Como dobrar seu capital (rent. bruta: 100,5%, líquida: 83%) em menos de 6 anos, com risco quase zero

O atual patamar da taxa básica de juros, a SELIC, em 14,25% a.a., se por um lado penaliza severamente quem tem dívidas e empréstimos, por outro lado abre oportunidades para operar estratégias de investimentos a longo prazo, que há muito tempo não se via no âmbito da renda fixa.

O artigo de hoje revela uma oportunidade que não existia desde que esse blog foi criado, em 2009: dobrar o capital investido, de forma garantida, num prazo inferior a 5 anos e meio.

Três fatores chamam a atenção, quando se lê o título desse artigo. Primeiro, claro, a possibilidade prática de fazer dobrar o capital investido. Ou seja, transformar R$ 500 em mil reais, R$ 10 mil em R$ 20 mil, R$ 500k em um milhão de reais. A segunda tem a ver com o prazo: relativamente curto, menos de 6 anos. E a terceira tem a ver com o risco: praticamente zero.

Tesouro Prefixado: o instrumento para dobrar seu capital

Como é possível conciliar alta rentabilidade com baixo risco? Se William Bernstein estivesse lendo esse artigo, certamente diria: “muito cuidado, leitores do blog Valores Reais, isso pode ser fraude”……..rsrsrs

É sabido que, em momentos de crise ou de euforia econômica, é possível conseguir dobrar o capital devido às fortes oscilações de mercado, com ativos que embutem alta volatilidade e que se depreciaram demais, tais como as ações, ouro e o dólar, e mesmo imóveis.

Porém, quando a taxa de juros oscila para cima, é possível tirar proveito também da renda fixa. E é precisamente aqui que entra o Tesouro Direto, e mais particularmente o Tesouro Prefixado (antiga LTN).

Como esses títulos têm uma rentabilidade fixada no momento da compra, é possível prever, ou melhor, ter a certeza, de quanto você irá ganhar no momento do vencimento do título, ou seja, se carregar o título até a data de vencimento.

Observem a tabela com os preços e as taxas dos títulos disponíveis para compra:

Tesouro Direto - Títulos à venda

Reparem que o Tesouro Prefixado 2021 está pagando uma rentabilidade bruta de 13,86% a.a. Ele está pagando menos que a taxa SELIC atual porque não se acredita que os 14,25% a.a. se mantenham até 2021 (e vamos torcer para que de fato isso não ocorra….rs).

Cada título do TD Pre 2021 custa aproximadamente R$ 500 (R$ 497,87, para ser mais exato).

Fazendo, então, um cálculo com a própria calculadora disponível na página oficial do Tesouro Direto, é possível saber quanto você irá resgatar se comprar esse título hoje, 10.08.2015, e o mantiver até 01.01.2021. Considerei uma taxa da corretora de 0,1% a.a., e fiz o cálculo tomando como base um valor investido de R$ 5 mil – arredondei os cálculos para facilitar a explicação. Confiram:

Tesouro prefixado Dobro 6 anos

Exatamente. Investindo R$ 5.005,00, você obtém, após menos de 5 anos e meio, uma rentabilidade bruta de R$ 10.037,74, ou seja, rentabilidade bruta acumulada de 100,5%. Após descontadas as taxas de custódia e de administração, bem como deduzido o valor do imposto de renda, o valor cai para R$ 9.150,56. A rentabilidade líquida acumulada fica em cerca de 83%, o que dá 11,89% a.a.

E o melhor de tudo: com o menor risco do mercado, já que o investimento é assegurado pelo Tesouro Nacional, que honrou 100% das aplicações em Tesouro Direto desde que o programa foi criado, na década passada.

Duas vantagens devem ser destacadas, em relação a essa estratégia de investimentos.

A primeira é a previsibilidade, ou seja, a certeza de que você irá conseguir multiplicar seu dinheiro nesse ritmo, desde que carregue o papel até a data de vencimento, ou seja, não realize saques de forma antecipada.

E a segunda é a garantia, isto é, o risco praticamente inexistente, dado que é garantido pelo próprio Tesouro Nacional.

Os “riscos” desse tipo de estratégia

Porém, alguns outros dados precisam ser mencionados, a respeito dessa estratégia. Não são riscos inerentes ao investimento em si – você garantirá a rentabilidade desde que carregue o investimento até o final – mas sim riscos relativos ao ambiente econômico que circunda o investimento, bem como observações comparativas com outros tipos de investimentos.

Inicialmente, é necessário frisar que se trata de um investimento a longo prazo, com duração superior a 5 anos. Logo, para você ter a certeza de conseguir dobrar seu capital com esse tipo de estratégia, é absolutamente indispensável não mexer no investimento até 01.01.2021, ou seja, não realizar nenhum tipo de venda antecipada.

