Resumão da semana: app Renda Fixa, Calculadora do Cidadão, investimentos em startups brasileiras, e mais!

O resumão dessa semana está voltado para a a área onde tecnologia e finanças pessoais se cruzam, com dicas sobre aplicativos para smartphones, investimentos voltados para que pessoas físicas possam investir em startups, e mais!

App Renda Fixa

Há alguns meses, eu postei a dica de pesquisar as melhores opções em investimentos de renda fixa por meio do site Jurus.

Pois bem, esse tipo de pesquisa também pode ser feito pelo smartphone, graças ao app grátis Renda Fixa, que tem versões tanto para iOS quanto para Android. Esse app oferece várias funcionalidades, conforme descrito na página do desenvolvedor:

O Renda Fixa é um aplicativo que permite ao usuário a consulta e pesquisa de investimentos em renda fixa nas mais diversas corretoras existentes, assim o usuário pode comparar investimentos reais e encontrar os melhores para o seu perfil, facilitando os bons investimentos.

Os investimentos que estão disponíveis para consulta são: CDB, LCI, LCA, LC (Letras de Câmbio), Debêntures, Debêntures Incentivadas, CRA, CRI, FIDC e Tesouro Direto (LTN, NTN, LFT).

Além da consulta de investimentos, é possível através do aplicativo pesquisar investimentos reais por valor, período de vencimento, tipo de investimento e corretora, podendo serem ordenados por taxa, vencimento, corretora, tipo de investimento e valor. Lembrando que esses investimentos não são simulações, mas investimentos existentes nas mais diversas corretoras e que são atualizados constantemente. As corretoras cobertas pelo aplicativo Renda Fixa atualmente são: Daycoval, Easynvest, Omni, Órama, Rico, Socopa, Spinelli, Tov, Wintrade e XP.

Dentro do aplicativo Renda Fixa, existe um menu explicando as características de todos os investimentos que o aplicativo suporta. Dentre eles estão LCI, LCA, LC (Letra de Câmbio), Debêntures, Debêntures Incentivadas, CRA, CRI, FIDC e Tesouro Direto (LTN, NTN, LFT).

Através do aplicativo Renda Fixa é possível também, configurar o recebimento de notificações de promoções e de tesouro direto. Assim, sempre que houver uma promoção que consideramos interessante para nossos usuários, o sistema avisará através de mensagens, mesmo que o aplicativo esteja fechado.

Na função de Tesouro Direto, você pode consultar vários títulos públicos, bem como seu histórico de taxas e valores. Em futuras versões, você poderá criar alertas personalizados para cada título que tenha interesse, além de contar com a função de gráficos para melhor visualizar a evolução de um título público.

Aqui estão algumas telas do produto:

App Renda Fixa

A praticidade de poder acessar as informações em tempo real e de qualquer lugar é um dos grandes trunfos desse app.

Calculadora do Cidadão do Banco Central

Essa calculadora, também grátis, foi criada com o mesmo propósito de auxiliar o usuário a efetuar simulações e a realizar cálculos de serviços financeiros com o intuito de atender ao cidadão em suas necessidades cotidianas.

App Calculadora do Cidadão

O interessante é que, além do aplicativo para smartphones, essa calculadora também tem uma versão para ser acessada de desktops e notebooks.

Diversificação dos investimentos para pessoa física por meio de aportes financeiros em startups

Ao longo dos últimos 6 anos, novas opções de investimentos têm surgido para o pequeno investidor pessoa física, possibilitando diversificar sua carteira e melhorar o retorno potencial de suas aplicações, ainda que com uma maior dose de risco.

Tais inovações no mercado financeiro têm sido constantemente acompanhadas pelo blog, que tem feito a divulgação necessária de tais produtos para o investidor-leitor. Assim foi com as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), a ascensão dos fundos de investimento imobiliário (FIIs), as debêntures incentivadas de infra-estrutura; e o surgimento de novos ETFs.

Nos últimos anos, tem surgido com força no Brasil um novo tipo de investimento acessível ao investidor pessoa física: o investimento em startups, que são empresas de tecnologia em início de funcionamento. Trata-se de um investimento de altíssimo risco, já que você investe em empresas que ainda estão na fase inicial de desenvolvimento e que, portanto, ainda não deram lucro. Se a empresa não vingar, o investimento é perdido. Mas, se der lucro, o acionista terá sua recompensa, proporcional ao tamanho do risco assumido.

