Vivendo sem Facebook

Há vida fora do Facebook.

E essa não é uma pergunta. É uma afirmação.

Apesar de eu ter um perfil naquela rede social, reconheço que não a utilizo tanto quanto poderia (ou deveria). É que utilizar com mais profundidade o Facebook teria como consequências imediatas trazer mais visitantes ao, promover mais conteúdo relacionado aos temas que são divulgados por aqui, aumentar a audiência do site etc. etc. etc. Só que não.

O silêncio tende a lhe dizer coisas: que o barulho era desnecessário“.

– Leo Babauta

Felizmente, eu não estou sozinho, nessa prática de uma vida sem Facebook. Leo Babauta, autor de um dos blogs – Zen Habits – de maior audiência mundial, não tem Facebook. Aliás, ele deletou a sua conta nessa rede social há mais de 17 meses, conforme um post que publicou em seu blog, e que serviu de inspiração para esse artigo.

O objetivo disso era bem claro: viver deliberadamente. Quando você vive sem o Facebook, você não precisa mais se preocupar em checar as últimas atualizações de seus amigos, lidar com requisições de amizade de estranhos, postar qualquer coisa que esteja acontecendo com você, curtir ou não fotos “engraçadas” etc.

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Como diz o Leo:

“This is not to belittle what others do, but to reflect on the noise that builds up when we participate neck-deep in a social network”.

Que, numa tradução livre, quer dizer:

“Isso não significa, por evidente, menosprezar o que outras pessoas fazem, mas simplesmente refletir sobre o barulho que se acumula quando participamos em profundidade de uma rede social”.

A grande questão aqui, meu(minha) amigo(a), é tempo. Ou melhor: priorizar as coisas que realmente são importantes. Quando você deixa de fazer todas as atividades típicas de um usuário de Facebook, tais como curtir fotos, postar atualizações, checar as atualizações dos outros, jogar Farmville etc., você ganha tempo. Tempo esse que você pode utilizar para fazer muitas coisas. Como praticar exercícios físicos. Caminhar pelo parque. Ler livros. Brincar com seus filhos. Sair com os amigos. Escrever em um blog (aham).

Embora sejamos criaturas sociais, o fato é que a socialização online é ainda muito superficial. Conversar com alguém durante 2 horas no Facebook não se compara a conversar com essa mesma pessoa durante 2 horas numa mesa de bar.

Talvez a necessidade de se socializar se deva ao fato de ficarmos com medo de estarmos sozinhos. E será que isso não seria bom? Experimente se desconectar: um sábado – ou qualquer outro dia da semana – sem email, sem Facebook, sem Twitter ou qualquer outra rede social. Um sábado sem Internet. Sem vida digital.

Sugestões do Leo:

“Desligue, e apenas crie, reflita, faça um braistorm, ande, sente-se sozinho, medite, leia um livro.

Esta solidão pode ser assustadora, mas com o tempo podemos aprender a ser o nosso próprio companheiro, sabendo que não há melhor companhia. Essa é uma valiosa lição a aprender”.

Conclusão: desconectando-se do mundo, para se reconectar a você mesmo

Definitivamente, vivemos a era da distração. São tantas as coisas a nos perturbar – mensagens de SMS, mensagens no Whatsapp, novos emails, novas atualizações no Facebook, telefonemas, notícias de última hora -, que a tarefa mais difícil seja mesmo a de se manter concentrado em uma única atividade.

Sair do Facebook (ou permanecer fora dele, para quem nunca entrou) tem implicações, pois não estaremos mais em sintonia com o resto do mundo.

Isso não é necessariamente uma coisa ruim, na medida em que a menor quantidade de ruído exterior lhe permitirá dar “mais ouvidos” ao seu “eu interior”. Você aprenderá a andar em seu próprio ritmo. Você aprenderá a estabelecer seus próprios objetivos, ao invés deles serem estabelecidos pelos outros. Acima de tudo, você terá mais tempo para refletir e para ter – e sobretudo viver – comportamentos mais alinhados aos seus próprios interesses, e não aos interesses dos outros.

Encerro esse post com a mesma excelente citação que fechou o post do Leo:

“Fui para os bosques porque pretendia viver deliberadamente, defrontar-me apenas com os fatos essenciais da vida, e ver se podia aprender o que tinha a me ensinar, em vez de descobrir à hora da morte que não tinha vivido”.

Henry David Thoreau

Créditos da imagem: Free Digital Photos

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107 Responses to Vivendo sem Facebook

  1. Lu Pagliato 6 de maio de 2013 at 7:42 #

    Ai, nossa, sou muito viciada em Facebook. Não consigo mais viver sem. Como você disse no seu post ficar sem facebook da impressão de solidão. Acho que preciso arrumar um namoradinho rsrs
    Obrigada pelo belo post.
    Beijosssss, Lu Pagliato

    • Mateus M. J. 25 de setembro de 2018 at 12:06 #

      Oi..sou uma pessoa info tbm.. só que não gosto de perfil antigo… RS

  2. Lu Pagliato 6 de maio de 2013 at 7:44 #

    Ai, por favor, deixe marcado as opções de recebimento por e-mail. Obrigadinha.

    • Guilherme 8 de maio de 2013 at 14:13 #

      Oi Lu, na barra lateral direita do blog há uma opção para digitar seu email e receber as últimas atualizações do blog. Abç!

  3. gil 6 de maio de 2013 at 8:08 #

    Face o que?
    Nunca tive, nem terei.
    É algo totalmente inútil. Só futilidades.
    Costumo a dizer para os que me enchem o saco para ter facebook: “minha vida é realmente muito boa para ter isso”.

    Entendeu?

    Um abraço!

    • Guilherme 8 de maio de 2013 at 14:42 #

      Legal seu depoimento, Gil!

      Abç!

    • Suse Martins 26 de fevereiro de 2018 at 19:14 #

      Adorei penso o mesmo eu dexei mesmo o facebook,a mim so me trouxe problemas e pessoas sem conteúdos que me enchem o saco

  4. RABUGENTO (@RABUGENTO) 6 de maio de 2013 at 8:10 #

    Muita gente exagera no uso do FB.

    Colocam a vida inteira sem lembrar que qualquer pessoa poderá ler e, se for do mal, vir a prejudicar quem escreveu.

    Abri o perfil há muitos anos mas não o utilizo justamente por causa disso.

    • Guilherme 8 de maio de 2013 at 14:37 #

      Exato, Rabugento, exageros são comuns por lá. O negócio é sempre se precaver, ou usar com moderação.

      Abç!

    • Suse Martins 26 de fevereiro de 2018 at 19:15 #

      Verdade mesmo.

  5. Jônatas R. Silva 6 de maio de 2013 at 10:08 #

    Gui,
    Vejo o facebook, e qualquer outra rede social, como uma ferramenta, e como tal ela em si não é boa e nem ruim. A forma que usamos uma ferramenta é que irá definir se ela é benéfica ou maléfica.
    Na minha opinião fazer uso do facebook apenas para compartilhar piadas e ficar narrando fatos da vida particular é perda de tempo. Agora fazer uso da rede para compartilhar conteúdo relevante, participar de grupos de discussões e fazer network é uma forma de agregar conhecimento.
    Abraço!

    • Guilherme 8 de maio de 2013 at 14:15 #

      Oi Jô, ótimo depoimento!

      Realmente tudo tem seu lado bom e seu lado ruim. Basta saber usar (ou não usar!).

      Abç meu caro!

  6. Jane 6 de maio de 2013 at 10:39 #

    Guilherme,

    Excelente post! Faço das palavras do Jônatas R. Silva as minhas palavras! O equilíbrio é a chave, uma pessoa que chega ao ponto de sentir solidão pela falta do facebook ou qualquer outra rede, deve realmente refletir!! Penso que jamais podemos substituir relacionamentos “da vida real” por uma vida online.