Isso porque a nossa economia está vivendo – e viverá certamente – fortes oscilações, que perdurarão até 2020, o que influenciará o preço de mercado, ou seja, a cotação, do Tesouro Prefixado 2021, podendo até haver momentos em que ele chegue a preços inferiores aos que estão sendo praticados no momento. Ou seja, nada garante que o preço atual, de cerca de R$ 500, ou mesmo a taxa prefixada, de 13,86% a.a., se mantenha(m), o que pode ocasionar prejuízos caso você decida vender o título antes do vencimento.

Vale lembrar, só a título de exemplo, que o próprio Tesouro Prefixado 2021, sobre o qual estamos discorrendo nesse artigo, acumula uma rentabilidade negativa, nos últimos 30 dias, de 4%. Ou seja, quem comprou o título há 1 mês, e decidir vendê-lo hoje, perderá 4% do capital investido. Confiram:

Tesouro Direto Rentabilidade negativa

Fonte: Página oficial do Tesouro Direto.

Há, também, o chamado “custo de oportunidade”, isto é, nada garante que a situação econômica no país se deteriore ainda mais, a inflação não consiga ser controlada e, consequentemente, o BC tenha que subir ainda mais a taxa de juros, o que certamente impactaria o valor do Tesouro Prefixado.

Em outros termos: num cenário de SELIC a 18% a.a., seria possível dobrar o capital investido num espaço de tempo ainda menor.

Eu invisto no Tesouro Direto desde 2006, e, no auge da crise de 2008, mais precisamente em 27 de outubro de 2008, recordo-me bem que o Tesouro Prefixado 2017 estava pagando 18,80% a.a.

Num outro cenário, é possível também que as ações, que estão em patamares cada vez piores, consigam dar uma reviravolta, que a crise econômica termine antes do previsto, e que a Bolsa de Valores, ou as ações nas quais você deixe de investir para aplicar no Tesouro, consiga(m) dar retorno de 100% num espaço de tempo ainda menor.

Por fim, não podemos nos esquecer de que estamos falando apenas de rentabilidade líquida de impostos de taxas. Não estamos imputando nos cálculos a famigerada inflação. De nada adianta conseguir uma alta rentabilidade nominal – e mesmo líquida – se a rentabilidade real, isto é, descontada a inflação, for pífia.

Por isso, para que você tirar o máximo proveito de uma estratégia como a descrita nesse artigo, é de fundamental importância que você controle ao máximo o seu custo de vida pessoal, pois só assim o dinheiro aplicado em investimentos financeiros será capaz de lhe trazer ganhos substanciais.

Além disso, recomenda-se investir nesse tipo de estratégia com apenas parcela de seu capital, já que se trata de um investimento a longo prazo, que precisa, para produzir todos os efeitos que dele se espera, que o investidor cumpra o prazo de “carência” estabelecido. Como eu já disse em outro artigo, a diversificação é sua amiga.

E os títulos privados prefixados com isenção de imposto de renda?

Embora o Tesouro Direto seja o caminho mais seguro para se chegar aos sonhados 100% de rentabilidade, ele é apenas o ponto de partida para a conquista desse objetivo.

Isso porque ele serve como referencial sobre o qual todos os demais atores do mercado econômico ofereçam seus produtos. E é sabido que, quanto maior o risco embutido na instituição que oferece o respectivo produto, maior também tende a ser a rentabilidade.

Nesse cenário, destacam-se os títulos privados com isenção de imposto de renda, que podem assumir modalidades prefixadas. Os mais conhecidos, nesse âmbito, são sem dúvida as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), e as Debêntures incentivadas.

Todos sabem que a maioria desses títulos, em especial as LCIs e LCAs, são pós-fixadas ao DI, como são as LCAs do BB e as LCIs da Caixa. Porém, alguns bancos de médio e pequeno porte podem ofertar as Letras com remuneração prefixada, tal como o Tesouro Prefixado, mas, como eles têm a vantagem da isenção do imposto de renda, é possível que a rentabilidade líquida acumulada fique acima de 100%, dependendo da taxa e do prazo oferecidos.

Contudo, o risco é bem maior, de forma que é sempre recomendável investir dentro do limite de R$ 250 mil da cobertura do FGC, já considerando nos cálculos os possíveis rendimentos a serem obtidos. Por exemplo: se você estiver interessado numa LCA/LCI prefixada que ofereça 100% de rentabilidade acumulada, não aplique mais do que R$ 125 mil, pois a soma do aporte com o capital acumulado não chegará a R$ 250 mil.

Já as debêntures incentivadas são oferecidas ao mercado normalmente pagando uma taxa prefixada mais a inflação, assemelhando-se ao Tesouro IPCA+, como foi o caso das debêntures da Autoban. Contudo, nada impede que elas venham a pagar uma taxa prefixada nos mesmos moldes do Tesouro Prefixado.

