4 dicas para gerenciar melhor os gastos com carro

Janeiro é um mês tradicionalmente pesado no orçamento doméstico da maioria das famílias brasileiras. Além das parcelas das compras de Natal e Ano Novo começarem a aparecer nas faturas dos cartões de crédito (caso você ainda insista em fazer compras parceladas para esse tipo de gasto, em vez de se programar para quitar tudo à vista já em novembro), ainda há as pesadas despesas com pagamentos de impostos anuais – como IPVA e IPTU -, anuidades de órgão de classe, viagem de férias de janeiro, matrículas e compras de materiais escolares, dentre outras despesas comuns e recorrentes.

Como o salário que você recebe em janeiro é igual ao salário dos meses de fevereiro e dezembro, não há outra alternativa: ou você se programa para esse tipo de despesas extraordinárias (post aqui), ou você vai continuar empurrando com a barriga, ou seja, procrastinando, um problema que poderia ser muito bem evitado com a técnica, já explicada antes, da mensalização das despesas extraordinárias de caráter recorrente.

Aproveitando o embalo da despesa com o IPVA, o post de hoje aborda especificamente as despesas ordinárias – e extraordinárias – com o carro. Já virou chavão a expressão “carro dá tanta despesa como um filho”.

E, de fato, se você somar todas as despesas cotidianas que têm com um veículo, ficará assustado com a relevante fatia do orçamento doméstico que é destinada para essa categoria de gastos.

Muita gente não se dá conta do enorme custo mensal de se ter um veículo porque boa parte dos gastos mais pesados são absolutamente invisíveis no dia-a-dia: eles só ocorrem normalmente uma vez por ano, ou uma vez a cada muitos anos.

Eu parto, portanto, da premissa de que você já categorizou essa despesa dentro de seu orçamento doméstico, isto é, já separou algumas linhas de sua planilha (ou de seu app), para anotar os gastos referentes ao combustível, estacionamento, lavagem, revisão etc.

É muito importante isso: que você incorpore essa categoria de gastos à sua rotina mensal. Eu disse rotina mensal, e não anual, de modo que não dá pra pensar no IPVA somente quando chega o boleto de pagamento. É preciso pensar de modo prévio e estratégico, a fim de, quando chegar esse boleto em sua casa, você já tenha separado uma parte de seu dinheiro para o pagamento antecipado, em cota única e com um bom desconto, desse valor. Vamos às dicas!

1. Pague uma “mensalidade” para o combo IPVA + seguro

O carro costuma ter duas despesas anuais, que ocorrem uma vez só por ano, que normalmente corroem o orçamento doméstico do mês específico em que são pagas: o IPVA e o seguro.

O IPVA normalmente é pago no começo do ano, entre janeiro e fevereiro. Já o pagamento do seguro varia de acordo com o mês da contratação, mas vamos simplificar, e supor que você tenha feito a contratação também no começo do ano – embora as dicas aqui valham para qualquer mês do ano em que tenha sido contratado.

A dica aqui é essa: verifique o quanto você pagou de IPVA e seguro no ano passado, e faça uma reserva em 12 parcelas mensais do valor correspondente a essa soma.

Por exemplo: se o IPVA em 2017 de seu carro foi de R$ 900, e o último seguro que pagou foi de R$ 1.500, isso significa que o “combo” totalizou R$ 2.400,00. Divida R$ 2.400 por 12 (meses), e então você terá uma “prestação mensal” de R$ 200.

Logo, todo mês, assim que o salário cair na conta, além de pagar-se a si primeiro – transferir o dinheiro para uma corretora, a fim de fazer os investimentos em sua aposentadoria, e em outros planos de curto e médio prazos – pague também a “prestação” de seu carro: deposite R$ 200 numa aplicação financeira conservadora, de baixo risco (pois o dinheiro tem data certa para morrer), como, por exemplo, um CDB DI, fundo referenciado DI com taxa de administração de 0,2% (eu destaco 3 fundos DI baratos aqui) ou Tesouro SELIC.

Pronto! Seus problemas para o IPVA e seguro do ano de 2019 acabaram. Quando chegar o boleto do IPVA, daqui a 12 meses, você terá dinheiro suficiente não só para pagar o IPVA e o seguro à vista, com desconto, mas também provavelmente sobrará uma pequena quantia (decorrente dos rendimentos do investimento), para ajudar no pagamento do combo em 2020! 😀

Além disso, você evitará o “efeito sanfona” do orçamento doméstico do mês em que precisa quitar essa despesa. E esse efeito é perverso.

Pelo fato de você já ter incorporado esse gasto ao longo dos meses anteriores, o mês de janeiro – ou fevereiro, ou qualquer outro mês que essas despesas precisem ser liquidadas – não sofrerá um súbito aumento de gastos por conta dessa despesa anual extraordinária.