Até há pouco tempo, tal tipo de investimento – denominado de “capital semente”- era restrito somente a quem tinha um patrimônio na casa dos milhões de dólares. Porém, diversos fatores têm atuado de forma convergente para possibilitar que o pequeno investidor pessoa física possa também realizar aportes financeiros em startups brasileiras, conforme divulgado essa semana no jornal Valor.

Basicamente, são 4 as novidades existentes para quem pretende investir em capital semente: 1) Fundo de Investimento em Participações (FIP) Seed Capital; 2) Fundo Startup; 3) SA Simplificada (há um projeto de lei tramitando no Congresso Nacional referente à criação legislativa de uma modalidade de sociedade anônima mais simples); 4) Equity Crowdfunding (financiamento coletivo online, em que qualquer pessoa física pode ser sócia da empresa investindo a partir de R$ 100), que aguarda regulamentação pela CVM.

Para o investidor pessoa física que queira investir em startups, a modalidade de investimento de mais fácil acesso é a última, ou seja, a equity crowdfunding. De acordo com a matéria publicada no jornal Valor:

“Em termos de equity crowdfunding, a regulação brasileira antecipou-se até mesmo a dos Estados Unidos ao permitir que qualquer investidor possa aplicar recursos nas empresas iniciantes por meio das plataformas. Em 30 de outubro, o governo americano divulgou o Title III do Jumpstart Our Business Startup Act (JOBs Act), legislação que vai liberar o investimento por meio de plataformas de equity crowdfunding a qualquer pessoa a partir de janeiro de 2016. Até o momento, apenas indivíduos com renda anual de, no mínimo, US$ 200 mil ou patrimônio de US$ 1 milhão podem acessar as plataformas”.

Entrevista com Greg Kelly, sócio-fundador da EqSeed

Com a missão informativa de trazer ao conhecimento do público leitor do blog novas alternativas de investimentos no mercado financeiro, apresentamos a seguir uma entrevista com Greg Kelly, sócio-fundador da EqSeed, que é uma das empresas por meio das quais o investidor pode aplicar em startups, através do instrumento do equity crowdfunding.

1)   O que é a EqSeed?

A Eqseed é uma plataforma online para investimento em empresas ascendentes no Brasil. Ela fornece opções de investimento, por meio de uma modalidade de crowdfunding – o equity crowdfunding.

2) Como surgiu a ideia de fundar a EqSeed?

Eu trabalhava nos mercados de capitais no Lloyds Bank londrino quando as primeiras plataformas de equity crowdfunding emergiram no Reino Unido, em 2010. Eu sempre vi um enorme potencial desse mercado gerar novo crescimento econômico, por fornecer acesso ao capital para empresas inovadoras e, ao mesmo tempo, oferecer oportunidades inéditas de investimento para investidores de todo perfil. Eu comecei a estudar profundamente a possibilidade de lançar uma plataforma no Brasil e, com minha esposa carioca, mudei-me para o país em 2013, onde conheci o Brian Begnoche, economista americano. Juntos, nós fundamos a EqSeed, que teve início de operação em julho de 2015.

3) Quais as vantagens, para o pequeno investidor pessoa física, de se investir em startups por meio da EqSeed?

Investimentos em startups têm o potencial de gerar retornos financeiros muito altos – maiores do que os investimentos tradicionais de renda fixa são capazes de oferecer – além, é claro, de estimular uma indústria ou serviço que o investidor acredite que seja útil e inovadora.  Mas é importante lembrar que investimentos em empresas com esse perfil envolvem riscos e devem ser realizados somente como uma parte de uma carteira diversificada.

4) Quais os riscos a que o investidor deve ficar atento?

Os riscos principais de investir em empresas de etapa-inicial por meio de equity crowdfunding são a perda de capital, a iliquidez do investimento, a falta de dividendos e o potencial da sua participação ser diluída em rodadas de investimento no futuro. Investir em empresas ascendentes é uma atividade de alto risco financeiro. O caminho até o sucesso para essas empresas é longo e são poucas que conseguirão atingir as suas metas previstas de desempenho. Muitas falharão, mas aquelas que dão certo terão sucesso além do normal. Por isso, você deve investir por meio das plataformas de equity crowdfunding, tais como a EqSeed ou outras que venham a ser criadas, somente aqueles valores que você pode se dar ao luxo de perder.