Em qualquer caso, é preciso de fato haver um planejamento a longo prazo, uma vez que tais títulos – LCAs/LCIs e debêntures incentivadas – possuem prazos de carência bastante longos, e, quando são passíveis de negociação no mercado secundário (caso das debêntures), possuem liquidez bastante baixa.

Conclusão

Essa frase é clichê, mas precisa ser repetida: crise é sinônimo de oportunidades.

Mas só é sinônimo de oportunidades para quem tem dinheiro no bolso para aproveitá-las. Ou seja, para quem “está líquido” – cash is the king.

Em épocas de crise, boa parte dos ativos financeiros fica mais barato, e alguns ativos, em dias de forte oscilação e alta volatilidade, ficam absolutamente imperdíveis. Se a sua estratégia de investimentos contemplar assumir posições de longo prazo, a hora pode ser muito boa para garimpar boas oportunidades inclusive na renda fixa prefixada mais segura do mercado, que é a do Tesouro Direto.

Vamos recordar esse artigo quando a SELIC voltar ao patamar dos 7% a.a., ok? 😉

Aviso

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66 Responses to Como dobrar seu capital (rent. bruta: 100,5%, líquida: 83%) em menos de 6 anos, com risco quase zero

  1. Alex 10 de agosto de 2015 at 1:07 #

    Guilherme realmente estamos em um momento propício porém o TD é rolar dívida do governo. Julgo que um prazo de até 4 anos no máximo tá de bom tamanho mas eu diversificaria também.
    Tenho alguns títulos e pretendo levá-los até o fim para pagar a menor taxa de IR.
    Realmente, na crise que temos oportunidades!

    • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 10:55 #

      Verdade, Alex, diversificação é a chave para montar uma carteira de investimentos bem rentável.

      Abç!

  2. Rosana 10 de agosto de 2015 at 7:38 #

    Guilherme,

    Ultimamente minha preferência é por LCI’s/LCA’s de bancos menores, pois as taxas são atrativas (entre 90 e 100% do CDI) e não há incidência de IR. Eu gostava do TD até começar a pensar mais profundamente que os títulos públicos são uma forma de aumentar ainda mais a dívida pública. Além disso, o governo sempre pagará taxas atrativas para conseguir mais investidores, ou seja, fará o possível para rolar a dívida perenemente.
    Se o dinheiro conseguido através do endividamento público fosse utilizado de forma mais responsável pelo governo, em prol da população em geral na forma de investimentos realmente importantes e consistentes e melhoria nos serviços públicos em geral, acredito que eu me sentiria mais confortável com esse tipo de investimento. Mas todos vemos diariamente o descaso com que é tratado o dinheiro público, sejam de impostos ou TD, a surreal diferença entre o salário de um político (e todos os benefícios) e o salário mínimo e tantos outros problemas semelhantes. Isso tudo me desanimou a investir no TD, embora eu ainda tenha alguns títulos de longo prazo comprados há alguns anos, quando eu acreditava que o país estava tomando o rumo certo, coisa que não acredito mais, pois todas as reformas urgentes que deveriam ter sido feitas no passado, como as reformas previdenciária, ministerial, tributária, trabalhista, e penal são deixadas indefinidamente para depois, um depois que não chega nunca.
    O Brasil é um país reativo e não proativo, não busca soluções em tempo hábil. Infelizmente essa parece ser uma característica inata ao país, o que é totalmente contraproducente em um mundo globalizado.

    “crise é sinônimo de oportunidades.”
    Concordo com a frase, mas em minha opinião, nesse país é necessário muito esforço extra para que isso se torne realidade.

    Abraços,
    Rosana

    • Assalariado 12 de agosto de 2015 at 2:50 #

      Não faz muito sentido temer pelo TD e não temer por LCI/LCA’s. Tudo no mesmo barco.

      • Alex 12 de agosto de 2015 at 9:55 #

        LCA e LCI tem FGC.

    • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 10:58 #

      Excelentes comentários, Rosana!

      Concordo com seus argumentos, especialmente pelo “lastro” que o Tesouro Direto carrega, o que contribui para desanimar os investidores que acreditam nessa ferramenta como um meio para melhor administrar os gastos públicos.

      Nessa perspectiva, de fato as LCIs e LCAs oferecem outro panorama de investimentos, além do fato de terem garantia do Fundo Garantidor de Créditos, e, claro, terem uma rentabilidade maior.

      Abraços!

  3. R.S. 10 de agosto de 2015 at 8:17 #

    Guilherme disse:
    Vamos recordar esse artigo quando a SELIC voltar ao patamar dos 7% a.a., ok?

    R.S. Respondeu:

    Já anotei na minha agenda. Data de retorno: 01/08/2050
    Rsrsrsrs

    Brincadeiras a parte, acho de verdade que este fato não se repetirá nos próximos dez anos.