    Abraço!

    • Guilherme 8 de maio de 2013 at 14:17 #

      Oi Jane, obrigado! Equilíbrio é a palavra-chave, como você bem definiu!

      Abç!

  7. Claudia Caldas 6 de maio de 2013 at 10:43 #

    A meu ver, tudo na vida tem dois lados…

    Fiz boas amizades que começaram no twitter, estenderam-se até o facebook, e perpetuaram-se em encontros reais.

    Começamos no facebook com o que chamávamos de “Botequim virtual” onde todos os dias a noite comentávamos a respeito de algum assunto. Atualmente,pelo menos uma vez por mês, marcamos encontros pessoais para almoço, jantar, cinema, teatro, visitas a museus, etc.

    Definição de Rede Social, segundo a Wikpédia: “Rede social é uma estrutura social composta por pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que partilham valores e objetivos”

    Portanto, a utilização de qualquer Redes Social requer o uso de bom senso e critério, tanto no tempo a ser dispendido quanto na seleção das pessoas a serem adicionadas, afinal, assim como na vida real, só queremos ter próximos a nós pessoas que tenham os mesmos interesses e objetivos.

    Para mim, a participar do facebook, valeu a pena!

    • Guilherme 8 de maio de 2013 at 14:18 #

      Olá Cláudia, ótimo depoimento de uso inteligente da rede! Abç!

  8. Andre 6 de maio de 2013 at 13:14 #

    Hj, eu acesso diariamente, mas tirei a vida de todo mundo de lá.
    So vejo as coisas que gosto, os meus hobbies.
    Mas, preciso ajustar novamente o uso.

  9. Pobretão de vida ruim 6 de maio de 2013 at 15:11 #

    Facebook me deixa depressivo e triste pois todos são felizes e ricos, fazendo viagens incríveis, comprando coisas, curtindo amores e eu lá sem nada pra postar..

    Já até escrevi no meu blog o que é ser pobre e ter face..

    • Guilherme 8 de maio de 2013 at 14:21 #

      Pobreta, você tocou num ponto bem interessante: sobre o fato de muitas pessoas se gabarem na Internet, e particularmente nas redes sociais. Vendo lá, parece que a vida delas é perfeita, que tudo corre às mil maravilhas etc. etc. etc.

      Nesses casos, vale o sábio conselho de Steve Jobs: “não queira viver a vida de outra pessoa”. 🙂

      Abç!

  10. Leo 6 de maio de 2013 at 15:35 #

    Olá.
    Nunca tive Facebook e um dos motivos é o meu “medo” de perder muito tempo com isto, deixando de fazer outras coisas e até mesmo atrasando compromissos e trabalhos. Dizem que ele substituirá o e-mail, mas por enquanto prefiro seguir sem ele.

    • Guilherme 8 de maio de 2013 at 14:23 #

      Oi Leo, é verdade. Toda rede social que adicionamos implica numa camada extra de coisas a fazer e a atualizar. Saber priorizar o que é importante é uma tarefa crucial, nesse sentido.

      Abç!

    • Ana 4 de junho de 2017 at 21:27 #

      Concordo. Deletei o meu e estou adorando.

  11. Rosana 7 de maio de 2013 at 7:13 #

    Um dos melhores posts do site!
    Gostei muito das frases do Leo Babauta. Vou ver esse site, parece ser muito bom!
    Como sempre costumo dizer, muitas vezes menos é mais.
    Acho que se não tivermos equilíbrio qualquer coisa se torna devoradora do nosso tempo. Facebook, celular, televisão, videogames etc. O problema não está na máquina em si, mas em quem está por trás dela.

    • Guilherme 8 de maio de 2013 at 14:25 #

      Oi Rosana, obrigado pelas palavras!

      O site do Leo é mesmo muito bacana, ele escreve fácil, e suas ideias são bem aproveitáveis.

      Gostei da frase destacada: menos é mais. Uma verdade simples, mas poderosa!

      Abç!

  12. Ge Figueiredo 7 de maio de 2013 at 16:50 #

    Parabéns mais uma vez!!!! O nome Valores Reais foi uma escolha perfeita, por tudo que você nos deixa de bom….

  13. Anderson Alves 14 de outubro de 2013 at 11:08 #

    Parabéns pelo post!Faz exatamente quatro dias que eu suspendi a minha conta no facebook,e sinceramente estou aproveitando mais a meu tempo,achei que não conseguiria desconectar,mas sinceramente acredito que fiz uma otima escolha.

    • Guilherme 14 de outubro de 2013 at 18:37 #

      Obrigado, Anderson, e parabéns pela escolha!

      Abç!

  14. Mateus 19 de dezembro de 2013 at 18:36 #

    Oba, não precisa de Face pra comentar aqui!

    Estou sem Face há cerca de oito meses e sem celular há três anos. Tenho 21, e a sorte de ter vivido um pouco da era pré-internet. Comparando as duas eu diria que as redes sociais induzem mais sofrimento psicológico

    Mas pelo que vi nesse tempo offline, o mundo é assim: se você não está conectado, você não existe. Nem para as outras pessoas e nem para o mercado de trabalho. Não consegue emprego bem remunerado, não consegue ingressar no mercado e se posicionar bem, passa a impressão de ser louco, anti-social ou estar escondendo alguma coisa, perde contato com os amigos, perde saídas e farras, tem mais dificuldade em manter amigos novos – que estão no Face – enfim.

    Nem tudo é vantagem quando desplugamos da Matrix. Neo que o diga 🙂

    • Guilherme 28 de dezembro de 2013 at 6:32 #

      Interessantes suas observações Mateus, há prós e contras no uso ou não uso da rede…

      Abç

    • Rosana 23 de março de 2014 at 13:12 #

      Gostei do seu comentário, Mateus.
      Infelizmente essas redes sociais tem se tornado mais um meio de seleção de funcionários, ops… colaboradores.
      Eu acho isso meio anti-ético, pois a empresa deveria se ater ao nível profissional e experiência do candidato e não pesquisar assuntos particulares de sua vida.
      Para as profissões que exigem um determinado perfil psicológico é até útil esse tipo de “pesquisa”, mas para a maioria isso não se justifica. O que vejo é algo como procurar chifre em cabeça de cavalo, com processos de contratação cada vez mais complicados e demorados, tanto no setor privado quanto no público.

    • Beatriz 9 de abril de 2016 at 17:47 #

      Olá Mateus,

      Gostaria de conversar sobre sua opção de ficar sem o celular e o facebook. Estou fazendo uma série para o canal GNT. Por favor, se puder, encaminhe um e-mail para mim no bealuke@gmail.com?

      Obrigada.
      Um abraço,
      Beatriz

      • Anne 3 de janeiro de 2017 at 7:17 #

        Olá Beatriz!
        Estou bem nessa fase de deixar o facebook, o que entendo que está me fazendo muito mal (a mim e a colegas que nem perceberam ainda).
        Gostaria de saber se foi ao ar a matéria no GNT e qual o link.
        Obrigada!
        Anne

    • Marta Filipa 26 de outubro de 2016 at 21:38 #

      “Estou sem Face há cerca de oito meses e sem celular há três anos.” oh meu deus como consegues? Facebook eu percebo porque até eu não tenho conta e não quero. Já tive mas dispenso obrigada. Mas sem telemóvel ? Como? És valente 🙂

      Beijos

  15. Rayckon 10 de janeiro de 2014 at 18:26 #

    Sei-lah to ja a algum tempo sem face 21hrs pra ser mais exato rsrsrsrs mas o texto veio bem a calhar é bem isso q to sentindo rsrsrsrsrsrs descobri mais tempo ate pra dormir sei lah rsrsrsrsr serio ate minha respiração melhorou rsrsrsr Gostei do texto ja ganhou meu CTRL+D rsrsrsrsrs

  16. Igor Oliveira 21 de março de 2014 at 23:45 #

    Eu fechei meu Facebook há dois meses. Quando eu usava, me sentia depressivo, via os outros felizes, alegres e com a vida perfeita. Sei que não é assim, mas dava um pouco de inveja… Quando desativei, tive mais tempo para mim, para refletir, me aproximar mais dos que estão perto de mim, minha vida melhorou bastante. E parabéns pelo belo texto!

