[Guest post] Morri! E agora? Os reflexos financeiros que vão restar quando você se for!

O blog Valores Reais mais uma vez tem a satisfação de apresentar um texto escrito por uma de nossos leitoras! O tema abordado também é inédito, não só por aqui, mas também – ao que eu saiba – na blogosfera financeira: afinal de contas, o que fazer quando você morrer? Não estou perguntando o que você vai fazer quando morrer, mas sim o que as outras pessoas irão fazer quando você morrer. Elas saberão cuidar do patrimônio que você deixou? Elas saberão onde estarão guardados seus documentos pessoais? Eles saberão quantas contas bancárias e quais investimentos você tinha? Preparar seus entes queridos para o pós-morte é fundamental para deixá-los mais tranquilos a respeito da reorganização financeira da família. E, como diz a Larissa Schucht, “supondo que você também terá que arrumar a bagunça de alguém, por tabela, o assunto também é do seu interesse“.

Créditos da imagem: Free Digital Photos

Temos aqui um conjunto de dicas muito legais da leitora Larissa Schucht, que certamente lhe ajudará a refletir e a – sobretudo – agir a respeito do assunto. Boa leitura!

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Morri! E agora?

Eu vou morrer. Você também.

Continue lendo. Esse assunto pode não ser do seu interesse hoje, mas será do interesse daqueles que vão arrumar a bagunça que você deixar quando morrer. Supondo que você também terá que arrumar a bagunça de alguém, por tabela, o assunto também é do seu interesse. Confie em mim, mais cedo ou mais tarde será útil.

Não. Eu não estou mórbida ou doida. Muito menos desejando que você morra. Trata-se de mera constatação, vai acontecer com você também. E por isso precisamos ser PRÁTICOS. =D

Uma forma simples de avaliar a vida da pessoa é observar o que fica para o inventariante organizar quando a pessoa morre. Larissa, que assunto é esse? Eu explico.

Todos os anos eu invisto 2 dias no mês de janeiro pra arrumar o meu escritório (o de casa…) e um dia por mês, todos os meses, para atualizar, organizar, arrumar, gerenciar e arquivar papéis, contas, documentos etc.

Pode parecer muito tempo, não é. Nesses dias eu organizo os papéis, a vida e os sentimentos.

Separo e classifico toda a documentação e as contas, rearquivo ou elimino o que puder, refaço anotações e aproveito pra ouvir uma boa música e tomar uma tacinha de vinho tinto enquanto organizo. Aproveito pra pedir uma pizza de margherita e curtir a vida. Ligo um som bem alto (no 12, e ouço, canto e azucrino o ouvido dos vizinhos, sou absolutamente desafinada!)

Só consigo fazer esse processo se estiver absolutamente sozinha. Reforça minha sanidade!

Quando meu pai faleceu gastamos quase 6 anos pra finalizar o inventário. Não por excesso de bens, mas por excesso de caos. Juro, não tinha sequer uma semana que o assunto não me assombrava. E era papel, e era advogado, e era documentação. E era tanta falta de informação da família sobre os CNPJs das empresas, documentações, pendências, restrições, ativo e passivo que demoramos um tempão pra regularizar tudo.

A questão é a seguinte. Quando eu morrer meu marido já tem as exatas orientações sobre como proceder.

Eu não vou te contar o que eu faço, é absolutamente confidencial mas vou dar umas dicas do que você pode fazer:

1.       Arquive seus relatórios financeiros e planilha de investimentos em um lugar que os herdeiros possam ter acesso e avise a alguém em quem você possa confiar. Não, eu não sei em quem você pode confiar, mas reflita e encontre a pessoa. Se você parar pra pensar vai encontrar, afinal como diz a PNL a resposta sempre está dentro de nós; =D

2.       Arquive todas as declarações de IR (e os recibos) de todos os anos em local seguro e avise o cônjuge, em geral, o coitado é o último a saber que você não fez o que deveria enquanto estava vivo;

3.       Adote o hábito de conversar sobre a vida financeira, sonhos e projetos, de modo que cada um saiba exatamente o que esperar quando o outro se for, tendo amplo e irrestrito conhecimento de saldos no banco, senhas de acesso a sistemas financeiros, empréstimos e financiamentos contraídos;