    • Rosana 11 de agosto de 2015 at 7:07 #

      “Brincadeiras a parte, acho de verdade que este fato não se repetirá nos próximos dez anos.”
      Infelizmente eu concordo com você. R. S….

      • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 10:59 #

        R.S. e Rosana, também acho difícil a SELIC baixar para esse patamar a curto e médio prazos.

        Abç!

  4. Flavio Mattos 10 de agosto de 2015 at 9:28 #

    Excelente post em um momento muito propício. Excelente oportunidade para quem pode esperar até 2021. Parabéns Guilherme.

  5. Rafael 10 de agosto de 2015 at 11:08 #

    Guilherme, pretendo quitar meu apartamento em 2021, minha atual estratégia é aportar em LFT todo mês… Lendo seu artigo eu fiquei na dúvida, não seria melhor eu aportar tudo em LTN? Não queria diversificar (comprar 2 títulos diferentes), pois assim a mágica dos juros compostos não estaria a meu favor, estou certo?

    • Leonardo 13 de agosto de 2015 at 9:51 #

      Rafael,

      A mágica dos juros compostos é intrínseca dos investimentos como o Tesouro Direto. Diversificar não quebra isso. A questão para ter mais mágica é conseguir taxa de juros maiores.

      Diversificar é importante, mas você precisa saber qual é o seu objetivo e montar uma estratégia. Ter uma estimativa das taxas futuras de inflação e juros para saber onde está melhor e qual o mix de títulos que faz mais sentido pra você.

      Não esqueça que os investimentos em TD pagam IR também, como dito no artigo você precisa calcular/estimar o rendimento líquido da sua aplicação e não apenas a taxa nominal.

      • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:02 #

        Excelente a avaliação do Leonardo.

        O risco de se investir na LTN é justamente a taxa SELIC subir ainda mais, fazendo com que haja um real custo de oportunidade, não tanto pelo retorno atual do Prefixado 2021, que garante o dobro de capital se você carregá-lo até o vencimento, mas sim a oportunidade de seu dinheiro render mais e você, portanto, conseguir quitar o apartamento antes de 2021.

        Como você tem um dinheiro com um objetivo não financeiro pré-definido, eu seria mais conservador e continuaria comprando Tesouro SELIC.

        Bons investimentos!

  6. Rodrigo 10 de agosto de 2015 at 12:04 #

    Guilherme ótimo artigo.

    Cheguei a fazer um curso avançado de tesouro direto que ensinavam a especular com tesouro direto. Eles recomendavam comprar títulos atrelados a inflação nos maiores vencimentos possíveis (2035 e 2050). A estrategia consiste em comprar esse títulos mais voláteis em momentos em que o juros esteja no seu patamar mais alto (juros 6,5+) e vender apenas quando a selic estiver em baixa (juros em 5% ou menos), antes do vencimento. Agindo desta forma é possível auferir rendimentos na casa de 20%-30% ao ano.

    Se olharmos no passado recente, realmente os juros tem se comportado em “ondas”, o juros nunca fica alto para sempre, nem baixo para sempre. O grande desafio é identificar o momento que o cenário está mudando.

    O que acha desse tipo de estratégia ?

    • Leonardo 13 de agosto de 2015 at 9:53 #

      Rodrigo,

      E se esse momento não chegar e você precisar vender o título antes? Está preparado para ter prejuízo com essa estratégia também?

      • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:05 #

        Rodrigo, a estratégia mencionada é até interessante, mas eu considero arriscada demais para a renda fixa, justamente pelas ponderações do Leonardo: risco de ter que vender o título antes, amargando um prejuízo potencialmente grande, especialmente em momentos de volatilidade do mercado.

        Se for para especular com o Tesouro Direto, que se faça com uma quantia limitada de seu capital, justamente para minimizar eventuais perdas.

        Abç!

  7. Marcelo Carvalho 10 de agosto de 2015 at 14:39 #

    Olá! A alta de juros das NTNB, LTN e NTNF constitui excelente oportunidade para a compra de tais papéis.

    A posterior queda dos juros para patamares mais comportados enseja ganhos expressivos.

    Vejo oportunidade similar para a renda variável. Com a alta dos juros (longos) e aversão ao risco, as cotações devem cair para ajustar o DY.

    Preços de ações e fundos imobiliários tendem a cair com a alta dos juros. Papéis de empresas e FII com bons ativos e boa gestão podem oferecer ótimos retornos daqui a alguns anos.

    • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:06 #

      Exatamente, Marcelo! Penso como você. O ganho acontece quando se compra barato e se vende caro. O momento atual é propício para a compra barata.

  8. José 10 de agosto de 2015 at 14:46 #

    Excelente matéria, até a poucos dias estava comentando sobre os preços atrativos do TD. Uma questão que surgiu foi o risco de o governo da um calote no TD, eu particularmente não acredito mas vai saber até onde a crise pode chegar. Em relação a esse risco de o governo não honrar o compromisso e da um calote nos investidores do TD, qual sua a opinião? Você acha que caso a crise se agrave pode ocorrer isso?