    • Guilherme 25 de março de 2014 at 16:47 #

      Obrigado Igor!

    • si 1 de abril de 2016 at 15:23 #

      Poxa ando assim, só vejo pessoas felizes e eu aqui depre… Exclui tomara que eu consiga ficar sem

  17. Renato C 22 de março de 2014 at 19:03 #

    Uso o facebook como messenger.

    Tenho um perfil com o menor número de informações possíveis, não fico postando nada, entro lá só para o batepapo com os amigos e ver conteúdo que só tenha por lá.

    • Guilherme 25 de março de 2014 at 16:47 #

      Legal seu depoimento, Renato.

    • Nathália 5 de julho de 2015 at 23:00 #

      Também sou assim! O ideal é encontrar o meio termo.

  18. Adriana Pinto 5 de abril de 2014 at 10:06 #

    Comecei ontem a minha experiência sem Facebook por inúmeras questões citadas aqui,a depre que bate com a vida “perfeita” dos outros, a “necessidade de postar e curtir tudo a toda hora” além das saias justas que passamos quando todo mundo sabe da sua vida.
    Meu marido e uma boa parte de pessoas de bem com a vida e bem sucedidas profissionalmente não está nas redes sociais,está em contato com o mundo real ao invés de parar a vida vendo o sucesso que os outros dizem ter.

    • Guilherme 5 de abril de 2014 at 11:10 #

      Oi Adriana, que legal, boa sorte em sua jornada!

  19. Léo 19 de abril de 2014 at 11:14 #

    Excelente texto, e ótimas colocações. Desfiz minha conta no face semana passada, sempre fui muito presente no face desde que entrei nele em 2011. Aliás, sempre fui muito presente em redes sociais desde os meus 14 anos quando entrei em contato com o falecido orkut. E várias vezes tentei me desvencilhar desse vício que nos toma tempo, nos leva um pouco da saúde emocional a cada dia que se passa, e nos escraviza de forma considerável.
    Li aqui alguns comentários bacanas que diziam sobre o fato de saber dosar. A questão é “Como dosar algo que faz mal? “. Não acredito que há como dosar o uso do facebook por exemplo, algumas pessoas dizem dosar, não postam nada sobre a vida pessoal, ficam sempre offline, mas estão ali, dia e noite escondidinhas, sabem de tudo, vêem tudo, e se sentem mal com a felicidade “artificial” de alguns, mas não mostram. Isso não é dosar… é fingir.
    Pode ser sim que algumas pessoas saibam “dosar”, pouquíssimas penso eu, mas estas são aqueles amigos que entram no face e aparecem uma vez na vida e outra na morte, ou esquecem a senha e nunca mais voltam.
    Não sou radical, mas compreendi que facebook na minha vida não é benéfico, e que eu não sei “dosar” o uso. Espero que a próxima ficha a cair seja a de que eu já não precisarei mais dele como anteriormente. A maioria das pessoas mal acordam e já se conectam, como se facebook fosse algo vital. Não é!
    Mais uma vez Parabéns pelo post. Foi de grande valia lê-lo hoje.

    • Guilherme 19 de abril de 2014 at 15:40 #

      Olá Léo, gostei bastante do seu depoimento!

      Principalmente essa questão: “Como dosar algo que faz mal?”

      Nos faz refletir bastante sobre o que é realmente importante no gasto de nossas horas.

      Abç!

  20. Lila 5 de maio de 2014 at 12:27 #

    Farei minhas, as palavras do Mateus:

    “Oba, não precisa de Face pra comentar aqui!”

    Sou mais uma desplugada da rede. 🙂

    Realmente é muita coisa nos distraindo, o dia inteiro. Mas não é só isso. O facebook está estragando a web. Tem gente abandonado sites e blogs para se dedicar exclusivamente a fanpages da rede. Tem revistas aderindo a memes e bobagens, parece que estão desaprendendo a fazer matérias sérias, sabe? A impressão que me dá é que alguns veículos estão perdendo o profissionalismo. E essa neura de ter que estar sempre atualizando as fanpages, para não perder seguidores e/ou diminuir as curtições? Nessa agonia, a qualidade acaba caindo. É preciso atualizar, nem que seja com qualquer bobagem.

    Sei lá… a coisa tá meio estranha. :/

    • Guilherme 6 de maio de 2014 at 19:09 #

      Lila, gostei muito de um trecho seu:

      “Tem gente abandonado sites e blogs para se dedicar exclusivamente a fanpages da rede.”

      Isso é a mais pura verdade. A qualidade cai em detrimento de obter números, como likes e curtidas. Coisa estranha mesmo…

  21. Isaac Sandrick 26 de maio de 2014 at 22:12 #

    Infelizmente as redes sociais estão tomando o lugar da vida social. Por mais que tente se controlar é muito difícil, algumas pessoas podem até ter o equilíbrio, mas são pouquíssimas. Eu mesmo estarei excluindo minha conta do Facebook em breve, por está me atrapalhando bastante, pois acabo entrando na rede e fico me distraindo com coisas futilidades e perdendo muito o meu tempo, entro para olhar somente as notificações, mas acabo ficando, é como se, não só o Facebook, mas as redes sociais, têm um “campo magnético” que te atrai e é difícil sair quando se está dentro. Queria saber como divulgar o meu blog sem a utilização do Facebook, já que vou cancelar a minha conta. Tenho outros meios de divulgar como na igreja, pois é um blog de estudos bíblicos, e também por e-mail, mas queria saber outros meios.

    • Guilherme 27 de maio de 2014 at 8:33 #

      Olá Isaac, essa questão do “campo magnético” é deveras importante quando se trata de redes sociais.

      Outros meios de divulgação de seu blog incluem o Twitter e a criação de um feed de notícias RSS, com o auxílio de ferramentas como o FeedBurner.

      Abç

  22. Andreia Alves 28 de maio de 2014 at 18:35 #

    Uso o facebook apenas para fins comerciais. Formada em marketing e fotógrafa, o vejo como mais um canal de relacionamento com o cliente. Contudo, desabilito todas as notificações para que em um momento específico destinado para este fim, possa relacionar com os clientes da página e tirar eventuais dúvidas. Atualmente não é possível ter uma página sem perfil, mas o dia que for, com certeza não terei. Vivo tranqüilamente sem o mesmo. Enquanto isso, respaldo-me disponibilizando no mesmo apenas informações comerciais.

  23. Anonimax 23 de agosto de 2014 at 21:48 #

    O facebook é “A Coisa” da vida real. “A Coisa” era um filme antigo que mostrava as pessoas comendo uma espécie de nanorrobô que dominava suas mentes e tornava todos em escravos.

  24. Ruby 30 de setembro de 2014 at 22:15 #

    Engraçado hoje encontrar esses depoimentos, pois tenho várias críticas por nunca ter feito um .. Me chamam de anti social !! Eu sou daquela do olho no olho, de conversar por toda a madruga um papo sadio, ver no outro quando ele estiver com aquela necessidade de ser tocado .. Sabe aquele tampinha nas costa de to aqui se precisar .. e sentir a veracidade das palavras, de me emocionar e dar muitas gargalhadas!! As vezes penso que não pertenço a esse mundo quando saio com amigos e me deparo que numa mesa de sentam cinco pessoas cada um pega seu celular e troca mensagens com quem não está ali perdendo a chance de uma maravilhosa conversa com alguém que está ali como ela realmente é sem máscaras .. E muitas pessoas acreditam q as redes sociais são ótimas para encontrar amigos e pessoas do passado, eu acredito q se eles não se mantiveram no presente e porque não eram para fazer um longa caminhada comigo e foram até onde deveriam ir por isso se perderam no caminho.. Logo se forem para está ao meu lado não precisariam das redes sociais bateriam na minha porta !!! Gostei muito de tudo que li !! Parabéns !!

