Resumão (de boas notícias!) da semana: Tesouro Direto, BB e Caixa

Bom pessoal, estou antecipando o resumão da semana, que iria ao ar na segunda-feira, porque, dentre outros motivos, esse é um resumão de boas notícias. Eu sei que pode parecer estranho você ler “boas notícias” juntamente com as palavras “BB” e “Caixa” na mesma linha 😛 mas de fato foi isso que aconteceu. E como nós gostamos de ler uma boa notícia, nada melhor do que antecipá-la, para alegrar ainda mais seu final de semana (que pode estar, reconheço, um tanto quanto chuvoso e cinzento…..rsrs).

Tesouro Direto: Novas funcionalidades incluem compra programada de títulos públicos federais, redução de custos e alteração dos limites de investimento

De longe, a melhor notícia desse resumão. Quem é leitor assíduo do blog deve se lembrar da notícia que demos com exclusividade lá na remota data de 12 de outubro de 2011, no post Valores Reais Express: investimentos no Tesouro Direto cairão para R$ 30, títulos privados no home broker em 2012, e reforçando a importância da diversificação na carteira de fundos imobiliários (caso NSLU11B):

O leitor Ricardo nos enviou um link para uma matéria do jornal Valor, que aponta que, a partir do ano que vem, a aplicação mínima para investimentos no Tesouro Direto cairá para R$ 30. Ou melhor, cairá para 10% do preço de um título. Atualmente, o investimento mínimo no Tesouro Direto é de 0,2 título, ou 20% do preço de um título. A partir do ano que vem, a fração mínima cairia para 0,1 título, ou 10%. Mas há outras novidades boas no programa Tesouro Direto, tais como aumento do valor máximo da aplicação (hoje restrita a R$ 400 mil mensais), compras programadas, e reinvestimentos automáticos em novos títulos quando um título chegar na sua data de vencimento.

Pois bem.

No dia de ontem, foram anunciadas oficialmente essas novas funcionalidades, que começarão a vigorar no dia de hoje, 02.06.2012, daqui a pouco (para ser mais preciso, a partir das 16 horas). Vou transcrever abaixo o comunicado oficial, que é auto-explicativo:

1. Novas Funcionalidades
Os investidores do Tesouro Direto agora podem agendar suas negociações no programa. A aplicação programada contempla compras, vendas e a reaplicação automática dos juros semestrais dos títulos (cupons) e do valor a ser resgatado nas datas de vencimento. Para ter acesso a essas funcionalidades, os investidores devem estar cadastrados em uma Instituição Financeira. Uma vez cadastrados, os investidores poderão fazer seus agendamentos pelo Home Broker da sua Instituição Financeira ou por meio da área segura do próprio site do Tesouro Direto.

1.1 Agendamento de Compra
O investidor poderá agendar a compra de um título ou de uma composição de títulos durante o período que ele determinar. A programação será feita sempre pelo valor financeiro. Em termos de periodicidade, o investidor terá a opção de:

– Agendar apenas uma aplicação (na data da 1ª compra);
– Programar compras mensais, escolhendo uma data limite;
– Programar compras mensais, definindo o número de compras a ser realizado; e
– Definir que as compras ocorram até que a programação seja cancelada por ele. Exemplo: o investidor pode comprar R$ 1.000,00 de um determinado título (ou de uma combinação deles) mensalmente, durante 1 ano.

1.2 Agendamento de Venda
No caso do agendamento da venda, o investidor poderá programar antecipadamente o dia de venda de seus títulos (sempre às quartas-feiras). Essa operação será feita com base na quantidade de títulos que ele deseja vender.
Exemplo: o investidor deseja vender 2 títulos NTN-B de sua carteira em uma quarta-feira de sua preferência.

1.3 Reinvestimento dos Juros e do Valor Resgatado no Vencimento
Nesta modalidade o investidor poderá direcionar o dinheiro que ele recebe automaticamente para uma nova aplicação, bastando que indique sua opção de novo título. Além disso, ele poderá optar por reinvestir tudo ou  somente parte do investimento original. No caso do reinvestimento dos cupons de juros, a operação ocorrerá até que a programação seja cancelada ou até o vencimento do título. É importante dizer que a replicação se dará pelo valor líquido que será recebido pelo investidor, ou seja, a reaplicação é feita pelo valor dos cupons de juros ou do valor resgatado na data do vencimento, já descontados dos impostos e taxas devidos. Exemplo: o investidor pode reaplicar os cupons de juros da NTNB que ele recebe no próprio título. Ou ainda, no evento de um vencimento (resgate) o investidor pode programar o reinvestimento de uma LTN com prazo de 2 anos em outro título com mesma característica.

