Zigue-zague: Bolsa em baixa, dólar em alta, fundos imobiliários em baixa, juros em alta: o que fazer?

As últimas semanas não têm sido nada fáceis para os investidores brasileiros, pois só temos tido notícias ruins no âmbito econômico.

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A Bolsa de Valores fechou sexta-feira aos 51.618 pontos, no menor nível desde outubro de 2011, após a notícia de que a agência de classificação de risco Standard & Poor’s pode rebaixar para “negativa” a perspectiva do rating do país. No ano de 2013, as perdas do Índice Bovespa já acumulam a impressionante marca de 15,3% – e olha que ainda temos um semestre inteiro pela frente (incluindo o fatídico mês de outubro, que costuma ser cruel com as Bolsas de todo o mundo…rs).

No câmbio, o dólar está dando o ar de sua graça, subindo com força nos últimos dias, e chegando à cotação de R$ 2,13, sendo que tinha atingido o pico, dias atrás, de R$ 2,14, um nível não visto desde maio de 2009, portanto, há 4 anos. Isso não é ruim somente para quem vai viajar para o exterior nos próximos dias, semanas ou meses: é péssimo também para quem gosta de acumular milhas no cartão, pois, obviamente, como as conversões dos pontos são feitas baseadas na quantidade equivalente de dólares gastos, e não de reais, quanto maior for a cotação do dólar, menos pontos e milhas se acumulam. E como o dólar está tão alto quanto em maio de 2009, esse sem dúvida é o pior momento para acumular milhas nos últimos 4 anos (e isso sem contar as mudanças nos programas de fidelidade feitos pelas empresas do ramo, mas isso fica para um próximo post).

Os fundos imobiliários também têm patinado feio nos últimos tempos. O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX), fechou a última semana em 1.513 pontos, já um pouco distante, portanto, do pico de 1.620 pontos, alcançado em fevereiro desse ano. O fato é que esse mercado vem passando por um processo de estabilização nos preços, depois da festa dos últimos anos, com o lançamento de vários produtos, uns bem interessantes, outros nem tanto.

E os juros, por sua vez, depois de um período de quedas sucessivas, praticadas pelo COPOM Governo, para tentar estimular a economia, voltaram a subir com tudo nas últimas semanas. A subida com força da taxa SELIC tem influenciado de forma bastante negativa o preço de mercado dos títulos públicos prefixados e indexados à inflação do Tesouro Direto, tais como as LTNs, NTN-Fs, mas sobretudo as NTN-Bs. Confiram a rentabilidade no ano de 2013 (até aqui) dos títulos do Tesouro Direto:

Tesouro Direto - Rentabilidade

Clique na imagem para ampliá-la

Observe que praticamente todos os títulos indexados ao IPCA apresentam rentabilidade negativa nesse ano, sendo que os títulos de prazo mais longo, com vencimento a partir de 2035, têm apanhado mais, com rentabilidade negativa superior a 10% (quase empatando com o Ibovespa…rs).

O cenário em que vivemos, portanto, exige cautela, sangue frio, muito estudo, tática, disciplina, e uma estratégia baseada em confiança no próprio taco para saber o que fazer. E o que fazer então em meio a essa turbulência toda?

A estratégia de investimentos em três tempos

Bom, em primeiro lugar, se você consegue fazer sobrar dinheiro no orçamento doméstico, gastando menos do que ganha, controlando bem os impulsos de consumo, e não se deixando levar pelas tentações consumistas do dia-a-dia, que pululam na nossa frente, parabéns, você já faz parte da elite da sociedade brasileira, que está preocupada em garantir um futuro melhor (até porque, como diz meu amigo Conrado Navarro, é no futuro que você irá morar um dia).

Basicamente, o que você deve fazer é aproveitar a crise para escolher aqueles investimentos mais adequados ao seu horizonte de tempo, ou melhor, a cada fase de sua vida. Como assim?

Simples.

Todos nós temos: (a) objetivos de curto prazo, ou seja, aqueles em que precisaremos usar o dinheiro para gastar num evento próximo; (b) objetivos de média duração, para aqueles eventos que irão ocorrer num prazo de 2 a 5 anos, por exemplo; e (c) metas de longo prazo, ou seja, para aquelas situações que irão ocorrer bem mais pra frente, como a pós-faculdade, a faculdade das crianças ou a sua própria aposentadoria.