    • Adri 23 de dezembro de 2014 at 4:22 #

      Olá Ruby, que bacana o seu comentário. Eu tenho conta no facebook (que acesso uma vez por mês ou menos, para manter contato com minhas tias idosas que moram longe… mas ultimamente tenho dado preferência a simplesmente ligar e conversar com elas, muito mais divertido). Mas quando entrei no facebook simplesmente não tive qualquer vontade de conectar com as pessoas do passado – se elas ficaram no passado, talvez tenha sido por um bom motivo. As vezes os interesses mudam e as pessoas simplesmente vão se separando, naturalmente, sem que nada de ruim motive isso, apenas é a vida nos levando para outros lugares e na direção de outras pessoas. Não quero viver agarrada em coisas do passado, se os relacionamentos não vingam, paciência – quero manter minha mente e meu coração abertos para novos amigos. E assim como você, dou preferência as interações “ao vivo”, com possibilidade de compartilhar gargalhadas, tocando as pessoas, são coisas que adicionam muito mais que qualquer “curtida” no facebook. Essa coisa de ver gente colada em celulares, na companhia de amigos, também me incomoda um pouco… Me identifiquei bastante com seu comentário. um abraço.

  25. Marcelo 14 de outubro de 2014 at 13:14 #

    Que bom que as pessoas estão começando a questionar a necessidade de realmente ter uma conta por lá. VIVA!!!!!!!!

    Como respeito muito quem gosta e tem uma conta lá… Sempre desejo que este respeito seja recíproco com todos os que não a desejam ter. Eu por exemplo, nunca tive e jamais pretendo ter (Por uma simples questão de direito e escolha pessoal – que PRECISA ser mantido e respeitado).

    A História tem mostrado que cada nova geração de tecnologia de informação que surge, sempre coloca fim na anterior, espero ansiosamente pelo dia em que surja algo melhor e mais interessante, que preze mais por privacidade, por menos exposição de imagens e de opiniões sobre acontecimentos de vidas alheias.

    Esta ferramenta, por mais que seja eficaz para empresas, já para uso de pessoas físicas… Tem se mostrado como um dos maiores símbolos da fútil “cultura show off estadunidense”, sem falar na gigante e polêmica ferramenta de estudo de hábitos e desejos da sociedade usuária.

    Percebo que aplicativos exclusivos de comunicação que podem ser utilizados até mesmo em variados tipos de dispositivos móveis, como por exemplo: WhatsAPP, Viber, Skype… suprem totalmente uma das únicas ferramentas boas (de comunicação rápida e até coletiva) que o facebook realmente possa ter.

  26. Flavio 14 de outubro de 2014 at 15:27 #

    Estou sem acessar o Facebook desde março. Não sinto a menor falta.

    • Guilherme 14 de outubro de 2014 at 19:33 #

      Que bom, Flavio, assim sobra mais tempo para fazer as coisas que você mais aprecia!

      Abç

  27. Vanessa 26 de novembro de 2014 at 9:49 #

    Acabei de voltar de um jejum de 7 meses sem Facebook e 6 sem Whatsapp… estou desapegada desses atrasos de vida só voltei pra me comunicar com pessoas que só tenho contato por la mas mesmo assim pretendo entrar no máximo uma vez por dia no face e não fico mais pendurada no celular com ficava antes.
    Agora é aguentar povo me chamando de sumida e etc, mas o engraçado desses comentários é ver quem sabe onde moro reclamando mas não teve a capacidade de me visitar já que se “importam” tanto né…
    Mas não sou obrigada a responder mesmo…
    Mas o alívio de não ter mais aquela urgência de ver checar as atualizações, é MARAVILHOSO… LIBERTADOR !!!!

  28. Philippe 27 de novembro de 2014 at 11:39 #

    Há um certo tempo venho pensando em excluir meu perfil no Facebook. O que mais tem feito eu manter o perfil é o ‘contato com os amigos’. Mas, reavaliando a necessidade da conta e os acontecimentos das eleições presidenciais no Facebook (um festival de abobrinhas), pude perceber que não mantenho contato, nem mesmo os meus amigos me contactam pela rede. Percebi que não leio o que eles publicam, as frases copiadas de Clarice Lispector (sem nunca ter lido um livro dela) ou do famigerado Caio Fernando Abreu. Os desabafos tolos sobre o que está passando na tv naquele momento; fotos de gatinhos fofos e frases de autoajuda. Não me importo com selfies de restaurantes, da academia ou do abdômen trincado.
    As únicas coisas que curto no FB são as fotos dos modelos da AussieBum, o Bode Gaiato, Dilma Bolada e as postagens do blogueiro Leonardo Sakamoto. De resto, todas as minhas curtidas são protocolares. Não há vontade sincera no ato.
    Ultimamente tenho recebido pedidos de amizade de gente que mal conheço e outras que nem sei quem são. Parentes que dizem ‘bom dia’ entre dentes. Por que querem ser meus amigos? Não entendo! Considero que as “amizades” em redes sociais é uma nova coleção de figurinhas. A maioria das pessoas, não sei quem é, mas elas estão lá, compondo um espaço para o meu ‘certificado de popularidade’.
    Por esta pouca utilidade, tomei uma decisão: vou excluir meu perfil no início de dezembro.

    • Babi 8 de novembro de 2017 at 17:31 #

      Concordo plenamente contigo, pois sinto o mesmo. E estranho (e ao mesmo tempo assustador) é perceber que as redes sociais estão nos tornando “escravos”. Percebo isso pelas vezes que tento comentar em algum blog, e ele pede que eu entre pelo facebook, por exemplo. Hoje mesmo eu estava comentando com minha irmã, que transformaram o nosso número de celular numa rede social, o watsapp. Percebi que mesmo que a gente não queira sucumbir, a gente não consegue. Um saco isso!

  29. jose carlos 22 de dezembro de 2014 at 14:59 #

    As pessoas estao cada vez mais dementes. Apertar num icone com um dedinho, escrever idiotices em baixo de fotografias………..ate onde isto vai. Dizem que quem nao usa face, ou outras demencias nao e moderno……….
    Se modernidade e isto, o suicidio e um dever.

  30. Vanessa 1 de janeiro de 2015 at 12:35 #

    Adorei o post, Guilherme!

    Os comentários dos leitores do blog também dão prazer em ler. Vários pontos de vista importantes a considerar.

    Eu nunca tive um perfil no Facebook por escolha de prioridades. Escolhi outras formas de expressão e de relacionamento social. Escolhi outras vias que tem mais a ver comigo.

    O mais chato é quando pessoas próximas (e também pessoas que acabaram de me conhecer) insistem para que eu “descubra” a maravilha que é o facebook, como meu trabalho se ampliaria se eu o usasse…

    Acredito nas boas intenções destes conselhos, mas fico chateada porque as pessoas saem distribuindo conselhos para o meu negócio sem antes perguntarem quais são as minhas prioridades. Aí, me parece que faz sentido aquela análise de que os relacionamentos sociais estão cada vez mais superficiais, que o importante é falar, falar e falar… e não trocar de fato.

    Abraços,

    • Guilherme 1 de janeiro de 2015 at 14:22 #

      Oi Vanessa, obrigado!

      De fato, as pessoas muitas vezes adotam um “comportamento típico de manada”, fazendo coisas sem refletir muito sobre elas.

      O resultado é que na vida vemos relacionamentos cada vez mais superficiais, sem trocas de fato, como você bem disse.

      Abç!

  31. Maroca 2 de janeiro de 2015 at 12:28 #

    Olá!