Há, claro, a possibilidade de você empurrar com a barriga essas despesas anuais, mediante parcelamento pra frente. Contudo, nesse caso, você perderá o benefício do desconto à vista, que costuma ser significativo, ao menos para o IPVA. Já no caso do seguro, o pagamento à vista evita que você comprometa o limite do cartão de crédito (caso opte por esse meio de pagamento), e, na pior das hipóteses, não compromete seu fluxo futuro de caixa. Além disso, se há possibilidade de quitar antes, mediante um simples ato de programação mensal, por quê não fazê-lo? 😉

2. Melhore o combo: acrescente uma reserva para a franquia do seguro

Essa dica eu aprendi com o amigo Valdemar, do Bolso da Bombacha.

Sabemos que andar de carro significa conviver com as incertezas do trânsito, dentre as quais se inclui a possibilidade de sofrer um acidente que implique danos materiais ao seu veículo.

É claro que, se você for uma pessoa um pouco mais prevenida, terá contratado, além do seguro, um seguro com uma franquia reduzida. É aquela história de você pagar um pouco mais agora para desembolsar um valor menos depois, caso haja algum sinistro.

Porém, e se o infortúnio acontece de modo que seja você obrigado a pagar o prejuízo de qualquer jeito, ainda que tenha contratado um seguro?

Exemplo: suponha que você tenha contratado um seguro com franquia, para danos ao veículo, de R$ 1.300,00, e seu carro sofra um pequeno acidente em junho. Você leva seu carro para fazer 3 orçamentos em 3 diferentes oficinas, e os valores obtidos para conserto são, respectivamente, de R$ 1.000,00, R$ 1.100,00 e R$ 1.200,00. Como nenhum deles atingiu o valor mínimo da franquia, você terá que arcar sozinho com o valor do conserto, de R$ 1.000,00, caso faça com a oficina mais barata.

O seu orçamento para aquele mês, portanto, será impactado com um gasto extraordinário de R$ 1 mil. Como fazer para evitar esse rombo em junho?

Resposta: mensalizando também essa despesa. Acrescente, à mensalidade que você já paga no combo IPVA + seguro, mais um valor que corresponda à franquia do veículo dividido por 12. No nosso exemplo, da franquia de R$ 1.300,00, isso significaria um acréscimo de mais ou menos R$ 100 por mês, totalizando, portanto, junto com os R$ 200 da dupla IPVA + seguro, mais R$ 100 mensais a título de franquia, totalizando R$ 300 a serem depositados mensalmente no investimento escolhido.

Se você quiser ir além na economia de custos, amplie essa proteção e inclua um valor maior, a título mensal, por conta de outro item que costuma também pesar bastante no mês em que é realizada: a revisão anual do carro.

Sim, eu sei que, se você incluir a revisão anual ao combo inicial, o valor a ser “gasto” com o investimento, com esse combo ampliado – IPVA + seguro + franquia + revisão anual – pode saltar para, digamos, R$ 600, R$ 700 ou R$ 800 mensais. Mas não dizem por aí que “ter carro é como ter um filho”?

Se o impacto dessas despesas – IPVA, seguro, franquia (quando ocorre sinistro cujo valor o seguro não cubra) e revisão anual – for muito alto no mês em que ocorre a despesa, não há outro jeito de amenizar tal impacto a não ser pela via da “mensalização” da despesa. Dessa maneira, você garante que passará por todos os meses do ano sem ter que incorrer em grandes dores de cabeça e, principalmente, sem fazer dívidas, e sem se descapitalizar por conta desse tipo de gasto.

3. Às vezes, usar o Uber vai fazer você gastar menos dinheiro do que se fosse usar o carro

Todos pensamos no carro toda vez que queremos realizar alguma atividade que exija deslocamentos em que seria desconfortável ir a pé ou usar o sistema de transporte público.

Mas há outras tantas situações em que, se você colocar na ponta do lápis, pode valer mais a pena, do ponto de vista estritamente financeiro, usar um Uber – ou qualquer outro app de corridas compartilhadas – do que o seu próprio carro.

Exemplo: você quer ir ao shopping que fica a 10,5 km de distância de sua residência. Você gastará, então, 21 quilômetros no percurso ida e volta. Seu carro faz, na prática, 7 quilômetros por litro, dentro da cidade. O custo do litro de gasolina, em sua cidade, é de R$ 4,30.

Você, então, terá gasto R$ 12,90 de combustível no percurso.

Só que, para estacionar, no estacionamento a céu aberto, do shopping, você tem outra despesa, e o valor não é nada desprezível: R$ 7, até 4 horas. O custo efetivo total mínimo, fica, então, em R$ 19,90.

Você resolve fazer o mesmo trajeto de Uber, e verifica que pagou R$ 8 pra ir, e mais R$ 8 pra voltar. Total: R$ 16. A economia não foi só de R$ 3,90: foram também poupados gastos implícitos com desgaste do veículo (por ter andado 21 km), desgaste da pintura (pela exposição ao sol no estacionamento descoberto), e maior consumo de combustível na volta pra casa (por conta da necessidade de ligar o ar-condicionado no máximo devido ao calor escaldante da exposição do veículo a céu aberto durante mais de 3 horas seguidas).