Antes do dia da realização da operação, todos os agendamentos feitos poderão ser consultados e alterados a qualquer momento pelo investidor. Ainda, caso um determinado título envolvido na programação deixe de ser ofertado, o investidor será avisado por correio eletrônico e poderá refazer sua programação. Caso o investidor não altere seu agendamento, este será cancelado automaticamente. As funcionalidades para realização de compras programadas, de reinvestimentos automáticos e de vendas agendadas serão disponibilizadas de acordo com a opção de cada Instituição Financeira. Os investidores poderão consultar, no site do Tesouro Direto, quais instituições oferecem essas funcionalidades aos seus investidores.

2. Redução dos Custos
Ao aplicar no Tesouro Direto por meio das novas funcionalidades, o investidor obterá uma redução nos custos, por meio de uma menor taxa de negociação da BM&FBOVESPA. A partir da terceira compra realizada pelo mesmo agendamento, a taxa de negociação cobrada cairá de 0,10% para 0,05%. Além disso, ao optar pelo reinvestimento automático do vencimento do título ou do cupom semestral de juros, o investidor não pagará taxa de negociação.

3. Novos Limites de Compra e Venda

Compras Tradicionais: O limite mínimo de compra cai de 20% para 10% de uma unidade de título. Considerando os preços dos títulos atualmente ofertados no Tesouro Direto, isso significa que o investidor vai poder fazer sua aplicação com cerca de R$ 70,00. O limite máximo mensal de compras será alterado de R$ 400.000,00 para R$ 1.000.000,00.

Compras e Vendas Programadas e Reinvestimento de Cupons e Vencimentos. Os investidores que decidirem fazer suas aplicações por meio de agendamento terão a vantagem de realizar suas compras obedecendo à parcela mínima de apenas 1% do preço unitário de cada título, desde que respeitado o limite financeiro mínimo de R$ 30,00. O limite financeiro máximo para as compras programadas será o mesmo adotado para as compras tradicionais. Não há limite financeiro para vendas.

Está com dúvida ainda!? Então baixe gratuitamente para seu computador a cartilha que o Tesouro Direto elaborou explicando em detalhes todas essas novas mudança! (aliás, a cartilha está excelente, com muitos exemplos, gráficos e ilustrações, feita sob medida para o investidor iniciante).

Resumindo tudo em uma frase só: o que já era ótimo ficou melhor ainda, uma vez que os custos foram reduzidos (apenas em relação às novas funcionalidades), os valores mínimos de aplicação também caíram e a forma de investimento ficou menos “burocratizada”. Entretanto (há sempre um “porém”….rsrs), para aproveitar todas essas novas funcionalidades, não são todas as corretoras que estão habilitadas. De acordo com a página do programa, no presente momento, as únicas que estão prontas para oferecer essas novas ferramentas são as seguintes:

Banif
BES Securities Brasil
Corval
Diferencial
Elite
Escritório Lerosa
HSBC
Interbolsa
Novinvest
Oliveira Franco
Renascença
Uniletra
XP Investimentos

Sendo que, dentre as listadas acima, somente a Banif possui taxa zero para operar no Tesouro Direto (obs: embora a Banif tenha passado a cobrar tarifa de custódia para investimentos em ações, atendidas certas premissas, conforme explicamos aqui, a taxa zero continua para investimentos no Tesouro Direto).

Esperamos que, com o passar do tempo, mais e mais corretoras implementem essas novas funcionalidades em seus respectivos sistemas, principalmente as corretoras independentes, que podem oferecer um grande diferencial em relação aos péssimos (e caros) produtos de renda fixa dos bancos de varejo.