4.       Arquive e liste as apólices de seguro de vida e previdência privada (muita gente morre e só muito tempo depois a família fica sabendo que tal apólice existia);

5.      Mantenha em local seguro e centralizado todos os documentos pessoais e cópias dos mesmos, nas urgências isso facilita a vida, otimiza os processos e poupa dor de cabeça e fila pra tirar a simples cópia de um RG;

6.       Se o número de bens for significativo faça um testamento, a lei tem as regras dela e você pode ter as suas preferências, e o melhor é deixá-las escritas observando estritamente o que prevê o Código Civil, confie em mim, você vai me agradecer quando passar para o lado de lá;

7.       Relacione as contas (corrente e poupança) que vocês têm e, lembre-se de alertar quem ficar de que quando alguém morre é necessário comunicar do óbito tão logo seja possível. Quem precisa ser avisado de um óbito? bancos, plano de saúde, cartórios (caso haja procurações para serem revogados os direitos ou obrigações) dentre outros;

8.       Relacione também a conta investimento no país e no exterior (se você opera Forex), juntamente com os usuários e senhas para que o cônjuge saiba o que fazer;

9.       Arquive as contas pagas por 5 anos;

10.   Arquive a documentação relacionada à Imposto de Renda por 10 anos;

11.   Arquive os exames médicos por 5 anos, isso pode prevenir futura demanda por planos de saúde, empresas de previdência ou seguradoras;

12.   Arquive todas as faturas de cartões de crédito, após a conferência, também por 5 anos;

13.   Arquive as contas telefônicas, energia elétrica e condomínio em pastas ou caixas específicas;

14.   Se estiver reformando sua casa ou apartamento arquive o projeto, cartões, dados, notas fiscais, cupons e 2ª via de cartão de crédito em uma caixa ou pasta, para facilitar o acesso durante a obra. Ao final da obra, elimine o que não é necessário e arquive o resto sob a rubrica: obra tal, ano tal, documentação tal. Lembre-se, se você mora em prédio, comunique o síndico por escrito e pegue recibo;

15. Se você investe em imóveis tenha cópia das escrituras, matrículas. Monte ainda uma planilha contendo todas as características gerais dos imóveis, contendo metragem, valor de mercado, se está alugado ou não, valor do condomínio, necessidades de reparo, índice de inadimplência anual do pagamento de taxa de condomínio;

16.  Arquive toda a documentação em um armário adotando a seguinte classificação: uso mensalmente, uso semestralmente, uso anualmente. Atenção: elas devem estar em lugar de fácil acesso para que você tenha motivação para mantê-las organizadas. Xô preguiça meu rei!

17.   Todo ano reavalie as pastas e a classificação, alterando o conteúdo se necessário e também alterando o local físico em que se encontram;

18.   Anualmente elimine o que não precisa mais (é normal no estilo moderno de vida que levamos um grande acúmulo de papel, faz parte do processo, entretanto isso não justifica caos e desorganização);

19.   Adote 2 caixas/pastas para manter seus documentos e contas centralizados e organizados antes de efetuar os devidos lançamentos em planilhas ou sistema financeiro digital: 1) colocar os cupons para lançamento das despesas e receitas (coloque lá: extrato de banco, fatura do cartão antes de conferir, todas as 2ª vias de cartão de crédito/débito até o lançamento no sistema financeiro, sim! Adote um sistema para controlar as despesas e receitas, nem o meu cérebro e nem o seu estão aptos a fazer contabilidade mental), 2) notas fiscais (subdivida as notas: 1. Lar-manutenção, 2. Despesas pessoais (roupas, acessórios, utensílios) 3. Despesas filhos;

Mantenha a vida financeira da família organizada e restarão poucas dificuldades para quando o seu dia chegar. Relaxe, esse dia chega pra todo mundo! Até pra você!

E pra quem fica o melhor é que restem boas lembranças e não pesadelos jurídicos, bancários ou fiscais pra resolver.

Ufa! Bom ano e a gente se vê por aí!