E tudo isso sem contar, é claro, a eliminação do risco de infortúnios no trajeto, bem como ao melhor aproveitamento do tempo dentro do carro., que você pode usar para descansar, ou checar seus últimos emails , notícias no celular etc.

O mesmo raciocínio se aplica para qualquer outro destino que envolva os ingredientes enumerados no item anterior: médias e grandes distâncias que exijam um razoável consumo de combustível, estacionamento no destino que precisa ser pago, e custo relativo atrativo do Uber – ou mesmo do transporte público, como metrô e ônibus.

Mas tudo isso só é viável como alternativa se você fizer o teste, e mais, se sentir confortável com essa mudança de paradigmas.

Tendo em vista essas finalidades, talvez o primeiro carro da família não possa assim ser substituído tão fácil, mas o uso de um sistema de transporte alternativo, como Uber, metrô ou ônibus, nas condições enumeradas acima, pode fazer você repensar a necessidade do segundo carro na família. Esse é o ponto. 😉

4. A reserva para a compra do próximo carro + a necessidade de “gastar” bem o carro atual

Se você acha que um gasto de R$ 2.200,00 em junho pra pagar o seguro estoura o orçamento desse mesmo mês, imagine então a compra de um carro de R$ 60 mil! É bem capaz do valor do veículo comprado representar, sozinho, o valor do orçamento doméstico do ano inteiro de uma família. O que fazer, então?

Resposta direta e simples: antecipe-se. Programe-se. Separe uma reserva por mês para um investimento financeiro, e rotule-o como despesa para a compra do próximo carro.

Pode ser o mesmo investimento do combo citado nas dicas 1 e 2?

Pode, mas eu prefiro uma alocação separada, porque as despesas apresentam nítida distinção: as do combo são de curto prazo, servem para serem liquidadas em no máximo 1 ano.

Já a reserva para a compra do carro é uma despesa de longo prazo, que serve para ser liquidada a longo prazo, cuja variação, em termos de tempo, depende essencialmente do tamanho dos aportes mensais – quanto mais próximo você deseja trocar de carro, maior tem que ser o aporte mensal. E isso sem contar, evidentemente, a rentabilidade do investimento escolhido.

Fazer uma reserva mensal para a compra do próximo carro pode até soar como “dizer o óbvio”, se você é um leitor antigo do blog, já que eu vivo falando disso há muito tempo, como podemos ver dos artigos abaixo:

Porém, essa dica 4 pode representar uma tremenda novidade pra um leitor que chegou agora no blog, e que até hoje, só pensava ser possível comprar carros por meio de financiamento bancário, em 60 prestações, e com juros de 0,99% a.m.

O que eu quero provar, por meio dessa dica, é que é plenamente possível comprar um carro e não se endividar por causa disso. Esse é o maior trunfo dessa dica em questão.

Além disso, uma dica essencial para não tornar a compra do próximo carro uma tormenta financeira no seu já apertado orçamento doméstico é essa: gaste bem o seu carro atual. Prolongue a vida útil dele. Fique o máximo de tempo possível com ele, pratique direção defensiva, estacione-o sempre em locais cobertos, evite usá-lo quando é possível ir a pé ao destino, faça todas as revisões anuais programadas, deixe-o sempre limpo externa e internamente etc.

Resista às tentações de comprar um carro novo em intervalos de tempo muito curtos, por exemplo, a cada 3 anos. Esse giro de patrimônio muito alto é ruim, muito ruim, sob uma perspectiva de longo prazo, pois faz você perder inúmeras oportunidades de acumular patrimônio de verdade, que é por meio da aquisição de ativos, ou seja, de bens que se valorizam com o tempo, como ações, fundos imobiliários, renda fixa etc.

Conclusão

Um carro tem custos mensais muito maiores do que imaginamos à primeira vista.

Isso ocorre porque a maior parte dessas despesas só vêm até nós uma vez por ano – como no caso do IPVA, seguro, revisão anual, e pagamento de danos não cobertos pela franquia do seguro – ou, o que é pior, uma vez a cada 2, 3, 5 ou 7 anos, que é o caso da compra do próprio carro.

Os custos mensais de se ter um veículo são, portanto, em sua maioria, completamente invisíveis no dia-a-dia. Eles não se manifestam quando você vai até um posto para completar o tanque, quando você paga uma lavagem, ou mesmo quando paga um pedágio.

Mas eles existem, são de alto valor, impactam o orçamento doméstico de uma maneira completamente desproporcional ao seus outros custos mensais fixos (como mercados, contas de casa e restaurantes), e exigem, sim, medidas e hábitos mensais programados, a fim de atenuar o impacto em seu salário e em sua organização financeira, quando tais despesas precisam ser pagas.