    Abraços e excelente post.

    • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:06 #

      Olá José, obrigado!

      Eu não acredito nessa possibilidade de calote no TD. O risco existe, mas é mais teórico do que prático.

      Abç!

  9. Daniel Pires 10 de agosto de 2015 at 18:29 #

    Guilherme, os títulos tesouro IPCA+ também estão extremamente atrativos, pagando mais de 7% ao ano mais inflação.

    • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:07 #

      Exato, Daniel, a oportunidade existe em vários títulos do Tesouro Direto!

  10. Sue Lanza 10 de agosto de 2015 at 23:12 #

    Excelente artigo, super didático!
    Parabéns!
    Abraços

  11. Antonio 11 de agosto de 2015 at 12:44 #

    Guilherme,

    A preocupação é com a inflação. A princípio teremos uma inflação cada vez maior, o que corroeria todo o juros Não temos como prever a inflação daqui a 5 anos. Não seria melhor aplicar num título indexado a inflação, como o IPCA?

    • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:09 #

      Antonio, sem dúvida, a inflação é o maior risco para a rentabilidade real do Tesouro Prefixado.

      Títulos atrelados à inflação são, como você bem identificou, as melhores alternativas para evitar perdas com o IPCA.

      O artigo se propõe a mostrar uma alternativa para quem quiser diversificar sua carteira, com uma rentabilidade prefixada, de preferência atrelada a um objetivo pré-definido para 2021.

      Abraços!

  12. Luan 12 de agosto de 2015 at 13:06 #

    Guilherme esse é meu primeiro post aqui.

    Pesquisei e estudei bastante sobre finanças e investimentos (agora que vou começar a investir) e queria dizer que seu blog foi um dos poucos onde baixei o arquivo e li o máximo possível de artigos. Obrigado pelo seu trabalho, vou continuar te seguindo.

    Uma dúvida off ao conteúdo desse artigo. Estou com dúvidas entre BOVA e PIBB para completar minha carteira em RV, você ainda investe nesse último? É devido principalmente a sua taxa de administração? Se fosse começar hoje pensando no longo prazo (acima de 20 anos) escolheria ele? Enfim.. pode tecer alguns comentários sobre os dois para facilitar minha escolha?

    Abs!!

    • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:13 #

      Olá Luan, obrigado pelas palavras! 😀

      Quanto à sua dúvida, de fato ela é pertinente.

      Eu tenho mudado minha estratégia em ações (falta escrever realmente um artigo sobre isso): tenho focado mais no BOVA11, no lugar do PIBB11.

      Reconheço as qualidades do PIBB11, como quase inexistente taxa de administração, boa diversificação de empresas etc.

      Contudo, as vantagens do BOVA11 estão me atraindo mais, especialmente a maior liquidez e o fato de a cota ser um espelho quase perfeito do Índice Bovespa, o que me permite “calcular de cabeça” se estou indo bem ou não com o investimento em Bolsa.

      Dessa forma, minha resposta para sua dúvida é: para investimentos a longo prazo, eu recomendaria o BOVA11.

      Aliás, se possível, recomendaria não só o BOVA11, mas também o SMAL11. Por quê? Porque você acrescenta mais um lote de várias dezenas de pequenas empresas, que tendem a oferecer maior rentabilidade, embora carreguem também uma parcela maior de risco.

      Com a dupla BOVA11 + SMAL11, você tem mais de 100 empresas em sua carteira, e possibilidade de captar o retorno do mercado, tanto das grandes do IBovespa, quanto das pequenas do grupo das Small Caps.

      Abç!

  13. Jack 12 de agosto de 2015 at 17:57 #

    Pessoal, alguem poderia me ajudar com uma dúvida quanto a renda fixa?

    No fim do ano passado, investi um determinado valor na LCI do BB a 80% do DI e com vencimento em 28/11/2016.
    Quase 1 ano se passou e a economia apresenta todo este cenário que todos já sabem.

    Minha dúvida é:
    Eu teria melhor rentabilidade caso eu retirasse o investimento feito ano passado, cujo vencimento é para 28/11/2016 e o reaplicasse novamente na LCI, porém com novo vencimento (XX/08/2017 por exemplo)?

    • Antonio 12 de agosto de 2015 at 22:25 #

      ola Jack!!!
      Também tenho aplicações no LCA do BB, mas a 84%, e já estou achando péssimo! a grande e única vantagem eh a liquidez do LCI e LCA do BB, que após 90 dias pode ser retirados. Mas existem várias aplicações com uma rentabilidade bem melhor, como 93% do CDI para aplicações por 360 dias em bancos de médio porte. Sugiro procurar algumas corretoras na internet. Muitas nem cobram taxa de administração! Abc

      • Jack 13 de agosto de 2015 at 14:09 #

        Oi Antonio, isso mesmo!

