[Guest post] Os recentes cortes nas taxas de juros permitem aos consumidores quitar dívidas antigas com mais facilidade

Esse artigo é uma colaboração de Guilherme da Luz, autor do site Emprestimo.org, especializado em oferecer dicas e dar conselhos para que se tome uma decisão correta na hora de solicitar um empréstimo.

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O empréstimo é uma forma de auxílio financeiro rápido para pessoas que queiram quitar dívidas, cobrir despesas ou até mesmo conseguir aquisições maiores como imóveis e automóveis, por exemplo. No Brasil, existem diversas modalidades de créditos, dentre as elas as mais populares são: o crédito consignado, crédito pessoal, financiamento de imóveis, e aquisição de veículos. Enfim, são diversas oportunidades que os bancos disponibilizam tanto para pessoas jurídicas quanto para pessoas físicas. Cada uma possui os seus requisitos próprios, que são avaliados no ato do contrato com o banco.

O crédito consignado, por exemplo, é uma modalidade de empréstimo em que as prestações são descontadas da folha de pagamento, diferente do que ocorre com o crédito pessoal (que pode ser utilizado para diversos fins sem que esteja necessariamente atrelado a uma especificidade), os trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos, aposentados e pensionistas têm o salário deduzido das prestações que são devidas ao banco. Para o crédito consignado do Banco do Brasil, em regra, o primeiro desconto em folha pode acontecer até 59 dias da assinatura do contrato de empréstimo.

A grande novidade no tocante a empréstimos e financiamentos é que nos últimos dias houve uma mudança substancial nas taxas de juros dos principais serviços do Banco do Brasil. O Banco do Brasil, por sua vez decidiu colocar um piso de 0,84% de juros ao mês para o empréstimo consignado, o qual já foi brevemente esclarecido.  Quanto ao crédito pessoal, por possuir menor garantia ao banco (já que não é descontado diretamente da folha de pagamento, justamente por não se restringir aos trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos etc.) as garantias são bem menores e as taxas são maiores. Porém, com a nova mudança essas taxas de juros ficarão em torno de 2,33% a 2,53% ao mês.

Com tantas boas notícias, nos últimos dias, a Caixa Econômica Federal, seguindo o mesmo caminho do Banco do Brasil resolveu, do mesmo modo, reduzir em até 88% as taxas de juros de seus principais serviços para micro e pequenas empresas e para pessoas físicas. As maiores reduções de taxas de juros são, especialmente, nas linhas de crédito. Para crédito consignado, por exemplo, a taxa passou de 2,82% para 1,95% ao mês, para financiamento de veículos a taxa mínima ficou em 0,85% variável até 2,25% ao mês.

Com essas modificações, a quitação de dívidas antigas é a oportunidade que se faz presente. O movimento de redução de juros da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil que são, respectivamente, empresa pública e economia mista, tende a se expandir aos bancos privados, de acordo com o relato de especialistas na área, porém, na atual conjuntura, as mudanças são apenas para clientes desses bancos. Vale a pena aproveitar.

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Guilherme da Luz é autor do site Emprestimo.org, construído especialmente para oferecer dicas e dar conselhos para que se tome uma decisão correta na hora de solicitar um empréstimo.

* Créditos da imagem: Free Digital Photos

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