Por isso, é de suma relevância não negligenciá-los de forma alguma, e separar uma parcela, como vimos acima, considerável, dependendo das disponibilidades de seu orçamento doméstico, para a sua manutenção.

Esse artigo não entrou nem no mérito de se discutir se vale ou não a pena ter um carro, que certamente renderia acalorados debates na caixa de comentários. Sobre essa outra faceta do tema “carro”, deixamos para o leitor a recomendação de leitura dos seguintes artigos, publicados ao longo da última década do blog:

Na verdade, o propósito desse artigo é esclarecer que, se você decidiu ter um carro – ou se é “forçado” a ter um, em virtude de seu contexto pessoal, e suas circunstâncias atuais de vida – faça então um bom planejamento financeiro.

Um adequado e eficiente planejamento financeiro tem o poderoso efeito de atenuar, tanto quanto possível, o impacto das despesas de se ter um veículo, em seu orçamento doméstico mensal, de modo que você não deixe de fazer outras coisas mais relevantes com o dinheiro, só pra cuidar dos gastos extraordinários com o veículo. 😉

Tenham todos uma excelente semana!

Créditos da imagem: Free Digital Photos

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44 Responses to 4 dicas para gerenciar melhor os gastos com carro

  1. Valério 15 de janeiro de 2018 at 7:17 #

    Uma questão interessante nesse contexto é a despesa com seguro do veículo. Assim como se pode poupar para pagar as despesas que se concentram numa época do ano, ou para um carro novo, por que não poupar para o eventual caso de perda total do veículo ou danos a terceiros, em valores compatíveis com o seguro normalmente contratado, e assim não precisar contratar seguro? Pelo menos, as seguradoras terão que oferecer preços competitivos com essa opção de investimento.

    • Guilherme 15 de janeiro de 2018 at 15:16 #

      Realmente, é uma alternativa a se pensar, Valério.

      • Valério 15 de janeiro de 2018 at 19:30 #

        O custo do seguro com cobertura total pode chegar a 4% do valor do veículo, mesmo assim com franquias absurdas. Em cinco anos serão 20% do valor do veículo pagos à seguradora. Para justificar esse custo, o risco de sinistro com perda total do próprio veículo ou de um terceiro em 5 anos teria que ser 20%, ou o risco de sinistro com perda de 50% do valor segurado teria que ser 40%. Um risco de 20% corresponde em média a 1 em cada 5 veículos estar envolvido em um sinistro com perda total ao final desse período. Será que chega a tanto? De qualquer modo, o risco de não contratar seguro teria que ser compensado por um investimento de alta liquidez, para cobrir eventuais sinistros.

        • Leonardo Andrade 16 de janeiro de 2018 at 0:56 #

          Prefiro o seguro. Seguros são para eventos relativamente raros mas de alto impacto. Não me sinto confortável em ser minha própria seguradora.

          Lembro também que no valor total da cobertura pode ir bem além do valor do veículo segurado em caso de acidente, pois há o veículo do terceiro e as coberturas de danos físicos, por exemplo.

          A depender do caso o seguro cobre 3x ou 4x (ou até mais) o valor do seu carro em caso de acidente por 4% do valor dele.

          Seguros são para preservar o patrimônio, só compensa ser sua própria seguradora caso seu patrimônio total seja muito maior que o bem a ser segurado. Caso raro para os meros oreia seca como nós.

          Imagina pra quem tem carro financiado…

        • Paulo 16 de janeiro de 2018 at 8:03 #

          Paguei no meu seguro R$ 1.700,00 / ano, valor de tabela do carro está 30 mil, se eu der PT nele, teria que ter economizado +- 17 anos de seguro, se eu der PT em outro carro junto, na faixa de 50 mil?

          Minha opinião é melhor ter um seguro e dirigir tranquilo.

        • Valério 16 de janeiro de 2018 at 9:32 #

          O risco de sinistro pode ser acesssado no site da SUSEP:

          http://www2.susep.gov.br/menuestatistica/Autoseg/respmenu1.aspx

          A busca pode ser feita por região, veículo, perfil do condutor e período considerado, e a planilha informa a frequência e valor total das indenizações por incêndio e roubo, colisão e outras, além do número de veículos expostos, importância segurada (IS) média, e valor médio do prêmio.

          Para o período de 01/07/2015 a 30/06/2016, o risco médio (valor total das indenizações dividido pelo valor total segurado), considerando todas as regiões e categorias de veículos e de condutor, foi de 2,7%.

          Assim, você pode conferir se o valor do prêmio que sua seguradora está cobrando em relação ao valor segurado é compatível com o risco de sinistro para sua região, modelo de veículo e categoria de condutor.

          Pena que os dados, disponíveis desde 2006, não foram mais atualizados desde julho de 2016. Será que a SUSEP poderia esclarecer por que?