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LarissaSchucht, curiosa, blogueira do Marido na Cozinha, empreendedora, hiperativa, gulosa, interessada em moda e metida a estudar finanças empresariais e pessoais, quer viver até os 115 anos e ter mais umas 2 carreiras! Siga-a no Twitter: @LarissaSchucht

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19 Responses to [Guest post] Morri! E agora? Os reflexos financeiros que vão restar quando você se for!

  1. MJC 13 de fevereiro de 2012 at 6:49 #

    Gostei muito do post. Já faço um pouco dessas coisas, aprendi com minha mãe.

    Sobre o negócio de guardar contas pagas, não sei se é mais necessário guardar o comprovante por 5 anos. Atualmente as empresas enviam uma vez por ano um comprovante de quitação do ano anterior, então teoricamente basta guardar esses comprovantes no lugar das contas passadas.

  2. leoh 13 de fevereiro de 2012 at 7:46 #

    Outra solução, escanear todos estes documentos que não precisam de cópias originais e guardar em algum lugar na internet (Ex.: Skydrive).

  3. Jônatas R. Silva 13 de fevereiro de 2012 at 7:53 #

    Larissa,
    Guilherme,
    Dicas preciosas para todos. Gostei demais do post. Pelo máximo que já mantenho as coisas organizadas agora tenho um manual.
    Obrigado,

    Abraço

  4. Lu 13 de fevereiro de 2012 at 8:14 #

    Muito bom. Informação importantissima para todos, tb tive trabalho demais quando meu sogro faleceu, foram mais de 6 anos de inventario e cada dia aparecia mais uma encrenca, foi um aprendizado para manter tudo em ordem.

  5. Flavio 13 de fevereiro de 2012 at 10:29 #

    Sou bem organizado com documentos e contas. E todo fechamento de mês registro numa planilha o saldo dos meus investimentos (faço isso desde 2006). Se eu empacotar agora, não vou dar muito trabalho. 😉

    Comprovantes de IR só precisam ser guardados por até 5 anos, que é o prazo de prescrição segundo a legislação fiscal. Eu guardo todos, mas é mais pelo histórico da minha situação patrimonial, que me interessa.

    Com o condomínio eu faço o seguinte: em janeiro peço para a administradora emitir um documento certificando que eu meu imóvel não tem dívidas para com o condomínio. De posse desse documento, jogo fora os 12 boletos e comprovantes do ano anterior.

  6. Ivam 13 de fevereiro de 2012 at 13:33 #

    Muito bom o post. As dicas são úteis não apenas quando voce parte desta para melhor, mas também para o presente: a orgarnização nos ajuda a refletir vários aspectos da vida e direcionar seu rumo, inclusive na área financeira.

  7. Thiago Dias Quintino 13 de fevereiro de 2012 at 18:28 #

    Ótimo reflexão Larissa. Como o nosso colega Ivam nos disse, são dicas úteis para nossa vida diária.

    Parabéns a você também Guilherme, por disponibilizar um material tão rico.

    Ótima semana a todos…

  8. Letícia 14 de fevereiro de 2012 at 22:37 #

    Oi!!
    Meu e-mail é leticia.rozendo@yahoo.com.br
    Se alguém puder me responder por e-mail vou agradecer…
    Sou correntista do BB, recebo um benefício de pensão por morte, no entanto pretendo morar por um anos nos Estados Unidos, gostaria de saber qual a melhor pra eu passar este tempo todo fora e continuar sacando meu benefício por lá, com as menores taxas possíveis
    agradeço
    abrçs

  9. Alexandre 16 de fevereiro de 2012 at 23:51 #

    Antes de morrer sugiro a leitura da matéria da Mara Luquet “Vale a pena investir em fundos?” http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/maraluquet/

  10. Larissa Schucht 18 de fevereiro de 2012 at 10:51 #

    Amigos,
    Obrigada pelos elogios.
    Sucesso a todos rumo a uma vida financeira equilibrada.
    #TamoJunto na blogoesfera.
    Larissa

  11. Wilian Delatorre 20 de fevereiro de 2012 at 17:21 #

    Ótimo post. Adoro organizar as minhas contas e documentos. Mas tenho um péssimo hábito deixo acumular a papelada a cada 6 meses é só depois organizo, hehe.