O segredo consiste em “sincronizar” os investimentos financeiros com seus objetivos não-financeiros, a fim de extrair o máximo de rentabilidade de cada nota de real investida numa aplicação financeira, a fim de que você consiga atingir aquelas metas não-financeiras com segurança, baixo custo e solidez. Ficou complicado demais? Vou explicar melhor.

Para aqueles objetivos de curto ou curtíssimo prazo, tais como pagar a viagem de férias de julho, quitar a conta do cartão de crédito da próxima fatura, ou mesmo assegurar um montante suficiente para cobrir a festa de aniversário de seu filho em outubro, o negócio é ser conservador: aqui, mais vale uma rentabilidade pífia na mão do que duas possibilidades de rentabilidade astronômica voando. E por “conservador” entenda-se em investir em aplicações pós-fixadas ao CDI ou à SELIC, tais como CDBs pós-fixados de bancos de primeira linha, letras de crédito imobiliário, Letras Financeiras do Tesouro, fundos referenciados DI com baixa taxa de administração etc. Aliás, esse é um momento interessante para reforçar o caixa em aplicações dessa natureza, tendo em vista a promessa de mais aumentos na taxa SELIC nas próximas reuniões do COPOM.

Para pagar a compra do carro daqui a 3 anos, assegurar “aquela viagem” para assistir aos Jogos Olímpicos em 2016, ou a festa de formatura daqui a 4 anos, ou seja, para objetivos de médio prazo, os investimentos indexados ao CDI/SELIC continuam sendo uma ótima opção, mas é de se averiguar também o investimento em aplicações menos conservadoras, que tenham uma pitada (ainda que mínima) de risco, tais como títulos prefixados e atrelados à inflação do Tesouro Direto – LTNs, NTN-Fs e NTN-Bs – e em títulos privados de perfil semelhante, desde que apresentem um grau mínimo de confiabilidade (exemplos: debêntures). A ideia aqui é que, justamente por você não precisar sacar o dinheiro no curto prazo, poder assumir mais riscos para obter um “prêmio” pelo risco assumido, que é representado justamente pela rentabilidade extra oferecida. Nesse quadro se encaixam, por exemplo, as debêntures que o BNDESPar irá ofertar ao mercado nos próximos meses, como antecipamos no blog na semana passada – vide o artigo Vêm aí as debêntures BNDESPar 2013!.

E para os objetivos de longo prazo, a ideia é o investimento em Bolsa de Valores, através de corretoras que tenham baixo custo operacional (confirma também A compilação dos leitores: 7 alternativas para reduzir seus custos operacionais na Bolsa), ainda mais com as ações atingindo patamares tão atraentes. Esse meu pensamento, alias, é compartilhado por nomes de peso na blogosfera financeira, como o Finanças Inteligentes, que, em seu último post, assim se manifestou:

“Esta queda na Bovespa poderá apresentar uma boa oportunidade de compra (visando o médio e longo prazo) àqueles que ainda possuem pouca ou nenhuma exposição em renda variável. Já é possível adotar uma estratégia de compras parciais e crescentes, acompanhando a queda do índice. Lembrando que a maior parte da carteira precisa ser preservada aos momentos de pânico (ou crash) do mercado”.

#FicaADica! 😀

Chovendo no molhado?

Sei que as dicas postadas acima podem parecer repetitivas para os mais experientes nas finanças pessoais, que devem estar “carecas” de saber que o curto prazo é para a renda fixa (de preferência pós-fixada), e o longo prazo é para as ações.  Mas então por que recomendá-las novamente?

Por duas razões.

A primeira se chama oportunidade: quando o IBovespa estava perto dos 73 mil pontos, há alguns anos, algumas pessoas reclamaram que não haviam entrado na Bolsa antes, e perguntavam se era hora ou não de comprar. Eu recomendei cautela, pois, conforme escrevi em outra ocasião, tudo o que sobe demais, um dia desce. Abaixo dos 60 mil pontos, sempre haverá oportunidades de compra quando o mercado entrasse em crise. Observem que escrevi esse artigo em maio de 2010, 3 anos atrás, portanto.

Pois bem. Tempos depois daquele artigo, a Bolsa ensaiou uma recuperação, e novamente algumas pessoas perguntaram se não era o momento ideal de comprar, ao que eu respondi que precisavam ter paciência, pois o melhor momento para se entrar na Bolsa é quando ela entra em crise – e crises é o que não têm faltado nesses últimos anos (engraçado como as pessoas querem entrar na Bolsa só quando ela está em alta, mas quando ela está em baixa, ninguém quer dar o seu na reta..rs..:-P).