    Que bacana esse texto e todos os comentários que contribuem para uma reflexão saudável.

    Desativei a minha conta do face ontem a noite e cá estou buscando na internet (o que é contraditório, rs) pessoas e situações com que eu possa me identificar. Faço isso, pq neste curto período, duas pessoas me procuraram preocupadas com a minha atitude, relatam que algo muito grave deve ter acontecido comigo e querem notícias. É, estar conectado na rede parece mais importante do que estar conectado consigo.

    De fato, algo aconteceu, um relacionamento de 5 anos acabou e nesse processo de luto me dei conta que essa ferramenta não me pertence! rs. Foi por influência do ex, que passei a fazer uso e com tantos “amigos” em comum, é difícil seguir adiante… Optei por me excluir no momento, aceitar a minha dor e fazer as pazes com a solidão. Mas, achei muito curioso o fato de que não estar mais exposta aos olhares dos outros, também me expôs…Qualidade de presença, é disso que precisamos. Estou ansiosa para os encontros e curtidas reais, compartilhar sorrisos, buscar olhares, estar no real. Coincidência ou não, após 3 meses, foi a primeira vez que dormi bem, sem “notificações”, rs. Acredito que foi um ato simbólico, porém, transformador.

    Obrigada!

    • Guilherme 3 de janeiro de 2015 at 20:24 #

      Olá Maroca, ótimo depoimento!

      E você resumiu bem a questão toda: “Qualidade de presença, é disso que precisamos”.

      Abç!

  32. Anna Monteiro 3 de janeiro de 2015 at 14:44 #

    Minha opinião é a de que Facebook é igual dinheiro: ele pode vir tanto pro bem,quanto para o mal. A grande questão é SABER USÁ-LO.

    Eu não nego ter conta lá no FB, mas eu não disponibilizo meu perfil a ninguém,a nenhum amigo meu do “mundo real”. Lá no FB eu só tenho Comunidades de áreas relacionadas a carreira. Tem gente que fica ofendida por eu não querer dar meu perfil, ou me olha com cara de “nossa,vc é anti social hein?” . Explico a todo mundo que FB pra mim é um 2o. Google. Poucas pessoas me entendem e ainda assim, com uma certa resistência (percebo pelos olhares de sem graça ou de espanto). Mas o que importa é que lá eu não quero ter ninguém,pois pra mim amizade DE VERDADE existe no mundo real.

    Agir assim foi o melhor que eu fiz, isso porque eu já fui viciada na época do Orkut e pra essa condição,eu me nego a voltar. Vendo só carreira na rede social, eu fico sem essa necessidade louca de ficar verificando cada aviso de recebimento de postagem. Vejo sim, mas de forma muito moderada. E já arrumei cursos, indicações de lugares para fazer,por exemplo,minha pós graduação agora em 2015, e inclusive outro emprego – tudo isso,informações de pessoas (desconhecidas) destas comunidades.

    Mas claro que pra eu chegar neste patamar, tive que respirar fundo e adquirir uma tremenda disciplina mental. A mudança não veio da noite pro dia.

    • Guilherme 3 de janeiro de 2015 at 20:25 #

      Ótimo depoimento, Anna!

      Realmente, o uso das redes sociais tem que ser bastante disciplinado, e orientado a objetivos bem definidos.

      Abç!

    • Victor 31 de janeiro de 2015 at 9:27 #

      Olá Anna,

      Também possuo uma conta profissional na rede, é bastante interessante!

      Prefiro, contudo, não contar para meus círculos pessoais que a possuo.

      Desativei temporariamente minha conta pessoal por ter terminado recentemente um relacionamento de longa data, contudo busquei manter o contato através de telefone, whatsapp e similares com todas as pessoais importantes em minha vida.

      No whatsapp desativei as notificações dos (vários) grupos que participo e deixo apenas ativado para os contatos individuais.

      É isso!

      Obrigado Guilherme pelo post (e pelo blog)!

      []’s

      Victor

      • Guilherme 31 de janeiro de 2015 at 17:15 #

        Olá Victor, muito legal seu depoimento!

        Desabilitar as notificações de grupos no WhatsApp é uma maneira de ganhar tempo.

        Abç e obrigado!

  33. Ingmar 5 de janeiro de 2015 at 15:57 #

    Em vários períodos dos últimos dois anos deixei de acessar o Facebook. Fiquei de 10 dias a dois meses sem me logar. O que percebi é que as redes sociais são um mau hábito. Mesmo sabendo que não há quase nada de importante, estamos sempre acessando. Parece que ver as últimas fotos de pessoas que pouco conhecemos ou participar do debate do momento é decisivo para nossa vida. O mesmo vale para fóruns de discussão e portais de notícias. 98% dos eventos veiculados e 100% das discussões não alteram nossa vida em nada, a não ser nos deixando mais estressados ou consumindo nosso precioso tempo.
    Acho que se tiver metas definidas e priorizarmos ações relacionadas a elas, dificilmente sobrará tempo para tais atividades.

  34. Diego Marques 11 de janeiro de 2015 at 15:46 #

    Estou ultimamente vivendo esse dilema se elimino ou não o Facebook. Confesso que ultimamente o Facebook não esta me trazendo coisas boas, tomando muito do meu tempo e perturbando minha paz interna, ao mesmo tempo não quero me desvencilhar dos meus verdadeiros amigos que ali fiz, então fico nesse dilema. Mas estou aos poucos desvencilhando e acho que de hoje não passa.
    Abs.

    • Ingmar 12 de janeiro de 2015 at 9:52 #

      Não elimine, apenas diminua a quantidade de acessos. Funcionou comigo.

  35. marcelo napolioni 6 de março de 2015 at 16:29 #

    Excelente artigo.
    Resolvi me desconectar de rede sociais de uma vez por todas para viver os prazer da vida real.
    Percebi que tudo que todas as minhas ações eram marcadas pela superficialidade nas redes sociais — na verdade, quase tudo ali é superficial. O tipo de interação que muitas pessoas praticam nesse ambiente virtual fica distante de minhas necessidades íntimas. Não quero mais curtir posts de pessoas estranhas e que nunca vão fazer parte de minha vida. Quero curtir acontecimentos de pessoas que compartilham comigo o essencial.
    A vida em rede social não pertence ao meu mundo. Procurei o essencial no lugar errado e agora volto para o mundo real para descobrir o que não descobri nos últimos anos.

  36. Anderson Nascimento 8 de março de 2015 at 12:25 #

    Perfil excluído em Janeiro de 2014…
    Precisava terminar trabalhos, as atualizações e mensagens me tomavam o tempo, comecei a refletir sobre minha vida na internet antes de redes sociais, antes era curioso para procurar assuntos de trabalho, ciência etc, conhecimento era meu vício, fiquei preguiçoso para procurar sites, tudo era ligado as páginas curtidas no facebook, uma postagem puxava outra e passavam horas sem perceber a verdadeira noção de tempo, já havia excluído na época da faculdade em 2010 +/-, mas alguns contatos estavam lá e acabei restaurando o perfil por necessidade de comunicação com integrantes de outras cidades, eu que não ia pagar interurbano né… mas desta vez em 2014 consegui, não sinto vontade de voltar, de ler os post recheados de falsidade, propagandas, de ver as imagens de ostentação, de ver pessoas que eu não gosto me add, de pessoas que add e na rua fingem não te conhecer, de comentários ou chats que a maioria são “kkk” ou “hauhahuhahhahhau” ou “kaskapoakask”, tive que defender minhas opiniões contra pessoas que queriam me forçar a ver o mundo como elas vêem com discussões sarcásticas, pois numa discussão sempre preferi tirar sarro, pelo menos a pessoa não aguenta, já excluí e adeus (querem se fazer de coitadinhos(as)), pessoas publicando algo contra religião dos outros ou até mesmo videos com tamanha falta de respeito, essas correntes com imagens de pessoas pedindo ajuda (imagens de quase 10 anos atrás), parentes também encheram o saco demais, excluí eles também e sei lá, prefiro viver minha vida fora disso… a vida caminha mais em paz ultimamente.