  12. Futuro Milionário 21 de fevereiro de 2012 at 21:50 #

    Guilherme, como é que ficou aquela questão de IOF sob compras no Paypal usando cartão de crédito? Cartão Saraiva cobra IOF? Estou pensando em adquirir um só por causa disso.

    Gostaria de saber se você tem interesse em ter o nome do seu blog na minha lista de blogs recomendados, em troca de eu ter o meu na sua lista.

    Meu blog é milhao2013.blogspot.com
    Caso tenha, por favor coloque aí e me dê um toque lá que eu coloco na mesma hora

    Obrigado

    • Guilherme 25 de fevereiro de 2012 at 17:57 #

      Atualizando os comentários…

      F.M., a questão do IOF sobre compras internacionais usando o Paypal ainda não está fechada, havendo bancos que cobram e outros que não cobram.

      Vou fazer uma visita no seu blog!

      É isso aí!
      Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  13. Rafael Pereira 23 de fevereiro de 2012 at 17:47 #

    Eu já fazia alguma dessas coisas,mas agora vou incorporar o resto à minha rotina ( lá vou eu comprar mais pastas!\o/ )

  14. Alexandre 1 de março de 2012 at 22:24 #

    Guilherme e Larissa,

    Recebi um e-mail de minha prima com uma mensagem que acho justa dividir com todos os leitores.
    Os 5 arrependimentos mais comuns no leito de morte (matéria publicada na Revista Exame e disponível em http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/comportamento/noticias/os-5-arrependimentos-mais-comuns-no-leito-de-morte?page=1&slug_name=os-5-arrependimentos-mais-comuns-no-leito-de-morte )

    “Uma enfermeira australiana, que acompanhou seus pacientes terminais durante as últimas 12 semanas de vida deles, revelou os arrependimentos mais comuns entre os que estão no leito de morte. O desejo de ter trabalhado menos é um deles, acredite.
    Bronnie Ware gravou as epifanias dos seus pacientes e as postou em seu blog. De acordo com o jornal The Guardian, as observações sobre seu trabalho foram tantas que ela foi convidada a publicar o livro “The Top Five Regrets of the Dying”.

    “As pessoas crescem muito quando elas se deparam com sua própria mortalidade”, diz a enfermeira. “Quando elas são questionadas sobre algum arrependimento que tiveram ou se elas fariam qualquer coisa diferente na vida, temas comuns vêm à tona”, acrescenta Bronnie Ware.

    Aqui estão os 5 arrependimentos mais comuns listados por ela:
    (BRONNIE WARE)

    Durante muitos anos trabalhei dando assistência a pacientes terminais. Meus pacientes eram aqueles que voltavam para casa só para morrer, e com eles compartilhei momentos extremamente especiais. Em suas últimas três a doze semanas de vida eu passava com eles.

    As pessoas crescem muito quando se deparam com sua própria mortalidade. Aprendi a nunca subestimar a capacidade que as pessoas têm de crescer. Algumas mudanças eram fenomenais. Cada um desses pacientes sentia uma variedade de emoções: negação, medo, raiva, remorso, mais negação e por fim aceitação. Entretanto, todos os pacientes encontravam a paz antes de partirem, todos sem exceção.

    Quando lhes perguntava se tinham algum arrependimento ou se fariam algo diferente em suas vidas, os assuntos eram sempre os mesmos. Os cincos principais seguem abaixo:

    1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver uma vida fiel ao que eu sou, e não a vida que os outros esperavam de mim.

    Este é o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que sua vida está quase no fim e olham abertamente para trás, é fácil perceber que muitos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não honrou nem a metade dos seus sonhos e morreu sabendo que era por causa das escolhas que fizeram, ou deixaram de fazer.

    É muito importante tentar ou pelo menos honrar alguns de seus sonhos ao longo do caminho.

    Quando você perder a saúde, será tarde demais. Só se percebe a liberdade que a saúde traz, quando já não a temos mais.

    2. Eu gostaria de ter trabalhado menos.

    Todos os pacientes do sexo masculino que eu acompanhei tinham esse arrependimento. Eles perderam o crescimento de seus filhos e o companheirismo do parceiro.