          • Guilherme 17 de janeiro de 2018 at 15:39 #

            Olá, Valério, muito interessantes os dados e estatísticas fornecidos por você. Não conhecia esse link do Susep.

            Quanto à questão do seguro, entendi seus argumentos, mas o Paulo e o Leonardo abordaram uma questão fundamental, que é a cobertura não só do valor do seu veículo, mas também a do veículo de terceiro, e mais os danos corporais contra terceiros, que podem facilmente extrapolar bastante o valor do veículo em si.

            Talvez seu raciocínio se encaixe melhor no caso de seguro de vida: quando o valor do patrimônio já supera o valor da indenização, não faria sentido pagar uma mensalidade de seguro. Agora, no caso do carro, como há essas coberturas adicionais, a questão merece ser analisada sob uma perspectiva mais ampla.

            Abraços!

  2. Investidor Inglês (@investidorIn) 15 de janeiro de 2018 at 7:54 #

    Excelente Guilherme!

    Sobre o Uber, em minha ultima viagem rodei 2200km. Em todas as cidades que fiquei, utilizei o Uber tanto para descansar tanto para economizar. Pois para qualquer ponto turístico que você vá de carro, o estacionamento em volta não sai nada barato. As vezes o valor do estacionamento cobria tranquilamente ida e volta de Uber.

    Sobre o Combo, eu incluo no pacote um valor para futuras manutenções. Sabemos que de tempos em tempos temos que trocar oleo e tantos outros itens. Se sabemos de antemão que teremos esses gastos, por que não mensaliza-los? Foi isso que fiz!

    Abraços meu caro!

    • Guilherme 15 de janeiro de 2018 at 15:18 #

      Excelente, II!

      A questão do acréscimo mensal da manutenção é bastante relevante, haja vista que muitas peças se desgastam ao longo do tempo, precisando ser repostas.

      O dinheiro do combo ajuda a suportar o mês em que precisa ser paga a manutenção de um modo bem mais suave.

      Abraços!

  3. Valdemar Engroff 15 de janeiro de 2018 at 7:55 #

    Bom dia Guilherme. Fechei o ano de 2017 com o consumo de 2.170,58 litros de combustível, totalizando R$ 7.917,16. As despesas outras (IPVA, seguro, manutenção, pneus, lavagens, pedágios, revisões periódicas) acumularam R$ 6.678,66, totalizando R$ 14.595,82. O veículo foi adquirido financiado, onde eu emprestei o dinheiro para mim mesmo, e paguei o empréstimo para mim mesmo com juros. Ver chasque http://obolsodabombacha.blogspot.com.br/2013/08/atitude-72-comprei-um-carro-parcelado-e.html.

    De julho de 2013 a 31 de dezembro de 2017, foram consumidos 10.096,50 litros de combustível. Em valores nominais, tive um gasto de R$ 31.894,70 em combustível e R$ 29.449,14 com as “despesas invisíveis” (IPVA, Seguro, manutenção, pneus…..), totalizando o valor total de R$ 61.343,84 (também nominal, sem considerar os valores atuais, principalmente do combustível, que subiu de elevador….).

    Em relação ao teu chasque (post) com estas dicas, vou aprimorar com mensalização a manutenção e o valor de combustível para o ano de 2019, devendo começar a mensalizar em abril. E vou aprimorar as minhas “contas de verão”, coisa que aprendi aqui no teu sítio: me programei ao longo de 2017 para as contas de verão de 2018 (IPVA e IPTU já pagos em dezembro, além do CRC RS (conselho regional de contabilidade – pago em janeiro) e o seguro do veículo (vou pagar em fevereiro). Utilizeu a franquia por duas vezes – com citaste acima (dois sinistros)…. e esta vai entrar na mensalização em 2018, para as contas de verão de 2019…..

    • Guilherme 15 de janeiro de 2018 at 15:22 #

      Excelente gerenciamento, Valdemar!

      É impressionante seu nível de detalhamento no controle dos gastos com o veículo. Me inspirei em seus depoimentos para eu também criar um detalhamento mais específico dos gastos com meu carro. Assim, tenho muito mais controle sobre onde ocorriam os excessos de gastos, que podem ser reduzidos, sem perda da qualidade no uso do veículo.

      Quanto à mensalização das despesas, essa é uma baita ideia, já que deixa o orçamento mensal muito mais equilibrado e com folga suficiente para cobrir a maioria das eventualidades financeiras.

      Abraços!

      • Valdemar Engroff 15 de janeiro de 2018 at 16:21 #

        Buenas Guilherme…… antes de mais nada, muito obrigado pelas tuas palavras…. mais motivos me dás para continuar focado na administração do meu rancho (lar em tom gauchesco)…. e tomei a liberdade de te mandar a minha “cria”, a própria planilha, por “chasque eletrônico” (email)….. Sábado aconteceu o abastecimento de nº 282 kkkkk

        Um baita abraço e vamos continuar peleando….

