6 vantagens do PIBB11 – e não vou falar da baixa taxa de administração!

Que o PIBB11 é um fundo de ações negociado em Bolsa (ETF), bom, barato e diversificado, disso todo mundo já sabe. Como o objetivo do blog é sempre agregar novos conhecimentos ao leitor, irei destacar 6 outras vantagens, às vezes ocultas, desse excelente investimento no mercado de ações.

Tracking error positivo. Começando do começo: o “tracking error” é uma métrica utilizada para quantificar o desvio do retorno da carteira em relação ao retorno de seu índice de referência. Por exemplo, se um índice apresenta um retorno anual de + 4%, e o fundo apresenta um retorno anual de 3,7%, o erro de aderência do fundo é de 0,3%.  Normalmente, o erro de aderência deriva de dois principais fatores: inabilidade do gestor do fundo para acompanhar o índice, e também os custos operacionais, principalmente taxas de administração, corretagens e frequência alta de negociações dos papéis subjacentes ao índice.

Pois não é que o PIBB11, que espelha o IBRX-50, está com um retorno superior ao próprio benchmark? 😀

Fonte: PIBB

Exatamente. Até 07/12/2010, enquanto o PIBB retornou 249,42%, desde o seu início, o IBRX-50, para o mesmo período, retornou 247,77%. Está “sobrando” 1,65%. Superar o próprio índice de referência é aquilo que se convencionou chamar de tracking error positivo. É uma façanha que combina o melhor dos mundos: um gestor atento, aliado a uma taxa de administração competitiva. Embora esse histórico não seja garantia de que irá continuar a se repetir no futuro, há boas perspectivas de que isso continue sendo mantido, não só pela consistência desses retornos passados, mas também pelas fontes desses mesmos retornos.

Exposição da carteira ao boom do mercado imobiliário. Dentro da carteira do PIBB, há papéis de diversos setores da economia, como petróleo, mineração, siderúrgicas, consumo interno, telecomunicações e… setor imobiliário, como a Gafisa, Brookfield, Cyrela e PDG, dentre outras. Dessa forma, o investidor garante seu “pezinho” na expansão e crescimento desse importante setor da economia brasileira, beneficiando-se da valorização das ações das empresas componentes desse setor.

Mas não é só isso. Todas as 50 empresas integrantes do índice apresentam, em seu patrimônio, bens imóveis, os quais podem ser objeto inclusive de negócios como locação, revenda etc. Dessa forma, o investimento em PIBBs já garante uma significativa exposição do investimento ao setor imobiliário.

Cotas podem ser alugadas. Tal como ocorre com o aluguel de ações, as cotas dos fundos de índice também podem ser alugadas, o que possibilita um rendimento extra ao titular dos PIBBs, embora esse rendimento seja bem pequeno, como atestado pelo Viver de Renda em elucidativo (e engraçado) artigo a respeito. As taxas médias dos empréstimos podem ser consultadas aqui no site da CBLC. Mas não se anime muito: os rendimentos desse aluguel são bem modestos. No momento em que esse artigo estava sendo escrito, a consulta ao site da CBLC apontava uma taxa média de empréstimo de 3,88% a.a. Bom, pelo menos é renda passiva…

Diminuição máxima a fatores de risco. Quando você vai ao médico, ele diz que, para controlar o colesterol, você deve eliminar todos os fatores de risco possíveis: fumo, bebida, sedentarismo, má alimentação, dentre outros. Quando você diminui os fatores de risco, você estará, na proporção inversa, aumentando o retorno sobre seu investimento em saúde, que se traduz em mais anos de vida.

Com ações, ocorre algo semelhante. Há diversos riscos que você pode e deve evitar: risco do setor/estilo, que consiste em concentrar seus investimentos somente em determinados nichos do mercado, como elétricas, consumo, construção civil; risco do gestor, que é confiar a alguém para gerenciar suas ações, supondo que ele tenha alguma habilidade; fora o risco do investimento individual na própria empresa em si.

Ao investir num fundo amplo e bem diversificado, você estará reduzindo ao máximo a exposição a risco de sua carteira, deixando-a exposta apenas ao risco do mercado. E, ao fazê-lo, você estará também aumentando a probabilidade de retorno da carteira, tal qual a diminuição a fatores de risco de doenças cardíacas aumenta a probabilidade de ter mais anos de vida.