    As mulheres também citaram este arrependimento, mas como a maioria era de uma geração menos recente, muitas pacientes do sexo feminino não tinham sido chefes de família. Todos os homens que eu acompanhei se arrependeram profundamente de passar tanto tempo da sua vida com foco excessivo no trabalho. Ao simplificar o estilo de vida e fazer escolhas conscientes ao longo d vida, é possível que você não precise de um salário tão alto. Ao criar mais espaço em sua vida, você se torna mais feliz e mais aberto a novas oportunidades, que serão mais adequadas ao seu novo estilo de vida.

    3. Eu gostaria de ter tido a coragem de expressar meus sentimentos.
    Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para manter a paz com os outros, por isso, muitas desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ao ressentimento que carregavam.

    Como resultado, tiveram uma existência medíocre e nunca se tornaram realmente quem eram capazes de ser.

    Nós não podemos controlar as reações dos outros. No entanto, mesmo que as pessoas reajam quando você muda a sua forma de ser e se expressa com honestidade a relação entra em um nível mais elevado e saudável. Ou isso acontece ou você se liberta de um relacionamento que não é saudável. Você ganha de qualquer maneira.

    4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos.

    Muitas vezes os pacientes terminais não percebiam os benefícios de ter antigos amigos por perto até a semana da sua morte, e nem sempre era possível encontrá-los. Muitos haviam se tornado tão centrados em suas próprias vidas que tinham deixado amizades de ouro se diluírem ao longo dos anos. Havia muito arrependimento por não dar atenção a essas amizades da forma que mereciam. Todos sentem falta dos amigos quando estão morrendo.

    É comum que as pessoas que têm um estilo de vida agitado, se esqueçam das amizades. Mas quando você se depara com a proximidade da morte, os detalhes físicos da vida caem por terra. As pessoas querem deixar as finanças em ordem, mas não é dinheiro, nem status, que tem importância real para elas. Querem deixar tudo em ordem para beneficiar as pessoas que amam, mas em geral, estão doentes e exaustas para gerenciar essas tarefas. Ao final, tudo se resume ao amor e relacionamentos, tudo o que resta nos dias finais é: amor e relacionamentos.

    5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz.

    Este arrependimento é surpreendentemente comum.

    Muitos não perceberam, até o fim da vida, que a felicidade é uma escolha.

    Eles haviam ficado presos em velhos padrões e hábitos. O chamado “conforto” com aquilo que é familiar sobrepujava suas emoções e a vida física. O medo das mudanças os faziam fingir para os outros e para si mesmos que eram felizes, enquanto lá no fundo ansiavam rir de verdade e ter uma certa loucura em suas vidas novamente.

    Quando se está no leito da morte, pouco importa o que os outros pensam de você. Que maravilhoso poder relaxar e sorrir novamente, bem antes de morrermos.

    A vida é uma escolha. É a SUA vida. Escolha com consciência, com sabedoria, com honestidade. Escolha ser feliz.

    Nota própria: O texto original está no blog da Bronnie Ware (http://www.inspirationandchai.com/Regrets-of-the-Dying.html)

  15. Guilherme 4 de março de 2012 at 19:39 #

    Alexandre,

    São comentários como os seus que me dão alegria de deixar a caixa de comentários sempre aberta a novas idéias! Que mensagem fascinante que você nos passou por meio desse link da Exame. Isso até daria “pano pra manga” pra um artigo completo aqui no blog. Estou rascunhando as ideias, pois as lições passadas por Bronnie Ware merecem ser espalhadas aos 4 ventos.

    Obrigado pela participação!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  16. ANDERSON 9 de março de 2012 at 10:44 #

    alexandre muito bom, melhor ainda perceber que estou bem em todos estes pontos citados, acho q só me arrependeria no meu leito de não ter entrado na bolsa ainda mais novo hhehehheh

  17. Guilherme Azevedo 15 de março de 2012 at 14:58 #

    Muito legal. Gostei bastante do artigo.
    Eu guardo todos os meus documentos, contas, contratos, imposto de renda, etc. Contudo guardo tudo em um único lugar “tudo junto e misturado” rs.
    Pelo menos tenho tudo bem relacionado e organizado no computador. Já é alguma coisa.
    Vou organizar isso o quanto antes.

  18. Guilherme 15 de março de 2012 at 22:05 #

    Obrigado Guilherme!

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