        Eu queria ter investido na LCA, porém apenas clientes ESTILO podem fazer este tipo de investimento no BB (não é meu caso), por isso coloquei na LCI..
        Não sei se você passou pela mesma situação, mas tentei de todas as formas aplicar na LCA (sim, o valor é superior a 30k) e me barraram de todas as formas, afirmaram que eu “não tenho perfil”, ou seja, não sou ESTILO..
        Detalhe: tenho conta no BB ha mais de 10 anos e NUNCA fiquei no vermelho.. Ao contrário disso, sempre fiz investimentos lá..

        Quanto a outras corretoras, eu gostaria realmente de aplicar com outras, porém estou em um momento muito corrido agora e não tenho tempo de procurar e avaliar isto nesse momento.. 🙁

        Mas assim que for possível essa será minha escolha com certeza!

    • Leonardo 13 de agosto de 2015 at 10:13 #

      Jack,

      Essa LCI que você comprou tem liquidez e rentabilidade diária? Ou você não pode resgatá-la antes de 28/11 sob o risco de perder os rendimentos já obtidos até então?

      Seria esse o produto que você comprou: http://www.bb.com.br/portalbb/page100,116,500239,1,0,1,1.bb?codigoMenu=1092&codigoRet=17998&bread=3 ?

      • Jack 13 de agosto de 2015 at 14:12 #

        Oi Leo!

        Exatamente, é a LCI com liquidez diária do BB…
        Então, eu apliquei tem mais de 1 ano, portanto eu poderia resgatá-la agora..

        A dúvida é: Teria alguma diferença em resgatá-la agora e reaplicá-la novamente na LCI? Eu teria maior rentabilidade diária com isso devido à situação atual da economia?

        • Leonardo 13 de agosto de 2015 at 22:54 #

          Oi Jack,

          Parece que o BB continua pagando 80%CDI na LCI. Se for pra continuar investindo na LCI do BB não compensa fazer o resgate pelo fato da taxa ser a mesma e uma reaplicação faria você ter de cumprir o prazo de carência de 90 dias.

          Há a opção da LCA do BB que paga 83%CDI e você voltaria a ter liquidez diária depois da carência dos 90 dias. Como a taxa é maior, já seria um pouquinho mais vantajoso, se você não precisar do dinheiro antes dos 90 dias. Mas parece que pela mensagem anterior o produto não está disponível pra você.

          Então, resta a dica dada pelo Antônio: abra uma conta numa corretora independente. É bem simples, não vai gastar muito do seu tempo e você terá acesso às LCA/LCI/LC/CDB de instituições menores e com taxas maiores de juros.

          Sou cliente da Easynvest, e se você for operar só LCA/LCI/CDB/LC não é cobrada nenhuma taxa de administração. Vale a pena.

          • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:16 #

            Olá Jack,

            Concordo com as respostas do Leonardo e do Antônio.

            80% do CDI líquido é baixo, considerando que corretoras independentes oferecem produtos sempre acima de 85% líquido do CDI. Você terá ganhos substanciais fazendo a troca para corretoras independentes.

            Abç!

            • Jack 24 de agosto de 2015 at 14:19 #

              É, de fato a opção mais viável seriam as corretoras independentes mesmo.

              Fiz estes questionamentos pois há toda uma divulgação quanto ao invesimento em LCA e várias pessoas comentam que possuem este investimento no BB, porém só acho estranho que quando eu tentei aplicar na LCA do BB, mesmo atendendo aos requisitos mínimos para a aplicação, o banco não permite, afirmando que apenas clientes Perfil A (ESTILO) podem efetuar este investimento.

              Outra situação “curiosa” é que maioria das pessoas que comentam sobre o assunto “investimentos financeiros” e também são clientes do BB, possuem investimento na LCA porém ficam caladas ou mudam de assunto quando pergunto se elas tiveram que ser ESTILO para poder aplicar na LCA.

              Enfim, de qualquer forma obrigado a todos pela ajuda pessoal!

  14. Poucos Centavos 13 de agosto de 2015 at 16:14 #

    Guilherme,
    Para quem está investindo para tirar só em 2021 essa escolha parece perfeita. No entanto, para quem não quer ficar até lá, me parece que o título com vencimento em 2018 está com uma taxa mais interessante, certo?

    Abs

    • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:17 #

      Exato, PC!

      A taxa do Pre 2018 apresenta maior atratividade.

      Abç!

  15. Fernando 14 de agosto de 2015 at 18:45 #

    Não vi ninguém comentando que esse rendimento não é real, ou seja, tem-se que levar em conta a inflação no período. Se considerarmos uma média de 8 a.a., o ganho real (poder de compra), aumento de patrimônio, será de aproximadamente 20%.

    • Guilherme 15 de agosto de 2015 at 11:17 #

      Sim, Fernando, a inflação alta corrói o poder de compra real do investimento.