    Parabéns pelo seu Texto!

    • Guilherme 9 de março de 2015 at 18:32 #

      Obrigado, Anderson, e excelente depoimento!

      Abç

  37. Yuri Mulinari 5 de abril de 2015 at 22:20 #

    O facebook, como todas as redes sociais, são ferramentas que podem ser usadas tanto para o bem, como para o mal. Entretanto, durante alguns anos de usos problemáticos nesta rede social, me trouxe problemas e grande dependência. Por muitos esforços consegui me livrar do vício. E atualmente sou muito feliz e tenho tempo para várias atividades.

  38. Fernanda 22 de abril de 2015 at 19:22 #

    Saí do Facebook a menos de uma semana e minha sensação é de alívio. Eu não quero mais dizer o que penso sobre nada, onde vou ou com quem estou. Se gosto do cantor x ou y. Tb nao quero mais saber em quem meus amigos votaram. Reclamaçoes de frio e calor, fotos de cerveja, tequila nas 6as e feriados. Chega ! Fora me livrar de abutres vigiando o que faço. Acabou.

  39. Enila 29 de abril de 2015 at 16:42 #

    Olha, o meu caso foi o seguinte: eu sempre gostei de Orkut e Facebook, e não satisfeita tinha o LinkedIn que era para contatos de trabalho ou emprego. Em meados de 2006, conheci aquele infeliz que ainda tive a pachola de chamar de namorado, daí tudo bem, era a onda e a febre do Orkut. Mas terminamos e ele ainda me perseguia, claro eu aceitava ainda estava com aquela síndrome de término de relacionamento e tal, daí aceitava e deletava. Tah um tempo depois ele casou com uma outra guria e ficou um bom tempo sem incomodar, mas entre início e final de 2013 por uma trouxisse minha eu o convidei para criar um perfil no Face e ele me incomodava e incomoda, tanto é que tive que excluir meu perfil recentemente por causa disso. Vcs não se deram conta que os relacionamentos e fotos é na base do biquinho e carão (no caso das gurias) e dos posts relacionados a frases de efeitos, aliás eles nem sabem se os escritores escreveram aquilo ali mesmo e postam com uma velocidade pra afirmar que são felizes, perfeitos, bláblábláblá!!!!! CHEGA!!!! Dei um basta tv demais, não qro mais ter que dar de cara com o meu perfil e ver no inbox que aquele infeliz tah te enchendo a paciência, vai se catar!!!! Desculpem pessoal não posso gritar no serviço mas posso desabafar. Conselho de gente canchada: Vivam os seus relacionamentos (amizades, namoros, casamentos) na mais realidade possível, olhando e interagindo com elas sem ter que curtir, compartilhar…

    • Anna Monteiro 29 de abril de 2015 at 21:07 #

      Entendo bem o que vc relata. Por isso e por outros motivos ( principalmente por estes últimos ), uso rede social só pra assunto profissional. Sempre que me perguntam se tenho perfil, eu falo a verdade: “eu tenho sim, mas não adiciono ninguém. Rede social pra mim é um segundo Google. E amigo/a ficam no mundo real”. E completo falando que eu já fui viciada na época do Orkut (e é verdade ) e que não quero mais viver isso de novo. No meu perfil só tem grupos ligados a trabalho. Se eu cair na tentação de viciar de novo, pelo menos vai ser para um lafo bom, que é me viciar em informação útil pra crescimento profissional. =)

  40. ALICE SOUZA 5 de maio de 2015 at 15:56 #

    Boa tarde a todos! Eu também nunca tive redes sociais, nem Orkut, Facebook, também não tenho wthasapp, e nem me fazem falta… Penso que as redes sociais estão fazendo as pessoas esquecerem da vida real, não gosto de expor minha vida para pessoas desconhecidas, ou as quais conheço apenas de vista,pessoas que não fazem diferença alguma, pois, os que fazem a diferença, conhecem minha vida porque conversam pessoalmente comigo, me ligam, ou no mínimo, me enviam um e-mail…

    • Beatriz 9 de abril de 2016 at 18:36 #

      Alice,
      Meu nome é Beatriz Monteiro sou roteirista e estou a frente de uma série para a televisão em que vamos falar com pessoas que se retiraram da internet. Por favor, se for possível, envie seu contato para o email bealuke@gmail.com Assim consigo explicar melhor a você.
      Um abraço e obrigada,
      Beatriz

  41. Tiago 4 de junho de 2015 at 13:38 #

    Estou sem facebook ha 6 meses, aprendi a ser minha própria companhia e a silenciar as vozes externas que imperam em nosso ser diariamente, tanto no nosso modo de nos portar e agir, quanto na expectativa do julgamento, da impressão que causamos, ou das “curtidas” alheias. No começo o barulho do silencio pode ser ensurdecedor, mas e só ate nos “desviciarmos” nos desvincularmos desse habito de expor-nos em busca de aprovação e popularidade.

  42. Eline 30 de junho de 2015 at 23:57 #

    Adquiri transtorno de ansiedade por ter whatsapp. Facebook nunca tive. Imagina se tivesse? Por recomendações médicas nada de virtualidade tipo rede social/ whatsapp. Dá uma sensação de solidão mas minha saúde mental vale mais que qualquer bate papo virtual

  43. Dayi 15 de julho de 2015 at 1:20 #

    O facebook eu uso como ferramenta de trabalho, mas para ter a page , preciso ter o perfil, entao, acabei me metendo em páginas de política, sites de notícias, e meu, eu fiquei quase com depressão, porque é só notícia ruim, é só gente se atacando, se odiando, querendo ser melhor que o outro, odiando a religião do outro, gente dando uma de coitada , de má, pessoas compartilham frases de vinganças, de como são tristes, é político detonando o brasil, são expostas as leis bizarras, e etc de coisas que estavam me afetando psicologicamente, eu tenho uma bebe de 8 meses, e eu comecei a ter medo de ir na rua, medo de um dia colocar ela na escola e ter que lidar com algumas leis que querem impor a nós, comecei a ter pavor do mundo, imaginando se teremos futuro e como será viver aqui com ela, com pedófilos, com tanta coisa… OU seja, eu estava pertubada. Dei um basta nisso. Excluí aquele perfil, e fiz um somente para uns poucos familiares e uns amigos, mas somente por causa da pagina, sou maquiadora e preciso mostrar meu trabalho por lá, nao tem jeito… Mas me sinto melhor, mais liberta e nao entro naquele perfil, ás vezes para dar um oi, mas já descurti páginas e não sigo ninguém, ou seja, não tem nada p eu ver. Prefiro viver minha vida aqui em casa, cuidando da minha filhinha com meus princípios, trabalhando honestamente, e “fingindo “que vivo num mundo normal, acordando um dia após o outro e vivendo um dia de cada vez muito grata, e fiquei muito feliz por esse post de vocês, parabéns pelo site.

  44. Marcela 1 de dezembro de 2015 at 7:11 #

    Ontem, no final do dia, coloquei um ponto final na minha conta do facebook. Por dias pensei se o faria ou não e enfim me enchi de coragem. Sim, coragem, pois é o que nos falta quando vc se da conta que não mais saberá on-line das atualizações de centenas de amigos. Mas em contrapartida era justamente isso que me machucava, saber que a grana do vizinho é sempre mais verde, ou seja, saber que a vida aos outros é sempre melhor e mais divertida que a nossa. E sim, tambem sei que é feio sentir inveja disso, ainda mais em tempos que sabemos que só se expõe na rede social o que é bacana, pois como sabiamente diz meu marido ninguém faz check-in no Serasa e usa a #limpandomeunome, por exemplo, mas de fato tanto felicidade estava me machucando.
    Outra atitude involuntária que temos diante de redes sociais é julgar o próximo e isso tb me fez contar pontos e por fim nessa vida “paralela”.
    Entretanto nesse momento de olhar para mim mesma, sinto um misto de orgulho e solidão mas sei plenamente que sou minha melhor cia, como sempre fui!!
    Parabenizo o autor pelo artigo, que mesmo sendo de 2013 se mostra tão atual.