Se você já investe no Tesouro Direto, sinta-se um privilegiado, pois, de acordo com os últimos dados divulgados pelo Tesouro Nacional, menos de 300 mil investidores estavam cadastrados no programa. E, se você ainda não está cadastrado, não perca tempo! Cadastre-se já numa corretora e faça parte do time de vencedores! 😀

Banco do Brasil reduz aplicação mínima para R$ 1 para alguns fundos de renda fixa (e desde que você receba salário pelo banco)

Ok, ok, eu sei que isso parece ser mais uma estratégia de marketing do que algo que possa ter alguma utilidade mais prática, principalmente para a grande maioria dos leitores daqui do blog, que já estão carecas de saber que investimentos em bancos de varejo são, geralmente, péssimas escolhas financeiras, conforme já dissemos nos seguintes posts: A matemática não mente – Parte 2! Tesouro Direto está dando um banho nos fundos de renda fixa dos bancos de varejo e A matemática não mente: Tesouro Direto está dando um banho nos fundos dos bancos de varejo. Desde que…

Mas não deixa de ter valor essa redução, que pode ter alguma utilidade em determinadas situações. Pense, por exemplo, na pessoa que deseja ter alguma rentabilidade em seus investimentos, ainda que mínima, no curtíssimo prazo – por exemplo, em menos de 1 mês. Nesse caso, aplicando o dinheiro na poupança, e sacando-o antes da data “de aniversário” da aplicação, o investidor não receberá rentabilidade alguma.

No entanto, deixando o dinheiro numa aplicação dessas, ele receberá alguma coisa, nem que seja um valor irrisório (por conta da tributação do IR em sua alíquota máxima de 22,5% sobre os rendimentos, aliado à pesada tributação do IOF sobre resgates dentro dos 30 dias da data da aplicação). Assim, para determinadas e específicas situações, essa redução das taxas de administração pode ser útil.

De qualquer forma, sendo ou não uma boa medida essa (acredito que seja, para determinadas e específicas situações), registro aqui a minha perplexidade com que esse banco tem sido usado como instrumento de realização de políticas do governo (redução de taxas de juros para consumo, de taxas de administração para investimentos etc. Por quê não antes!?). E, como essa é uma empresa que tem ações em Bolsa, quem mais sofre com isso são os acionistas (é o tal do risco político de se investir em empresas estatais aparecendo…), que amargam queda nas cotações do BBAS3, até o dia de ontem, de impressionantes -14,19% – e olhem que ainda temos mais um semestre inteiro pela frente…

CEF extingue a taxa de carregamento de entrada para planos de previdência privada

O problema não é o modelo de previdência privada (PGBL e VGBL) em si, mas sim os absurdos valores cobrados pelos bancos a título de taxas de administração e carregamento, aliados, é claro, a gerentes inescrupulosos, de um lado, que precisam bater metas + clientes/consumidores desinformados, de outro lado, analfabetos financeiramente, e sem o perfil adequado para esse tipo de produto (por exemplo, declaram o imposto de renda pelo modelo simplificado, mas fazem PGBL com tributação regressiva definitiva só para “ajudar o gerente a bater uma meta”). Pronto, estão aí todos os ingredientes para esse explosivo caldeirão que faz a alegria das instituições financeiras, mas que, em contrapartida, empobrece os investidores pessoas físicas que acreditam em tudo o que o seu gerente diz.

Nesse cenário de armadilhas e produtos financeiros muito caros, não deixa de ser esperançosa a notícia de que a CEF não irá mais cobrar taxa de carregamento de entrada para seus planos de previdência privada, inclusive para aqueles de valores menores, cujas contribuições começam em R$ 35,00 mensais.

Entretanto, é preciso ficar atento às taxas de administração, que variam entre 0,5% a 2%. de acordo com o volume do investimento, e também, conforme matéria publicada na Exame, às taxas de carregamento na saída (minha nossa, como previdência privada tem taxas!), que igualmente varia, ou seja, quanto mais tempo o investidor ficar na aplicação, menor será a taxa de carregamento cobrada na saída, podendo obter até a isenção, dependendo do fundo escolhido.

A isenção nas taxas de carregamento não chega a ser exatamente uma novidade, haja vista que outros bancos também possuem esse diferencial. O problema é que, geralmente, esses produtos com isenção de taxa de carregamento exigem um valor alto de aplicação inicial ou mensal, o que, de certa forma, acaba “elitizando” o produto, tornando-o atraente somente para uma minoria da população, sendo que a grande massa continuaria a pagar essas altas taxas.

A novidade, no caso da CEF, fica para o público-alvo que pode se beneficiar desse tipo de aplicação financeira. Hoje, é plenamente possível, em boa parte dos bancos que comercializam esse tipo de aplicação, contribuir mensalmente para um PGBL aplicando R$ 50 mensais, só que, nesse caso e para essa faixa de valores “popular”, normalmente você paga uns 3% de taxa de administração, e mais uns 5% a título de carregamento de entrada. A CEF vira um pouco o jogo, pois, para essa mesma faixa de valores, a taxa de carregamento fica extinta, sendo cobradas “apenas” as taxas de administração e de carregamento na saída, as quais são variáveis em função do volume investido e do tempo de permanência no produto.