Durante aquela magnífica semana de agosto de 2011, quando a Bolsa havia fechado em 48.668 pontos, alertamos para a necessidade de o investidor usar a cabeça antes de usar o dinheiro, procurando investir com critérios e com um conhecimento mínimo do mercado de investimentos:

Se você nunca investiu em ações, não tenha pressa e não se afobe, porque você pode se machucar. Como eu disse no texto anterior, muita calma nessa hora, você deve usar sua cabeça antes de usar seu dinheiro, de modo que você deve buscar se educar financeiramente e fazer cursos, assistir palestras, ler bons livros e bons blogs, ou seja, aproveitar as boas fontes de informação e conhecimento para se preparar adequadamente para esse tipo de investimento. Os investidores de longo prazo na Bolsa não sairão correndo para vender amanhã ou depois de amanhã caso ela tenha o chamado “repique de alta”: eles veem as ações como um ótimo instrumento para financiar a construção de sua independência financeira, ou seja, de formação de poupança a longo prazo. E eles também não ficarão arrancando os cabelos caso a Bolsa resolva cair ainda mais nos próximos dias, nas próximas semanas ou nos próximos meses, simplesmente porque o negócio deles não é ter market timing, não é acertar o fundo do poço, mas apenas aproveitar as oportunidades de desconto que o mercado está oferecendo para adquirir mais ações a preços mais atraentes. E, se o mercado cair ainda mais, tanto melhor. O investidor de longo prazo aprende a tirar proveito dos mercados de baixa, usando-os como aliados na construção de seus planos de investimentos.

De qualquer forma, concluímos, naquele artigo de agosto de 2011:

Quem apanhou na crise financeira de 2008 está tendo uma oportunidade de ouro de se redimir, de aprender com os próprios erros e de dar a volta por cima e triunfar nessa nova crise de 2011. É o que eu espero fazer, ou seja, evitar os erros do passado, como, aliás, registrei em alguns artigos aqui no blog: Aprenda com meus erros de investimentos #2:comprando PETR4 a R$ 16,99,PIBB11 a R$ 49,04,USIM5 a R$ 20,24… e Aprenda com meus erros de investimentos #5:Entrando numa IPO baseado numa opinião dada num programa de TV. E perdendo 62,69% do dinheiro investido..  Na verdade, desde que esse site foi criado, em maio de 2009, o Ibovespa nunca teve uma pontuação tão baixa nunca esteve tão barato.

Ou seja: não faça nada por afobação. Reconheça a existência de uma oportunidade, mas aja com estratégias claras e metas bem definidas. Se você nunca investiu na Bolsa, recomendo a leitura desses artigos:

Comece na Bolsa operando pequeno,

Por que é tão difícil investir na Bolsa com valores pequenos e de forma regular? Aqui estão 7 motivos

A melhor estratégia de investimentos que você já conheceu – Como conseguir retornos acima da Bolsa no longo prazo com risco controlado (guest post sensacional do amigo Henrique Carvalho)

Guia básico de introdução ao mercado de ações, no home broker

Pensando em uma estratégia mista na Bolsa de Valores: parcela em ações individuais, parcela em ETFs.

E, finalmente, a segunda razão pela qual eu volto a destacar a importância das regras antigas se chama mais ação, menos inércia. Isso porque muitas pessoas, apesar de saberem que as ações são para o longo prazo, e que elas devem ser compradas quando existem oportunidades, simplesmente não agem. Ficam paralisadas pelo medo. Dão a inevitável desculpa de que “pode cair mais” e acabam não fazendo p***a nenhuma. Aí, quando o Bovespa volta a se recuperar com força, elas se lamentam pela oportunidade perdida e ficam “torcendo” pra Bolsa cair. Aí, quando a Bolsa cai, e cai pra valer, eles não fazem nada, dizendo algo mais ou menos assim: “vai que a Bolsa caia ainda mais”….rsrs….

Bom, eu não sei quantas vezes a Bolsa irá cair antes de voltar a subir com força – pode até demorar mais tempo do que imaginamos, devido à crise econômica. Porém, isso não pode servir de empecilho para você não fazer nada em relação ao seu futuro, muito menos em relação ao seu presente. Comece, ainda que de forma gradual e pequena. Afinal, como escrevi em outro artigo, são as pequenas coisas, feitas de modo constante, que criam maior impacto.