5) O processo de investimento por meio da EqSeed conta com a autorização da CVM?

Sim. Todas as campanhas de investimento publicadas na plataforma EqSeed estarão sujeitas a processo de pré-notificação e aprovação pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Mais especificamente, cada oferta de valores mobiliários recebeu dispensa de registro da CVM segundo a Instrução 400/2003 da CVM, que permite explicitamente a publicação da oferta.

6) Considerações finais.  

Com um investimento pelo equity crowdfunding, a meta é vender sua participação após ela ter multiplicado em valor. Se no futuro a empresa for comprada por uma companhia maior ou fizer uma IPO, você conseguirá vendar sua parte da empresa, realizando um lucro geralmente medido como um múltiplo do valor investido. A empresa também pode chegar a pagar dividendos.  Esse tipo de investimento é um produto de diversificação usado para ajudar na criação de uma carteira diversificada e, portanto, saudável. Para o pequeno investidor, a EqSeed oferece a oportunidade de acessar possibilidades de enormes retornos financeiros no longo prazo, aproveitando de todas as proteções exigidos por investidores sofisticados, com valores que cabem no bolso (investimento mínimo de R$ 1.000 por empresa). Assim, mesmo com o risco elevado, o investidor pode limitar o seu risco no início por escolher um valor que faz sentido para a carteira dele e, ao mesmo tempo, participar de uma empresa com imenso potencial de crescimento.

Conclusão

Os aplicativos financeiros são ótimas ferramentas tanto para fazer estimativas dos custos e projeções de rentabilidade de determinados investimentos, quanto para auxiliar na tomada de decisões sobre qual aplicação financeira realizar os aportes de capital. O fato de serem gratuitos os torna ainda mais atrativos para quem costuma utilizar bastante o smartphone no dia-a-dia (ou seja, quase todo mundo).

Já os investimentos em startups se colocam como uma opção a mais no cardápio de alternativas para o investidor pessoa física. Pelo fato de serem de elevado nível de risco, com alta probabilidade de perda total do capital investido, eles não são certamente adequados para grande parte dos investidores.

Contudo, não deixa de ser interessante a existência de mais uma fonte alternativa de investimentos, e esperamos que a CVM faça a regulação com regras transparentes e claras, e que também somente autorize a atuar nesse mercado as instituições e empresas que cumpram com todo o aparato normativo estabelecido.

Eu, particularmente, no atual contexto de meus investimentos, ainda não investiria em startups, pois tais investimentos requerem um conhecimento mínimo dos projetos que demandam capital, conhecimento esse que leva tempo para ser adquirido e avaliado. Em matéria de investimentos em classes de ativos com maior grau de risco, ainda sou, digamos assim, “conservador” e prefiro optar somente pelo investimento em ETFs na Bolsa de Valores.

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21 Responses to Resumão da semana: app Renda Fixa, Calculadora do Cidadão, investimentos em startups brasileiras, e mais!

  1. Rosana 23 de novembro de 2015 at 6:14 #

    Guilherme,

    Gostei do site EqSeed, embora como você, ainda não me sinta muito confortável para investimentos em startups, mesmo com aportes de R$ 100,00. De qualquer forma, vou pesquisar mais sobre o assunto e acompanhar esse mercado, que parece ser bem interessante, embora meu perfil seja muito conservador. Em época no qual muitas pequenas empresas de tecnologia que ontem eram desconhecidas, hoje estão entre as mais rentáveis do mundo, acredito que esse seja um tipo de investimento muito bom, embora de alto risco.

    “4) Equity Crowdfunding (financiamento coletivo online, em que qualquer pessoa física pode ser sócia da empresa investindo a partir de R$ 100), que aguarda regulamentação pela CVM.”
    Por esse tipo de investimento ainda não ser regulamentado, isso não significa que é ilegal ou algo semelhante?

    Outra dúvida: o risco máximo é a perda do capital investido ou pode ser maior do que isso? Ou isso pode ser variável?