        • Guilherme 17 de janeiro de 2018 at 15:32 #

          Buenas, Valdemar, grato pela ajuda!

          Forte abraço!

  4. ANDRE R AZEVEDO 15 de janeiro de 2018 at 9:14 #

    Muitas verdades, Guilherme! O Uber eu já tenho usado frequentemente em saídas pelos barzinhos. Não só pela Lei Seca, mas também porque o valor é menor do que o combo (combustível+estacionamento+desgate).

    Muitas vezes, sua liberdade é maior quando você não possui ou utiliza o carro. Um paradigma que quis quebrar no texto http://www.viagemlenta.com/2017/08/seu-carro-nao-representa-liberdade-e-sim-escravidao.html, que deixo para adicionar mais conteúdo aos seus leitores!

    Abraço!

    • Guilherme 15 de janeiro de 2018 at 15:24 #

      Excelente depoimento, André!

      Bem lembrada essa questão de usar o app também para saídas noturnas, as quais, aliás, são inclusive incentivadas (o uso do transporte compartilhado) pelas empresas de apps, com descontos em corridas noturnas de finais de semana.

      E o link do seu texto é excelente também!

      Abraços!

  5. Viver de Renda 15 de janeiro de 2018 at 13:01 #

    Guilherme,

    Seus posts são didáticos como sempre. Muito bom poder acompanhar essa caminhada durante todos esses anos. Sigamos em frente!

    Abs.,

    VR.

    • Guilherme 15 de janeiro de 2018 at 15:26 #

      Valeu amigo, bom te ver por aqui, e ver a evolução da educação financeira de muitas pessoas ao longo de toda essa jornada, com as sementes educacionais que nós plantamos.

      Forte abraço!

  6. Bruno 15 de janeiro de 2018 at 13:40 #

    Gostaria de um ponto de vista… meus pais moram a 200km e praticamente de 2 em 2 meses faço uma visita pra eles… isso faz com que eu rode mais meu carro, levando mais de um vez ao ano na revisão (que deve ser feita na concessionária devido à garantia), desgaste do carro, pneus, etc, etc, etc…
    Pensei na ideia de ao menos algumas vezes alugar um carro principalmente quando vou para ficar apenas o final de semana. A diária fica em média de 80-90 reais… penso que a longo prazo isso me ajudará na conservação do carro ajudando a diminuir nos pontos que enumerei acima…
    Acha que compensa?
    Obrigado.

    • Vania 20 de janeiro de 2018 at 12:38 #

      No seu caso, creio que não vale a pena não. No link que o Guilherme postou na resposta dele, a comparação é entre alugar um carro X ter um carro. No seu caso, vc está cogitando em alugar um carro para essas viagens, apenas para não desgastar seu veículo. Sua intenção é continuar tendo seu carro. Então, ao alugar vc vai apenas acrescentar mais despesas àquelas que já tem.
      Para quem já tem carro, e pretende continuar tendo, o melhor negócio financeiro é centralizar todos os deslocamentos nele. Nem mesmo o Uber compensa, a não ser em casos muito especificos em que o estacionamento seja muito caro.

      • Bruno 22 de janeiro de 2018 at 7:47 #

        Olá Vania e Guilherme,
        Obrigado pelo retorno… =)
        Vania, minha esposa tem a mesma opinião que você… quando eu penso em alugar o carro, a ideia é que o meu “dure” mais no sentido de ir menos a oficina, menos rodado etc… vou te dar um exemplo, semana passada eu fui à cidade dos meus pais e na volta peguei muita chuva, o carro chegou imundo! além da quilometragem a mais (e outras coisas), a pintura foi de certo modo “danificada” já que deu muito trabalho para lava-lo…
        o que penso é o seguinte: daqui 5 anos meu carro estará com 100K Km ao passo que se de vez em quando eu alugar, estará com 90K km…
        no seu post você diz que “o melhor negócio financeiro é centralizar todos os deslocamentos nele”… o que quis dizer com isso?

        Obrigado.

  7. Guilherme 15 de janeiro de 2018 at 15:29 #

    Bruno, da perspectiva meramente financeira, vale a pena sim, pois há menores custos.

    Resta saber se, da perspectiva psicológica, do conforto mental e emocional, você também se sente à vontade fazendo isso.

    Para tanto, é indispensável que você execute e teste a ideia na prática, pra ver os pontos prós e contras da medida.

    Há um post no blog que pode servir de referência nessa tomada de decisão: http://valoresreais.com/2011/09/28/guest-post-vale-a-pena-para-o-dia-a-dia-alugar-um-carro-ao-inves-de-compra-lo-a-experiencia-de-um-leitor-na-pratica/

    Abraços!

  8. Enriquecendo 15 de janeiro de 2018 at 19:07 #

    Ótimas dicas, Guilherme!