Espera-se que mais redução de taxas ocorra no âmbito dos planos de previdência, ainda mais agora, com essas reduções todas da taxa SELIC, que estão fazendo com que a grande maioria dos fundos de previdência privada que aplicam em renda fixa estejam acumulando rentabilidade real negativa, derivada da explosiva combinação de altas taxas de administração (que “comem” boa parte da rentabilidade bruta final), inflação alta, na casa dos 4 a 5% a.a. (que corrói o poder de compra do dinheiro), e taxa de juros historicamente baixa (que faz o ganho real das aplicações financeiras despencar).

Agradeço aos leitores Joaquim (aqui no blog) e Fabi Branchini (no Twitter) pelo envio das notícias!

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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24 Responses to Resumão (de boas notícias!) da semana: Tesouro Direto, BB e Caixa

  1. Luiz 2 de junho de 2012 at 11:14 #

    Bom dia Guilherme.
    Obrigado por compartilhar conosco estas notícias!
    Apenas uma retificação: segundo o guia com as novas funcionalidades, “Para compras realizadas por meio da funcionalidade de compra programada a redução será de 50% na taxa de negociação, a partir da terceira compra do MESMO agendamento”.
    Pelo que está escrito, esta redução somente valerá para as compras realizadas no mesmo agendamento. Por exemplo, quando o cliente tiver agendado uma compra periódica mês a mês, no terceiro mês do mesmo agendamento a taxa de negociação cairá pela metade.
    Do jeito que o seu texto está escrito, parece que a redução seria a partir da terceira compra realizada por meio de agendamento (qualquer agendamento). Fui claro?
    Um abraço!

    • Guilherme 2 de junho de 2012 at 12:35 #

      Bom dia, Luiz!

      Você foi claro, sim! É que eu transcrevi a informação que tinha no site, que não é tão clara quanto a informação disponibilizada na própria cartilha (material em pdf).

      Assim, visando tornar mais clara a informação, já fiz a correção no texto do post.

      Obrigado! E viva o Tesouro Direto!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  2. Rosana 2 de junho de 2012 at 15:01 #

    Oi, Guilherme

    Muito bom seu artigo! Lembro que no ano passado foi anunciado que esse ano viriam algumas mudanças no TD. Gostei de saber que agora dá para comprar 10% dos títulos. Vou baixar a cartilha.
    Abraços,
    Rosana

    • Guilherme 2 de junho de 2012 at 18:42 #

      Olá, Rosana, obrigado! Essas mudanças vão facilitar bastante o acesso do investidor pessoa física ao Tesouro Direto, e a diminuição do “ticket” de entrada é sem dúvida um ponto muito positivo!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  3. Investidor de Risco 3 de junho de 2012 at 12:39 #

    Tudo bem, Guilherme? Realmente ótimas notícias!!! A parcela da carteira em investimentos de baixo risco agradece!!! 🙂
    A melhor de todas, na minha opinião, é a extinção da taxa de carregamento nos planos de previdência… espero que o BB siga o mesmo caminho…

    • Guilherme 3 de junho de 2012 at 18:46 #

      Obrigado!

      Quanto à extinção da taxa de carregamento para os planos do BB, também espero, IR… 🙂

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  4. Luiz Antonio 5 de junho de 2012 at 9:17 #

    Bom dia,

    Gostaria de saber em relação aos investimentos de curtíssimo prazo (menos de 1 mês). Esses investimentos são muito complicados de serem declarados IR? Teria algum exemplo de quanto “renderia” esse tipo de aplicação para uns 10 dias?

    Obrigado.

    • Guilherme 5 de junho de 2012 at 21:38 #

      Luiz, boa noite!

      São bem fáceis de serem declarados no IRPF. Normalmente, o IR é retido na fonte, logo, não há complicação.

      A rentabilidade é mínima, na casa, tô chutando, dos 0,02% a 0,05% líquido. Mas já é alguma coisa, concorda comigo!? 😀

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

      • Luiz Antonio 6 de junho de 2012 at 13:26 #

        Concordo sim. São alguns centavinhos que valem 🙂
        Nesse sentido, o que vc recomenda fazer nos fundos do BB ? Qual o mais indicado?