Conclusão

O mercado oferece diversas oportunidades, em praticamente todos os segmentos. É possível surfar na onda dos juros altos, concentrando aplicações em juros pós-fixados, mas também é possível tirar proveito da crise na Bolsa, escolhendo ações ou fundos que estejam com preços mais baixos do que eles realmente valem, o que significa, na prática, comprar uma moeda de R$ 1 por cinquenta centavos ou até menos. Outros até fazem hedge com dólar e ouro, e devem estar rindo à toa nesse momento de dólar nas alturas.

Esteja atento às oportunidades, estude, pesquise, mas sobretudo aja: faça os investimentos mais adequados tendo em vista cada objetivo não-financeiro que você tem para sua vida. Afinal, você é uma pessoa privilegiada por ter dinheiro sobrando para investir. 😀

Bons investimentos!

Créditos da primeira imagem: Free Digital Photos

Curiosidade financeira: a antítese histórica perfeita desse texto é o post que escrevi em 16 de novembro de 2010, intitulado Bolsa cara, imóveis (e, por tabela, fundos imobiliários) caros, ouro caro. E eu, começando *JUSTAMENTE AGORA* a fazer sobrar dinheiro e a investir… o que fazer, então? Naquela época, a Bolsa estava perto dos 73.500 pontos (acreditem!), o ouro estava lá nas alturas, e o Brasil já vivia a febre dos fundos imobiliários. Hoje, tá praticamente tudo invertido: embora os fundos imobiliários ainda estejam um pouco caros, as ações certamente estão bem mais baratas. Vale a pena dar uma conferida.

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17 Responses to Zigue-zague: Bolsa em baixa, dólar em alta, fundos imobiliários em baixa, juros em alta: o que fazer?

  1. Finanças Inteligentes 10 de junho de 2013 at 1:53 #

    Ótimo artigo!

    Estamos num momento raro do mercado. Temos oportunidades de negócio acontecendo simultaneamente na renda fixa e também na renda variável. As oportunidades poderão melhorar ainda mais em ambos os casos, mas como não sabemos onde será o topo dos juros futuros (pode estar perto) ou o fundo da bolsa (este é mais incerto, porém já caímos bastante e sozinhos – comparando com os nossos pares mundiais – este ano), penso que o ideal para o investidor é realizar compras parciais e crescentes daqui pra frente. Quando o ciclo de aperto monetário do BC chegar ao fim, ou a bolsa voltar a subir, as janelas de oportunidades fecharão.

    Abcs, boa semana!

    • Guilherme 10 de junho de 2013 at 8:36 #

      Obrigado, F.I.!

      Ótimos comentários, como sempre. Estou com você: investimentos de forma progressiva e gradual, sem pressa, com paciência e muito estudo. É o caminho!

      Boa semana também!

      Abç

  2. Jônatas R. Silva 10 de junho de 2013 at 13:53 #

    Prefeito Gui…. queria eu ter escrito este maravilhoso artigo que reflete com perfeição nosso momento econômico!

    Abraço meu amigo!

    • Guilherme 10 de junho de 2013 at 22:25 #

      Muito obrigado pelas palavras, amigo!

      Abç!

  3. Alberto 10 de junho de 2013 at 14:42 #

    Guilherme, muito bom artigo.
    Com relação à Bolsa, vejo uma oportunidade. Com menos de 52 mil pontos eu acho que ela se torna atrativa.
    Claro que também pode ter espaço para cair mais, mas gostaria de dividir minha experiência prática de como entrar na Bolsa na baixa e sair na alta.
    Ela pode não ser novidade para a maioria, mas para quem quer começar pode ser uma boa dica.
    A alta do mercado é sempre mais fácil de se saber. Alguns amigos brincam dizendo que é só reparar quando aquela sua tia de idade te pergunta o que você acha da Bolsa, ou então seu cabeleireiro no corte mensal. Se eles estão pensando na Bolsa, é porque ela está cara. Nesses casos, com certeza, não será uma boa hora para entrar em bolsa. E ai está erro, muita, mas muita gente entra nesses momentos.
    Já a baixa pode ser uma incógnita.
    Uso como estratégia o seguinte: reservo uma parte dos investimentos que não será utilizada num curto prazo e começo a comprar quando o mercado está caindo muito (como agora). Defino stops de perda mais ou menos até onde posso aguentar de prejuízo. Mas mesmo que eu venda nesses stops de perda, compro novamente (as vezes até no dia seguinte) o mesmo ativo mais baixo ainda. Ai quando o mercado sobe, vendo e abato aquele prejuízo dos stops de perda no possível lucro que tive. Você precisa estar ciente que ela pode demorar a voltar e esse capital irá ficar comprometido. Mas o lucro muitas vezes é quase certo.
    A desvantagem da minha metodologia é que fica claro que bolsa é um investimento que você precisa estar sempre acompanhando. Não dá para deixar lá e esquecer, até porque não é só o risco econômico que está embutido no investimento e sim o risco do próprio ativo que você está comprando (tudo pode estar muito bem, mas o ativo escolhido não).
    O que comprar? Não sou muito fundamentalista, mas tenho sido cauteloso e procurado focar em ativos do Índice.