    • Guilherme 9 de dezembro de 2015 at 20:33 #

      Emocionante depoimento, Marcela!

      Grato pela sua colaboração! 🙂

  45. Rodolfo Oliveira 10 de janeiro de 2016 at 21:30 #

    Muito interessante. Que bom seria se as pessoas vivessem mais para sí mesmas do que para uma rede social, onde postam a vida perfeita para conseguir seus likes e na verdade vivem o contrário daquilo. Parabéns!!!

  46. juliana 5 de março de 2016 at 11:09 #

    Eu usei 5 anos com Facebook esse ano em janeiro eu e meu esposo desedimos desativar o Facebook pensei que não iria conseguir viver sem mais foi diferente n começo tipo 15 dias sim senti falta mais depois nem liguei.E não tenho hinstagran somente whatsApp minha vida melhorou muito.Adorei e não pretendo fazer outro

  47. Cesar 23 de março de 2016 at 20:55 #

    Exclui meu face semana passada, após quatro anos acessando de 15 em 15 minutos ou menos. Eu era viciado. To me sentindo livre, mais leve. Face era fofoca, revolta, ostentação, ou frases de auto ajuda. Cansei. As vezes tava sem grana entrava no face via pessoas indo pro exterior passando férias no Caribé pilotando avião, jet ski, vivendo amores e realmente isso deprime, faz mal. Dei um ponto final e não sinto falta.

  48. Alfredo Marquez 31 de março de 2016 at 15:42 #

    Quero deixar o Facebook o mais rápido póssivel.

  49. CicBenSil 29 de abril de 2016 at 23:01 #

    Facebook ou rede social digital, é apenas uma sombra uma replica da REDE CÓSMICA que tudo interliga no universo.

    Simples Mente

    Eu Sou eu faço com energia no tempo e no espaço… e relaciono o que sou…

    O problema do Facebook é que se não tivermos um bom filtro mental-emocional seremos arrastado pelo vórtice negativo depreciativo de projeções fantasiosas de medo, ódio, intriga, inutilidades de toda ordem, claro que há o oposto….

    Essa coisa bidimensional visual e auditiva do Facebook, tem momentos que enche o saco.

    E naturalmente melhor mais intenso as relações e percepções do mundo tridimensional sensorial do face to face heart to heart…

    Esses dias eu sai na rua como sempre gosto de fazer e sorrir para estranhos, emanar simpatia para desconhecidos, saudar os animais livres na rua, tirar uma onda com os conhecidos, “zuar” a família, tocar na pele, sentir o aroma do ambiente e das pessoas, sobretudo sentir a presença da ESSÊNCIA ou alma de cada ser vivo que encontro….

    De comer o fruto de arvores generosas pelo caminho… Sentar numa praça lotada e apenas observar a dinâmica da vida em cada ser ali presente em movimentos diversos em comportamentos dispersos…

    As pessoas vivem presas em suas teias mentais em seus emaranhados emocionais com a atenção dispersa em dispositivos que deveriam ser de comunicação instantânea… Não sabem não sentem como é bom e livre viver no simples e Ser espontâneo e se entregar ao que é.

    Perguntam-me surpresos (eu é que me surpreendo):

    Como você pode ser feliz e estar satisfeito, se não tem casa, não tem carro, nem carreira profissional, nem namorada, nem um Iphone (kkk) ultimo modelo nada…

    Mas eu digo eu não tenho nada mesmo, como poderia ter alguma coisa? É justamente isso que me faz livre, coisas eu uso, consumo e descarto é estupidez acumular o que não vou levar.

    Eu realmente não tenho nenhuma pessoa, pessoas estão para mim não são minhas, me relaciono com as pessoas e relaciono o que Sou.

    Eu não tenho casa eu moro em um lar sou abrigado por uma casa, no padrão material chão, teto e 4 paredes…

    Eu não tenho carro, me desloco bem vou aonde quero estar tenho alguém disposto a dirigir um veiculo por mim, seja um motorista pago, ou um motorista voluntario… Resumindo eu sou e eu faço, quando eu decido dar um passo a estrada se fixa para mim…

    Quando eu decido amar a vida me satura do mais puro amor e atrai os Seres relações amorosas.

    As pessoas uma a uma vão acordar e perceber que não estão no universo tendo uma experiência, vão saber que são o Universo em experiência, expansão em constante evolução…

    ‪#‎CicBenSil‬

  50. Camila Soares 21 de maio de 2016 at 19:58 #

    Já há algum tempo penso em excluir meu Facebook e desintalar o Whatsapp. Dia desses estava olhando uns e-mails antigos e me deu saudade de como, na época, realmente usávamos esse recurso para nos comunicar, e não para alimentar um vazio existencial, como é exaustivamente feito hoje nessas redes sociais. Precisava de argumentos que me dessem coragem para fazer isso. E os encontrei. Obrigada.

  51. Vanessa 17 de junho de 2016 at 21:13 #

    Fiz uma pesquisa sobre vida além das redes sociais por estar pensando seriamente em sair delas. A velocidade com que as informações chegam, ter amigos virtuais que muitas vezes vc encontra na rua e nem falam não me apetecem. Essa necessidade de aparecer, mostrar, como se fosse uma satisfação do que vc faz para a sociedade me incomoda. Não gosto de coisas pela metade, amigos que não são amigos. Acredito que quem tá perto e se importa vai arrumar um jeito de te ver, assim como posso fazê-lo. Cansei das redes, tinha me afastado uma vez e agora to pensando seriamente. Sigo so alguns familiares, mas mesmo assim sinto qie e perda de tempo. To buscando inspiração pra me desvencilhar de vez e viver a vida de verdade não de fachada.

  52. Ricky Farendel 23 de junho de 2016 at 7:17 #

    O meu problema é que sou muito antissocial. Não gosto muito de me encontrar com pessoas pra conversar. Então abrir a conta no facebook foi um bom jeito que encontrei de não deixar algumas boas e velhas amizades morrerem.
    O problema é que também odeio conversar pelo facebook. Odeio o simples fato de estar logado no facebook. Me sinto exposto, perseguido, mesmo sem postar nada. Minha conta não tem sequer foto, e nem meu nome coloquei. Não tenho mais que 20 amigos.
    Todas as vezes que entro me sinto depressivo. Todos vivendo boas vidas, com muitas viagens, sempre com as bocas arreganhadas cheias de dentes.
    Sem falar no estresse que bate quando vejo alguém defendendo ideias absurdas…
    Essa rede social só me frustra.
    Ainda não exclui a conta justamente pra preservar os poucos bons amigos que tenho, que são apenas 3. Não gosto de sair com eles. Então o jeito é manter a conta pra dar um oizinho de vez em quando e, raras vezes, fazer o sacrifício de ficar 30 minutinhos batendo um papo.

  53. Cida 23 de junho de 2016 at 9:14 #

    Gente, estou sem Facebook há uns 2 anos, aproximadamente. Enquanto estava na rede social, acabei deixando de lado os blogs, que foram início da minha “vida virtual”, já que nunca tive Orkut. Mas apesar de ter largado o Facebook, não consegui mais retomar minhas publicações nos blogs. Concordo com e assino embaixo do que disseram várias pessoas aqui: o vício existe, a frustração, as sensações ruins de ver tanta futilidade, tantas poses repetidas, mas enfim… Existe vida, aliás, uma lindíssima vida após o Facebook!