    Ano passado eu contabilizei todos os gastos com manutenção também. Então este ano fiz um combo de Seguro + IPVA + Manutenção mensal.

    Fazendo esse exercício vc constata duas coisas:
    1) O que vc já disse: vc passa a considerar seu carro um custo mensal, e não um custo eventual de uma vez por ano.
    2) Vc consegue olhar com clareza quanto um carro custa de fato. O meu, um modelo japonês de 2012, quitado, custou R$ 13k (adicionei gasolina, multas, estacionamento, etc). São quase R$ 1.100 por mês para você gastar com Uber.

    No meu caso, financeiramente, não compensa. O problema é a comodidade de ter um carro a seu dispor no momento que precisar. Ainda conseguirei me elevar espiritualmente para me livrar do meu carro kkkk

    Abs

    • Guilherme 17 de janeiro de 2018 at 15:34 #

      Obrigado, Enrique!

      De fato, essas suas as duas grandes vantagens de incorporar o custo do carro ao orçamento mensal.

      Realmente, quem sabe um dia consigamos essa elevação espiritual….rsrs

      Abraços!

    • Vania 20 de janeiro de 2018 at 12:40 #

      kkkkk muito eu!

  9. A Virada do Jogo 16 de janeiro de 2018 at 5:12 #

    Excelente post Guilherme!

    Com certeza colocarei em prática essas dicas para o meu orçamento. Agora mesmo estou pagando o seguro do meu carro de forma parcelada, por não ter os valores para pagamento à vista. Quanto ao IPVA, não vou ter o desconto, pois pagarei próximo à data de vencimento, em Julho.

    Além dos itens citados, ainda tem um que não foi mencionado: os pneus! A depender da quilometragem rodada, esse item precisa ser trocado uma vez a cada um ou dois anos, e é um valor também significativo que pode afetar um orçamento caso não seja programado.

    Um forte abraço !

    • Valdemar Engroff 16 de janeiro de 2018 at 7:28 #

      Em relação aos pneus, acho que também podem ser considerados os imprevistos: os cortes nas ruas esburacadas das cidades e em rodovias. Com 130 mil km, já “estourei” 5 pneus. O último tinha pouco mais de 1000 km rodados e foi estourado por minha filha que teve o azar de pegar a ponta de um ferro, na entrada de casa….. Digamos, colocar o valor de um pneu por ano na mensalização (combo)…..

      • Guilherme 17 de janeiro de 2018 at 15:41 #

        Obrigado, VJ!

        Bem lembrado essa questão dos pneus, como bem reforçado pelo Valdemar.

        Taí mais um item a entrar no nosso combo….

        Abraços!

  10. Gabriel 16 de janeiro de 2018 at 7:54 #

    Como eu estava precisando disso! Seguirei todas as dicas. Muito obrigado!

  11. Dennis 16 de janeiro de 2018 at 12:39 #

    Eu já faço mensalização de muitas despesas do carro.
    Basicamente, sempre que eu me lembro de algo mais eu mensalizo.

    Ao fazer isso , além de se planejar melhor, a pessoa se dá conta do quanto é caro ter um carro na garagem.

    • Guilherme 17 de janeiro de 2018 at 15:42 #

      Verdade, Denis, fazendo isso, os custos “invisíveis” ficam bem mais evidentes!

  12. Dinêi Gazoni 16 de janeiro de 2018 at 14:00 #

    Excelente artigo Guilherme!

    Mensalizar os gastos trazem uma outra dimensão do tamanho das despesas do “filho”. Atualmente meu perfil não permite abrir mão do veículo, mas com o Uber e similares me sinto inclinado a fazê-lo.

    No ano passado as despesas com automóvel me consumiram mais de R$ 9k. Algo em torno de R$ 775,00 mensais (entre combustível, estacionamento, seguro, documentação, reparos, etc). O interessante que foram gastos em que o lazer representam valores insignificantes, como deslocamentos nos finais de semana e saídas específicas de lazer.

    Sem falar nos riscos de multas, acidentes e manutenções inesperadas e imprevisíveis.

    O Uber (e similares) deixou de ser inviável para ser, pelo menos, factível.

    • Guilherme 17 de janeiro de 2018 at 15:43 #

      Obrigado, Dinêi!

      Realmente, com o surgimento dos apps de corridas, ficou bastante interessante analisar o custo/benefício de se usá-los com mais frequência, a ponto até de ser uma alternativa factível.

      Abraços!

  13. Dinheiro Investimento e Lazer 16 de janeiro de 2018 at 14:37 #

    Excelentes dicas para gerenciar o carro.

    Eu já o utilizo a ultima dica.

    Abraço e sucesso em 2018.

    • Guilherme 17 de janeiro de 2018 at 15:44 #

      Valeu, DIL! E que bom que já usa a última dica!