    O site Jurus é realmente excelente, tem me ajudado muito. 🙂
    O layout é bem limpo e feito de forma a facilitar a visualização dos dados de acordo com as necessidades do investidor.

    Boa semana!

    • Gui DSG 23 de novembro de 2015 at 9:58 #

      Guilherme, também tenho interesse nas suas questões.

      O site do Jurus e do EqSeed são muito bons. No EqSeed tem apenas uma empresa para investimento.

      • Guilherme 23 de novembro de 2015 at 19:18 #

        Oi Rosana, e Gui!

        Realmente, o equity crowdfunding é uma alternativa de investimento a mais, à disposição para quem deseja investir em startups.

        Sobre o fato de ainda não ser regulamentado, isso não significa que eventuais ofertas atualmente existentes sejam ilegais, mas sim que as que já existem é porque foram dispensadas de registro pela CVM.

        O risco máximo é a perda do capital investido. Não há possibilidade de o investidor ter que arcar com outras despesas.

        Sobre o site Jurus, de fato é ótimo, uma verdadeira “mão na roda”.

        Abraços, e boa semana!

        • Rosana 25 de novembro de 2015 at 15:43 #

          Guilherme,

          Não tem muito a ver com o post, mas gostaria de compartilhar com você e com os leitores do blog:

          Acabei de receber um aviso de chegada dos Correios (16:30 horas), com cobrança de taxa de armazenagem em uma agência que fica uns 30 km da minha casa.
          Estão cobrando 12,00 de preços postais e 23,47 de tributos, por um produto que custou 2 dólares! E já vi pessoas sendo taxadas por compras de 10, 15 dólares. E a regra dos 50 dólares, não vale mais?
          Absurdo isso, prefiro que reenviem o produto de volta ao vendedor.

          A prefeitura de SP pretende arrecadar mais de 1 bilhão com multas no ano que vem. E o pior: isso consta na lei orçamentária. Desde quando multa (que deveria ser algo eventual) faz parte do orçamento de algum lugar?
          Orçamento não é feito através dos impostos, que são arrecadados nas vendas? E quando uma economia cresce, as vendas não são maiores, gerando mais impostos?

          O que vejo é o governo fazer o possível para tirar dinheiro da população de qualquer jeito. Não que eu seja contra as multas, acho que devem existir sim, mas com ética. Em SP agora tem radares em todo canto.
          Onde eu moro não tem delegacia, posto policial, hospital, serviços decentes. Só lojas, radares e lombadas eletrônicas…
          Segurança não tem por aqui, mas radares e lojas não faltam.

          Vejo o Brasil como uma planta que não consegue crescer e muito menos se desenvolver por estar sendo cada vez mais sufocada pelos impostos, taxas e tributos que chegam de todos os lados…

          Lamentável tudo isso…..

          • Guilherme 25 de novembro de 2015 at 20:04 #

            Oi Rosana, obrigado por compartilhar tais notícias.

            Elas são tristes, e revelam o quão arcaico e desestruturado é nossos sistema tributário.

            Essa taxa de R$ 12 dos Correios é ridícula, pois eu penso que não tem fundamento ético nem jurídico. E os tributos, então? Essa “sanha” arrecadadora do governo me impressiona cada vez mais, e aqui entro na questão das multas, afinal, temos péssimos serviços públicos, pela quantidade de tributos que pagamos.

            Concordo com você, é lamentável viver num país como esse….

            • Rosana 26 de novembro de 2015 at 12:14 #

              Guilherme,

              Estou escrevendo um post sobre o assunto, estará terça-feira (dia 1) no meu blog.

              Estou indignada com o que aconteceu, não pelo valor do produto que paguei e não irei receber, mas pela ganância do governo, por passar por cima das próprias leis por ele estabelecidas.

              Esse é um país no qual temos apenas deveres – de pagar impostos principalmente. Mas direitos, não temos nenhum (ou quase nenhum).

              Abraços,
              Rosana

              • Guilherme 28 de novembro de 2015 at 18:48 #

                Oi Rosana, aguardo ansioso pelo seu post.

                Esse sistema tributário e o “ímpeto arrecadador” do governo comprovam a sua assertiva de termos praticamente somente deveres…

                Abraços!