  16. Leticia 14 de agosto de 2015 at 20:33 #

    Guilherme, você indica algum curso online ou livro para aprender a analisar e aplicar sozinha no Tesouro Direto?

  17. ANDRE 15 de agosto de 2015 at 12:15 #

    Oi,

    Comprei alguns títulos, NTNP quando os juros estavam baixos, entre 3 e 4%. Vale a pena vender esses e recomprar com os juros maiores de agora?

    Abs

    • Lisandro 15 de agosto de 2015 at 21:13 #

      André,
      Caso você queira vender suas ntn’s b para recomprar o mesmo título com taxa mais alta, você não terá ganho, e sim um prejuízo por pagar um ir mais alto ( caso aplicação menor que 720 dias). Já se for mudar o título aí talvez valha a pena. O seu ganho extra nas taxas mais altas será anulado pelo prejuízo que vai realizar.

      • Lisandro 15 de agosto de 2015 at 21:15 #

        Esqueci… Assim sugiro a compra do título com as taxas atuais com dinheiro novo e mantenha s antigos também. Abraco

        • André 18 de agosto de 2015 at 13:22 #

          Obrigado Lisandro.

  18. Ana 17 de agosto de 2015 at 13:18 #

    Um assunto off-topic, mas alguém viu essa matéria aqui?

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/08/1669463-bancos-endurecem-e-fica-mais-dificil-ter-desconto-em-anuidade-do-cartao.shtml

    • Leonardo 18 de agosto de 2015 at 15:26 #

      Oi Ana,

      Vi essa matéria sim e achei bem estranho seu conteúdo. Praticamente querem convencer o consumidor que o cartão tem muitos benefícios e que a cobrança de anuidade é necessária.

      Veja o relato do cara que paga R$900 de anuidade e fica feliz porque ganha 2 milhas por dólar gasto, sendo que o dólar pro cartão está no mínimo nuns R$ 3,55. Com todo respeito a diversidade de opinião e contentamento alheio, mas tá de brincadeira, né? =)

      O que temos visto acontecer em especial nos últimos 3 anos é a diminuição considerável de muitos dos benefícios dos cartões de crédito. Seja no menor número de parcerias para trocas de pontos, seja na menor taxa de conversão de pontos por dólar, seja em benefícios adicionais como descontos em compras, impossibilidade de pagamento de contas no cartão, etc. Incrivelmente nesses últimos três anos as taxas de anuidade também vem crescendo, além da cotação do dólar que ajuda na baixa quantidade de pontos a ser obtida por real gasto.

      Pra mim é muito simples. Eu tenho um cartão top porque não pago anuidade, mas se começar a pagar, troco por um platinum sem dó, e se não conseguir nenhum Platinum com anuidade gratuita, troco por um international mesmo. Status pra mim é dinheiro no meu bolso e não no dos bancos.

      • Guilherme 23 de agosto de 2015 at 16:39 #

        Oi Ana, faço minhas as palavras do excelente comentário do Leonardo.

        Só paga anuidade quem quer, e, se o banco começa a cobrar anuidade e é inflexível na negociação, então é hora de trocar de banco, pois ainda existe uma certa competição no mercado nacional, e há bons cartões com regras claras de isenção de anuidade.

        Finalizo com essa excelente frase do Leonardo, que vale a pena ser repetida:

        “Status pra mim é dinheiro no meu bolso e não no dos bancos.”

        Abraços

  19. Thiago 26 de agosto de 2015 at 14:54 #

    Olá Guilherme.. A taxa das LTFs (Tesouro SELIC) é indexada ao CDI ou a taxa SELIC? Obrigado!

  20. Ronaldo Moulin 29 de agosto de 2015 at 0:35 #

    Guilherme. Muitos estão apostando na NTN -B 2035. Com a seguinte estrategia: Se a Selic cair pra 10% em dois anos dá pra lucrar com a venda antecipada. Por outro lado, se esse cenário não se concretizar, se proteger da inflação e ainda levar 7% a.a. de ganho real nos próximos 20 anos é uma boa pra quem pensa na aposentadoria. O que você pensa sobre isso? Obrigado.

    • Guilherme 1 de setembro de 2015 at 19:19 #

      Ronaldo, considero essa uma ótima estratégia. É possível ganhar tanto em cenário negativo (continuação do quadro de crise), quanto em eventual cenário positivo.

      Abraços!

  21. Thiago 14 de setembro de 2015 at 15:09 #

    Guilherme,

    O Banco do Brasil cobra as seguintes taxas:

    Taxas

    Taxa de custódia da BM&FBOVESPA: 0,30% ao ano, cobrada semestralmente (no primeiro dia útil dos meses de janeiro e de julho), ou em eventos de custódia (pagamento de juros semestrais e resgate de títulos, por ocasião de seu vencimento), ou na venda antecipada, o que ocorrer primeiro.