        Obrigado e desculpe o incômodo!!

        • Guilherme 6 de julho de 2012 at 6:32 #

          Para objetivos de curtíssimo prazo, como é o seu caso, eu não arriscaria, e optaria pelos fundos referenciados DI. 🙂

          É isso aí!
          Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  5. Viver de Renda 5 de junho de 2012 at 11:16 #

    Ufa, ainda bem que aumentaram o limite mensal para 1 milhão! Já estava ficando preocupado!!! 😛

    Abraços, meu caro!

    • Guilherme 5 de junho de 2012 at 21:40 #

      Grande Viver, essa notícia veio sob medida pra vc! 😀 ….rsrsrs

      Abração!

  6. quero investir 5 de junho de 2012 at 19:02 #

    Se as notícias são tão boas assim, gostaria de saber porque os títulos do tesouro só tem desvaloriado nos ultimos dias, só neste mês já desvalorizou 6%, isso significa que quem adiquiriu títulos do tesouro nos ultimos dias está amargurando um grande presjuizo.

    • Guilherme 5 de junho de 2012 at 21:41 #

      A desvalorização se deve a oscilações naturais do mercado. O prejuízo só ocorreria se o investidor estivesse especulando com os títulos do TD no curto prazo. Para quem se mantém fiel a carregar o papel até o vencimento, não há problemas: ele vai receber a rentabilidade contratada no momento da aplicação. 🙂

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

      • Fernando 6 de junho de 2012 at 13:15 #

        As oscilações que tivemos foi IPCA e SELIC que tivemos queda e um aumento no IGPM. O que no geral, deveriamos ter quedas de Juros pago pelo Tesouro e não aumento, o que vem ocorrendo.

  7. Fernando 6 de junho de 2012 at 13:12 #

    Como você explica essa queda de rentabilidade nos últimos 30 dias mesmo com as quedas de juros SELIC e IPCA?

    NTN-F 01/01/2021 -0,53%
    NTN-B Principal 15/05/2035 -6,72%
    NTN-B 15/05/2035 -3,96%

    Abraço

    • Guilherme 6 de julho de 2012 at 6:31 #

      Oscilações do mercado diante de possíveis mudanças no cenário econômico futuro. Importante destacar que quem carregar o papel até o vencimento mantém todas as taxas de juros contratadas.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  8. Anderson 6 de junho de 2012 at 16:56 #

    Guilherme, “De acordo com a página do programa” TODOS os Agentes que possuem taxa zero para operar no Tesouro Direto estão prontos para oferecer essas novas ferramentas: Banif, Convenção, Socopa, Spinelli e Título.

    • Igor 6 de junho de 2012 at 17:10 #

      Sim, a lista já cresceu bastante.

  9. Guilherme 6 de julho de 2012 at 6:29 #

    Obrigado pelas informações, Anderson e Igor! Essa é uma boa notícia, que irá estimular o uso das novas funcionalidades do TD.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  10. Eduardo 19 de agosto de 2012 at 9:41 #

    Pois é, pena que o Banco do Brasil, além de ter uma das taxas mais caras para quem quer investir no TD, ainda não investe em segurança do seu site.

    Estou há duas semanas sem poder fazer qualquer operação na área de Tesouro Direto porque o certificado de segurança que eles oferecem está com problemas. Vejam com os próprios olhos:
    https://www41.bb.com.br/portalbb/tdr

    Já abri chamado no suporte técnico, SAC, e até hoje não tive nenhum retorno.
    Mais um motivo para NUNCA utilizarem o BB para suas aplicações no tesouro direto.

    • Guilherme 21 de agosto de 2012 at 19:45 #

      Impressionante, Eduardo, essa falta de cuidado do BB. Comecei operando no TD por eles, mas, depois que descobri as corretoras independentes, abandonei o barco, quero dizer, o BB.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  11. Thiago 11 de setembro de 2012 at 23:28 #

    Excelente post! Não conhecia o site, achei bem interessante!

    Trabalho com o bb e este banco é meu agente de custodia no td. Como proceder para transferir os titulos que eu tenho para um novo agente?

    Você comentou que passou por isso e talvez possa me ajudar.

    • Guilherme 23 de setembro de 2012 at 9:25 #

      Thiago, obrigado! Para transferir os títulos, solicite ao BB um formulário de transferência de custódia.

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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