        • Rosana 26 de novembro de 2015 at 12:16 #

          Agradeço pelos esclarecimentos, agora entendi! 🙂

  2. Anderson Chaves 23 de novembro de 2015 at 11:01 #

    Top demais esse app renda fixa.
    Voce nao precisa ficar acessando o site do TD pra olhar as taxas.

    COloca uma taxa que é interessante e fica esperando o alerta no celular.

    bacana demais

    abçs e parabéns pelo blog!

    • Guilherme 23 de novembro de 2015 at 19:18 #

      Valeu, Anderson!

      E muito legal o seu blog também!

  3. Paulo 23 de novembro de 2015 at 17:38 #

    Prezados, uma dúvida me atormenta a um tempo considerável. Tenho 23 anos, formado e empregado a 18 meses. Tenho investimentos em renda fixa e aportes mensais. Contudo fico com a sensação de que não conseguirei também conciliar aportes ou reservas para planos a curto prazo, como troca de carro, casa própria, viagens etc. Como planejar visando longo prazo (aposentadoria) e metas a curto prazo. Tenho previdência complementar da companhia onde trabalho e investimentos em LCI, Fundo referenciado DI e reserva de emergência na poupança (referencia a 10 meses de gastos). Desde já obrigado.

    • Guilherme 23 de novembro de 2015 at 19:20 #

      Olá Paulo,

      Para resolver seu problema, o ideal é que você estabeleça uma planilha de investimentos, onde possa acompanhar mensalmente o crescimento de seu patrimônio, dividido por classes de ativos – rendas fixa e variável, e fundos imobiliários (acaso invista nessa modalidade).

      Dessa forma, você terá um panorama para “enxergar” seu quadro de investimentos, e saber que decisão tomar a respeito de sua carteira.

      Abraços

  4. Rodrigo 25 de novembro de 2015 at 11:45 #

    Olá.

    Achei interessante esse site EqSeed. Pelo que verifiquei é parecido com o site kickstarter, só que voltado para o setor de startups e com possibilidade de retorno financeiro. Acredito que novas formas de investimentos são interessantes aos investidor por possibilitar uma maior diversificação.

    Entretanto, vou acompanhar de longe. Em momentos de crise adoto uma postura mais conservadora. Se perceber no futuro que este segmento está crescendo com certeza irei repensar minhas estratégias.

    Abraço e uma ótima semana!

    • Guilherme 25 de novembro de 2015 at 15:34 #

      Ótimos comentários, Rodrigo!

      Concordo que, quanto mais opções tivermos, melhor.

      Abraços!

  5. Marcelo Kastrup 26 de novembro de 2015 at 20:46 #

    Boa noite Guilherme

    você está ciente da retirada do ar do também excelente blog por parte da CVM O Pequeno Investidor?

    Fabio é pessoa séria e como vc nos ajuda a aprender mais e mais a cada dia ….

    Precisamos ajudá-lo pois há sério risco de censura em curso.

    Grato

    Marcelo

    • Guilherme 28 de novembro de 2015 at 18:49 #

      Oi Marcelo, fiquei sabendo através de você. Que terrível isso!

      Vou me informar a respeito e ajudá-lo, porque ele é uma das pessoas que mais ensinam educação financeira no Brasil.

      Abraços

  6. Zé da Silva 27 de novembro de 2015 at 16:04 #

    O “Calculadora do Cidadão do Banco Central” é um dos melhores apps dessa linha. 🙂

    A facilidade de uso, e sua funcionalidade (apresentar valores corrigidos por diversos índices – como a SELIC ou inflacionários – são tão grandes que até meu pai (60 anos de idade) consegue (e faz questão) usá-lo. 😉

    É uma verdadeira mão na roda !! 😀

    Abraços !

    • Guilherme 28 de novembro de 2015 at 18:50 #

      Olá Zé!

      Que maravilha! Se esse app consegue ser usado até por pessoas “leigas” em tecnologia, é porque é de fato fácil de usar!!!! 😀

      Abraços!

  7. Marcello 5 de setembro de 2016 at 15:02 #

    Pessoal, recomendo esse app desktop para controlar os investimentos: http://www.meusynvestimentos.com.br

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