previdência privada.

    Abs

    • Guilherme 2 de outubro de 2018 at 15:23 #

      Excelentes observações, MJC!

      Também acho errado esse conceito de que “custo não importa”, ou mesmo que “preço não importa”. Tudo que é comprado com custos caros significa menos retorno para o investidor, assim como tudo que é comprado a preços mais caros também significa menos retornos futuros.

      Com um mínimo de estudo e conhecimento, é possível evitar compras a preços exagerados, e manter ainda assim uma boa disciplina nos aportes periódicos.

      Sobre a taxa de carregamento na saída, realmente não é algo muito preocupante; contudo, para quem deseja fazer a portabilidade externa para outro produto em um banco concorrente ela ainda pode incomodar.

      Abraços!

      • Pedro 2 de outubro de 2018 at 22:47 #

        Isso,

        Só se tem que ter cuidado pra não comprar em topo e vender em fundo.

        Tirando isso o resto é tranquilo.

  6. ANDRE R AZEVEDO 1 de outubro de 2018 at 15:06 #

    Fala Guilherme!

    De fato, é uma excelente notícia para os investidores em TD. Não tão boa para quem confia no carregamento das ações dos bancões a longo prazo, ao menos nas cotações atuais rsrs.

    Eu acreditava que esse movimento ainda demoraria uns 2 anos, em virtude da baixa penetração do TD na população. Mas a manutenção das taxas de juros em patamares baixos tem forçado essa migração mais cedo. Hora de rever posições em ITUB, BBDC, BBAS, etc?

    Obrigado pela citação! Após ler essa ótima análise inclui seu link no mesmo artigo que citou. Será um ótimo complemento para futuros leitores por lá!

    Abraço!

    • Guilherme 2 de outubro de 2018 at 15:28 #

      Realmente, André, nada como a concorrência e o avança das tecnologias digitais para fazer os bancões mudarem de ideia……rsrs

      Quanto às posições em ações desses bancos, de fato é preciso muita cautela e muito foco no longo prazo. Essa volatilidade em período eleitoral tá soda: nesse exato instante, p.ex., BBAS3 acumula alta no intraday de impressionantes 9,22%. Eita mercado doido……rsrsrs

      Grato pela inclusão da citação no artigo!

      Abraços!!

    • Pedro 2 de outubro de 2018 at 22:45 #

      Isso Andre, eu vou vender as minhas ações e colocar tudo no TD.

  7. Link 2 de outubro de 2018 at 5:30 #

    Só dá pra comprar tesouro direto pelo BB direto no site do TD? Virei o App do internet banking do BB e não achei opção de comprar por lá

    • Guilherme 2 de outubro de 2018 at 15:29 #

      Link, dá pra comprar no home banking da corretora do BB também.

    • Jessika 2 de outubro de 2018 at 22:21 #

      Tem que baixar o app de investimentos do banco.
      BB investimentos e solicitar a atualização para cadastro completo ( caso não seja) em uma agência.

    • Anônimo 2 de outubro de 2018 at 23:42 #

      Baixa o aplicativo BB investimento.

  8. Thiago 5 de outubro de 2018 at 23:22 #

    Vale ressaltar que nesta semana XP zerou a corretagem de FIIs, assim como já fazia com a Rico,
    Acho que esse movimento dos grandes bancos veio um pouco tarde, ainda mais pelo fato dos brasileiros serem muito fiéis aos seus bancos e conservadores quando se trata de dinheiro, acreditando ser difícil trocar de banco/corretora.
    No meu caso vinha usando a XP em ações, apesar da taxa “salgada”, enquanto logo ali ao lado na Clear era bem mais barato (e já tinha cadastro), mas depois dessa taxa zero, devo dar uma chance.

    • Guilherme 6 de outubro de 2018 at 10:30 #

      Bem lembrado, Thiago.

      Tomara que mais corretoras fiquem incentivadas a baixar ainda mais os custos, ou eliminá-los por completo.

      Abraços!

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