    Taxa de serviço do Banco do Brasil: 0,50% ao ano. No momento da compra, é cobrada a taxa referente a um ano. Depois do primeiro ano de custódia, a taxa será calculada proporcionalmente ao período que você mantiver os títulos custodiados e cobrada em conjunto com a taxa da BM&FBOVESPA.

    Ainda assim vale a pena?

    • Guilherme 14 de setembro de 2015 at 18:50 #

      Thiago, as taxas cobradas pelo Banco do Brasil estão dentre as mais altas do mercado financeiro.

      Só vale a pena, com ressalvas, para aqueles que estão começando a operar no Tesouro Direto, como uma espécie de “fase de aprendizado”.

      Superada essa fase, recomendo fortemente migrar o investimento para corretoras independentes, que cobram taxas bem menores.

  22. rafael 29 de setembro de 2015 at 19:22 #

    Olá, parabéns pelo ótimo artigo.
    gostaria que se possível fosse me desse uma luz em face a um dilema pessoal no qual me encontro… e acho que pode estar atingindo muita gente. referente ao expressivo aumento na taxa de remuneração dos titulos públicos do governo em meio a crise economica.

    bem, o dilema é o seguinte:

    comprei uma certa quantia de títulos NTN-B 2019 a uma taxa de 6,83 % em julho /15 quando achava que tinha encontrado uma boa taxa,
    fiz a simulação básica na calc do tesouro e este me retornou uma taxa liquida anual de 11.18% tomando como base uma inflação de 6%….

    na epoca achei que era um bom negocio, mas hoje vendo a longo prazo e mirando nas taxas maiores ainda para o mesmo titulo que comprei, me fez pensar em vender tudo o que comprei e comprar o mesmo titulo porem com um vencimento mais longo, tipo um IPCA 2035 que esta pagando 7,43 de taxa com o preço de R$665,09 pelo titulo.

    o que seria mais interessante a nível de investimento ?

    não preciso do dinheiro investido… seria para comprar uma casa ou custear a faculdade de um possível filho. não sei… é um dinheiro que não pretendo mexer , já nem conto com ele.

    investi o valor de um carro popular, o que não me daria um prejuizo tão grande , caso eu decidisse por vender antecipadamente e arcasse com o prejuizo.

    o que me desperta é a taxa de 7 e o valor de 600 do longo prazo, 2035. 20 anos.

    fiz uma simulaçao na calc do tesouro
    comprando em outubro /15 esse titulo, com essa taxa, à esse valor , e esperando até o vencimento, obteria quase 100 x o valor investido. apesar da rentabilidade anual ser pouca coisa maior a que estou hoje.

    o que seria mais interessante?
    segurar o titulo que estou e aguardar ou vender tudo, arcar o prejuizo e investir o montante no longo prazo com taxas maiores?

    se puder ajudar, obrigado :D!

    • Guilherme 2 de outubro de 2015 at 12:52 #

      Olá Rafael,

      De fato, as taxas atuais estão em patamares bastante atrativos, embora você também tenha conseguido uma taxa muito interessante.

      A minha sugestão é vender metade dos atuais títulos, e reaplicá-los no Tesouro IPCA atual.

      Dessa forma, você minimiza o prejuízo, e ainda por cima tira proveito dos valores atuais de taxas praticados pelo Tesouro IPCA.

      Eventual prejuízo no momento da venda será largamente recompensado pela rentabilidade extra que terá ao comprar o Tesouro IPCA pelos valores atuais.

      Abraços!

  23. vbandrade 27 de dezembro de 2015 at 18:04 #

    Acabei de encontrar esse artigo e vejo que alguns meses depois e a taxa subiu para 16.44%. \o/

    Vai ser o começo da minha reserva da emergencia.

  24. Ayres 20 de setembro de 2016 at 11:43 #

    Resumindo em 2021 poderei comprar com 1.000.000 a mesma coisa que posso comprar hoje com 500.000 mil

  25. Ayres 20 de setembro de 2016 at 11:56 #

    custo para produzir um abacaxi 0,30 contando a terra e mão de obra preço pago ao produtor 1,00 tempo 18 meses mais de 300% já é um bom retorno ! Fica a dica , quem planta colhe, mas é claro que temos que saber onde , como e para quem vender !

  26. Sharon 6 de outubro de 2016 at 6:12 #

    Gostaria de saber qual o melhor investimento para o meu dinheiro. Em se tratando que vou vender minha casa e terei em torno de 700 mil. Minha ideia era comprar um ap de 400 mil e usar os 300 mil para investir num negócio. Porém, lendo muitos artigos financeiros estou vendo que posso dobrar as quantias e não ficar descapitalizada. No meu lugar o que você faria?
    Obs: não entendo nada de investimentos. Preciso dicas de quem está começando mesmo!! Obrigada.

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