  54. Loreena 2 de julho de 2016 at 23:21 #

    Boas a todos que estão tentando, refletindo e aos que executaram com sucesso o “detox” das redes sociais.
    Acho que comecei de forma bem radical, desinstalando Whats, Telegram e por fim, o facebook.
    Não vou dizer que foi uma “maravilha” porque não foi ‘-‘
    Mas uma coisa eu digo: As horas que eu gastava naquilo foram bem produtivas e reflexivas.
    “Ah mas tem as fotos de um evento tal bem bacana e com face daria para “guardar”. Optei por deixar em um álbum do meu quarto, aquele porta-retratos na estante…
    Não sou contra a tecnologia, mas infelizmente, muita pessoas estão deixando passar os momentos reais, para viverem os “virtuais”, a superficialidade está em alta hoje em dia…
    Não pretendo voltar a ter as ferramentas que eu tinha em meu celular, mas caso eu resolva um dia instalá-las, 1 hora no máximo? 30 min? Sei lá, cada minuto é tão precioso, ainda mais quando conectamos a nós mesmos, não?
    Desejo sorte a todos para que consigam moderar e para alguns que consigam abandonar.
    O contato real com as pessoas é maravilhoso, ir a tal lugar em vez de dar “like” na foto do lugar é melhor ainda. Não estou generalizando, mas há muitas pessoas que vivem na “fantasia” das redes sociais. Lavam a roupa por lá mesmo, mas é claro, há benefícios sim, mas como um aí acima disse: “saber dosar”.

  55. renato 23 de setembro de 2016 at 17:55 #

    Não sei se é por culpa das redes socais, mas acho que desenvolvi depressão e piorei minha ansiedade desde que comecei a ter o orkut tive desde 2006 mas comecei a usar mais em 2008 desde então entrei em discussões me estressei demais, mas conheci pessoas legais e mantenho contato com quem não vejo mais e aprendi muita coisa tb . mas que é bom é porém faz mal …

  56. adna 3 de outubro de 2016 at 12:53 #

    Eu não tenho Facebook há uns 3 ou 4 anos, nem sei mais quanto tempo faz. Também não tenho Instagram e uso mto pouco o Whatsapp(somente p msg importantes). E digo, foi a melhor coisa q fiz na “vida”. Não crítico quem tem suas redes, quem gosta. Mas pra mim foi mto positivo. Eu faço mais atividade física, leio mais, brinco com meu cachorro, curto minha família. Pra dizer a verdade isso sim eu posso chamar de vida. Vida de verdade. Cansei de ver as pessoas tão preocupadas com a vida alheia, dando indiretas umas nas outras, falando besteiras e o pior de tudo, sendo quem elas não são. O que mais tem nessas redes são pessoas lindas, felizes, ricas e que nunca ficam doentes ou tem problemas. Será? Pessoas assim parecem que não são da terra. E nós que levamos nome de ET? Eu vivo minha vidinha simples com e sem problemas, me preocupo com coisas reais, converso com pessoas reais e namoro com alguém real. Não me acho melhor ou pior que ninguém, só acho que as pessoas tem que viver a realidade, beijar de verdade, abraçar, visitar um amigo, caminhar, dar mais atenção ao seu cãozinho etc. Vamos parar de tentar ser perfeitos e aceitos, vamos ser reais. Dizem que a grama do vizinho é sempre mais verde, mas será que não é porque perdemos tanto tempo olhando a grama do outro que esquecemos de regar a nossa? Pense nisso! É só minha opinião. Hoje estou tentando diminuir meu tempo na internet também. Minha meta é entrar na Internet se for para acrescentar algo a minha vida, seja uma reportagem ou um estudo. Nada de perder tempo com coisas inúteis. Beijo a todos!
    *Desligue o celular e vá ler um livro!

  57. Roberta 9 de janeiro de 2017 at 19:41 #

    Tenho utilizado bem menos facebook , mas acho que ele tem coisas úteis .No meu caso em particular me possibilitou reencontrar meu pai que não via há 18 anos .

  58. José Jùnior 13 de fevereiro de 2017 at 22:09 #

    hoje tomei (criei) coragem e exclui meu face, cansei do descaso de muitos em muitas vezes compartilhar o que é totalmente fútil e em muitas vezes não compartilhar coisas que tem grande poder de informações, cansei dos falsos amigos que só pediram para adicioná-los para vasculharem a vida da gente, como diz um provérbio Inglês: “Não há pior inimigo que um falso amigo”. Cansei destas pessoas, recebo em meu coração os que me amam de verdade e os que eu amo, respeitar respeito todos independente do credo, raça, cor, escolha sexual mas fui em muitos momentos incompreendido e desrespeitado, adeus face pra nunca mais voltar, desejo sorte a todos que ainda continuarão nesta comunidade.

  59. ramon 10 de março de 2017 at 21:29 #

    Pretendo começar minha experiência sem facebook essa semana. Alguns dizem que a questão é “saber dosar”, outros, que a utilizam pra realmente eventos válidos. Os respeito e acredito que por vezes possa ser de alguma forma proveitosa a vida na rede social. Porém, nos últimos tempos, tenho refletido sobre as vezes em que resolvi algum problema da minha vida por via próxima as redes sociais, principalmente o facebook. E não tenho encontrado, aliás, nenhum caso resolvido por intermédio dele.
    Desta forma, acredito estar realmente me servindo como um passatempo nas horas vagas, como em uma fila de lotérica ou esperando os amigos no bar, porém, também esta agindo como um roubatempo, nos momentos em que não me policio.
    Pretendo ficar no mínimo 2 anos sem Instagram e Facebook, e, mais do que isso, pretendo conseguir redescobrir alguns anseios meus que por ora parecem esquecidos. Ah, para não morrer de angústia, pretendo criar algum blog ou coisa parecida. Sigam-me os bons e adeus facebook. Boa sorte para quem fica.

  60. Suh 14 de abril de 2017 at 14:03 #

    Depois de anos com facebook, consegui descobrir um jeito de deletá-lo:

    Deletei todos os contatos, depois
    Deletei todos as páginas curtidas, depois
    Deletei todos os diálagos do in box, depois
    Deletei todas as fotos do álbum, depois
    Deletei todo e qualquer aplicativo sobre ele, depois

    Fiquei eternamente livre!

  61. ADELIA DORACI DE OLIVEIRA 6 de junho de 2017 at 9:42 #

    Livres do Facebook….uma rede social…ah tá!!! E o que fazem aqui? Oram? Não gastam tempo tbém? Por que a necessidade de contar que se desconectou? Aprovação? ….bem, me perdoem, não resisti…são apenas reflexões de quem tbem desativou o face! Penso que ainda estamos “conectados”…mas…

  62. Fabio 12 de setembro de 2017 at 12:28 #

    Nunca tive e nunca terei. Ja tive whatsapp e cancelei. Alias essee dias sai cancelando tudo, blogs, contas diversas. É um alívio. Uma perda de peso não estar conectado.

  63. Anônimo 12 de abril de 2018 at 19:14 #

    Acabei de excluir o meu Facebook e não tem sensação melhor de liberdade, chega um momento que você fica cativo, na verdade sem vida real para viver um mundo virtual. Ninguém merece.

  64. Tiago 16 de abril de 2018 at 20:51 #

    Se afastar das falsidades do Facebook, é a melhor forma de viver a vida de uma forma plena. Como foi muito bem dito no texto publicado aqui, as pessoas tendem a levar a vida regradas pelas demais e muitas vezes estão traindo a si mesmas sendo algo que não são – apenas para agradar os outros. Há uma perda da própria identidade. É impossível alguém ser feliz, ocultando sua verdadeira personalidade, tendo que viver para se manter em paz com pessoas que mal conhece. É preferível ser desprezado sendo você mesmo, do que fingir se algo que não é e viver se preocupando com os “amigos” que irão excluí-lo caso diga ou faça alguma coisa errada.

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