    • Guilherme 10 de junho de 2013 at 22:27 #

      Excelentes observações, Alberto!

      E parabéns pela estratégia clara e métodos predefinidos de atuação. O fato de estar sempre acompanhando o mercado, por outro lado, apresenta a vantagem de você poder tomar decisões com um grau maior de conhecimento dele, focando mais naquilo que é realmente importante.

      Abç!

  4. André Guilhon 10 de junho de 2013 at 18:56 #

    Excelente. Parabéns! O momento é realmente atípico. Renda fixa e variável com oportunidades. Sucesso!

  5. Luiz 11 de junho de 2013 at 12:16 #

    Excelente post Guilherme! Os iniciantes que prestem atenção! Se eles seguirem os seus conselhos daqui a alguns anos estarão rindo a toa! Abraço e parabéns!

    • Guilherme 11 de junho de 2013 at 12:33 #

      Obrigado, Luiz! Esse é o objetivo: fazer meus leitores mais sorridentes e com mais dinheiro no bolso! 😀

      Abç!

  6. Davi 12 de junho de 2013 at 12:57 #

    O que fazer? rsrs Debêntures parece ser uma boa… mas tenho dúvidas (e não encontro respostas nos outros posts):

    – Como fazer bookbuilding das debêntures da BNDESPar? Qualquer corretora pode fazê-lo ou só as 4 listadas [“O Itaú BBA é o coordenador líder da operação e atua ao lado de BB Investimentos, Bradesco BBI e XP Investimentos.” Fonte: Valor]?

    Abs!

    • Guilherme 12 de junho de 2013 at 22:21 #

      Davi, o procedimento do bookbuilding é feito de forma coletiva por um pool de instituições financeiras. Fique tranquilo que tudo será devidamente comunicado ao mercado pelas instituições participantes.

      Abç!

  7. camilo lopes 16 de junho de 2013 at 21:03 #

    Bom post. E bem interessante. Mas, acho que a maioria dos posts aqui deveriam ser mais curtos. Alguns são longos demais e se perde o foco de certo modo. Uma sugestão :).
    abracos,,

    • Guilherme 16 de junho de 2013 at 22:57 #

      Olá Camilo, obrigado pela sugestão! Vou experimentar fazer posts curtos também! 😀

      Sinta-se à vontade para fazer quaisquer outros tipos de sugestões!

      Abç!

  8. Carine 25 de junho de 2013 at 11:02 #

    Parabéns pelo post, com certeza o caminho é entrar quando todos estão pessimistas e sair quando todos estão otimistas.

    Eu trabalho como operadora, e vejo meus clientes enlouquecer em cada queda, sempre lhes tranquilizo , dizendo que esta é a hora de comprar pouco a pouco e criar um investimento sustentavel ao longo dos anos, afinal toda compra ou venda deve estar pautada em algum fundamento, fazer operações com intuito de ” ir na dica” não rende pra ninguém a não ser pra nós mesmos.

    Abç!

  9. Gouvea 30 de junho de 2013 at 22:11 #

    Olá Guilherme, nesse caso, o investimento em fundo cambial seria bom no momento? Já que o dólar esta com tendencia de alta.

    Investi em OZ2D, contrato de 10 g, investi 3 K, mas só para testar mesmo.

    Abraço.

    • Guilherme 30 de junho de 2013 at 22:39 #

      Olá Gouvea, o investimento em fundo cambial só seria interessante em específicas situações, como a pessoa que planeja fazer um intercâmbio nos EUA daqui a 6 meses, por exemplo.

      Se eu tivesse dinheiro em caixa, hoje, evitaria comprar fundos cambiais, mesmo com essa alta toda do dólar. Preferiria focar em outros ativos que estão mais baratos, como Bolsa, fundos imobiliários e títulos do Tesouro Direto de prazo mais longo.

      Interessante seu investimento em ouro na BM&F. Também pretendo um dia investir uma quantia pequena nesse mercado, só para experimentar mesmo, tal como você vem fazendo.

      Abç!

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