  14. Arivaldo 17 de janeiro de 2018 at 17:43 #

    Estou sem carro já fazem 3 anos. E garanto que o mesmo não faz tanta falta. Sempre faço e refaço as contas para analisar a viabilidade de adquirir um outro veículo, mas sempre acabo desistindo quando os custos mensais totalizam R$ 1.200,00. Usando transporte coletivo e Uber, não chego a gastar R$ 300,00 mensais, incluindo as despesas de transporte de toda a família.

    No momento estou tentando investir o dinheiro que gastaria com as despesas de carro + financiamento imobiliário para que daqui a alguns anos eu possa ter recursos suficientes para adquirir um imóvel à vista e não me preocupar com R$ 1.200,00 reais de despesas mensais com um veículo, pois estes valores serão insignificantes frente ao capital que almejo acumular.

    • Guilherme 17 de janeiro de 2018 at 18:02 #

      Parabéns pela atitude, Arivaldo!

      É bastante difícil ver pessoas assim, desapegando-se a um item considerado por muitos “essencial”.

      Mas você provou por A + B que é plenamente possível viver sem o veículo, e assim, economizar um bom dinheiro, para objetivos de maior alcance, como a compra de um imóvel à vista, sem depender de financiamento imobiliário. Congratulações!!!

  15. João Marcos 23 de janeiro de 2018 at 17:26 #

    Boa tarde, pessoal!

    Quanto às aplicações no Tesouro SELIC… Eu vi que o vencimento dele no site de minha corretora é 01/03/2023.

    Eu terei um gasto de cerca de R$700,00 em janeiro de 2019.

    Estava pensando em depositar R$60,00 por mês na poupança para na referida data pagar à vista.

    Minha dúvida: Tendo em vista o pequeno intervalo de tempo entre janeiro de 2018 e janeiro de 2019, ainda assim é mais vantajoso investir no Tesouro SELIC?

    Desde já, obrigado.

  16. Antonio Neto 30 de janeiro de 2018 at 15:24 #

    Guilherme, graças a você, paguei o IPVA de 2018 em dezembro de 2017. Foi fantástico isso. Q sensação boa!!
    Quanto ao item carro de forma geral, tb estou mensalizando os gastos. Chega a ser assustador. É como um filho, segundo muitos dizem.

    Outro detalhe q chamo a atenção pra quem valoriza o dinheiro, é somente comprar carros econômicos e que sejam de manutenção barata e q sejam bons de revenda.
    Meu último carro era beberrão e senti na pele a dificuldade de passar pra frente, sem falar na mega desvalorização.

    • Guilherme 30 de janeiro de 2018 at 15:53 #

      Olá, Antônio!

      Fantástico o seu depoimento!

      Parabéns pela disciplina e planejamento nos gastos com o carro. E é verdade, procurar carros com boa relação custo/benefício no consumo de combustível ajuda bastante na hora da revenda também.

      Abraços!

  17. Raphaela 4 de fevereiro de 2018 at 9:34 #

    Olá, Guilherme! Desde que li seu post sobre a mensalização de despesas venho praticando. Ano passado com o seguro do carro e agora janeiro desse ano com o IPVA nao passei aperto nenhum quando os boletos chegaram, paguei tudo a vista, bonitinho e senti uma sensação de liberdade TÃO GRANDE!! Não entendo como as pessoas passam anos repetindo as mesmas coisas.. tem carro, sabe que vai ter que pagar IPVA e quando ele chega, reclama que vai se apertar. Também uso essa técnica para os presentes de natal e para meu niver, pois eu gosto de fazer uma comemoração simples com a familia todo ano (sei que eu gosto e é importante pra mim, entao guardo um pouco por mes e não me aperto). Obrigada sempre pelas dicas valiosas!!

    • Guilherme 4 de fevereiro de 2018 at 10:25 #

      Olá Raphaela!

      Excelente o seu depoimento!

      A sensação de liberdade é maravilhosa mesmo. São técnicas simples, mas que, quando bem empregadas, produzem ótimo conforto mental, emocional e financeiro.

      Abraços!

  18. Rafael MD 8 de fevereiro de 2018 at 12:39 #

    Já pratico os itens 1 e 4. Incluo também despesas de manutenção, com base no meu histórico de manutenções dos anos anteriores. Na verdade mensalizo todas minhas despesas anuais, e isso mudou minha vida financeira e sempre aconselho a todos que conheço a fazerem o mesmo. Gostei da dica 2, não havia me atentado a franquia do seguro, vou incluir em meu orçamento…
    Quanto ao Uber, como tenho uma filha pequena ainda me pesa a comodidade de ter a cadeirinha sempre instalada no carro.

    • Guilherme 8 de fevereiro de 2018 at 17:11 #

      Olá, Rafael, excelente a sua iniciativa.

      Mensalizar as despesas recorrentes dá uma paz de espírito sem igual. Os meses mais fortes em controle de gastos acabam “ajudando” os meses mais fracos, com o dinheiro em caixa, já devidamente provisionado para tais despesas.

      Abraços!

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