É claro que o nosso PIBB não chega e não pode ser comparado com um índice como o SP 500, mas, dentro da realidade brasileira, dentro daquilo que é possível aos olhos do investidor brasileiro, é o que melhor equaciona essa questão do controle dos fatores de risco.

Reinvestimento de dividendos sem pagamento de taxas de corretagem. Essa é uma das vantagens mais significativas desse fundo de índice. Como o reinvestimento de dividendos é feito pelo próprio gestor, que recebe a “fortuna” de 0,059% a.a. para trabalhara para você, você não precisa se preocupar em ficar controlando o fluxo de caixa dos dividendos, e nem com o seu reinvestimento na compra de mais ações, arcando com as pesadas taxas de corretagem praticadas no mercado. Isso poupa um tempo enorme, além de uma grana igualmente enorme. E por falar em tempo…

Descomplicação na hora de fazer a declaração do imposto de renda. Em vez de declarar compras de 50 ações, e recebimento de dividendos de 50 empresas, totalizando umas 100 linhas na declaração de ajuste anual, o trabalho fica muito mais simplificado, pois você só precisa preencher uma linha, na coluna “bens e direitos”, relativa à quantidade de cotas adquiridas. Nem os dividendos você precisa declarar, afinal, eles foram reinvestidos automaticamente no fundo. Não existe coisa mais simples, prática e fácil.

Por essas e outras que o nosso PIBBão continua sendo a minha preferência pessoal na área de mercado de ações, e continuará por muito tempo.

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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35 Responses to 6 vantagens do PIBB11 – e não vou falar da baixa taxa de administração!

  1. Henrique Carvalho 14 de dezembro de 2010 at 0:34 #

    Muito bom!

    Excelente compilado de dicas Guilherme!

    O PIBB11, assim como o BOVA11, é uma ótima alternativa para diversificar.

    Abraços!

  2. Fabrício Godoy 14 de dezembro de 2010 at 8:54 #

    Realmente é bem atrativo.

    Ótimo artigo!

    Abraços.

  3. Guilherme 14 de dezembro de 2010 at 9:56 #

    Henrique e Fabrício, valeu!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  4. RolandoLero 14 de dezembro de 2010 at 10:55 #

    Artigo muito bom, Guilherme.

    Mas permita-me duas considerações:

    a. “Tracking error positivo”. Totalmente verídico para o período de referência. O problema é que o período resume-se a 2 semanas. Será que se tomarmos um período mensal ou anual, os retornos não iriam se aproximar mais, ou mesmo o PIBB11 ficar em desvantagem? Assim, fica parecendo que o “almoço grátis” finalmente foi descoberto. E mesmo que este bônus se confirme ao longo do tempo, o que garante que vai continuar?

    b. “Exposição da carteira ao boom do mercado imobiliário”. Verdade, mas acho que este argumento é meio “selecionado”: o setor imobiliário até está indo bem, mas não devemos esquecer que o PIBB11 é formado pelos outros setores, (e que bom que assim seja, pois o objetivo é a diversificação), a algum(ns) dele(s) pode(m) não estar tão bem assim. E isto não é problema algum para quem pensa no longo prazo: se a cota baixar, compra mais barato 😀

    Claro que estes detalhes não tiram do PIBB11 todas as suas vantagens, tão bem conhecidas por todos, e complementadas ainda mais por este seu artigo. Gostei principalmente do “Descomplicação na hora de fazer a declaração do imposto de renda” 😀

    Obs.: a taxa de administração do PIBB11 não seria de 0,059% em vez de 0,05% ?

    Abraço.

  5. RolandoLero 14 de dezembro de 2010 at 10:59 #

    Errata

    onde lê-se

    … a algum(ns) dele(s) pode(m) não estar tão bem assim.

    leia-se

    … e algum(ns) dele(s) pode(m) não estar tão bem assim.

  6. Jônatas 14 de dezembro de 2010 at 11:05 #

    Guilherme,

    Perfeito. Acho que falou tudo com maestria. ETFs é vantagem para a grande maioria dos investidores.

    Abraço.

  7. Finanças Inteligentes 14 de dezembro de 2010 at 13:22 #

    Quanto ao aluguel realmente é muito baixo e dificilmente se consegue alugar por um período muito longo. Normalmente quem paga o aluguel é mais pra tirar proveito da tendência do mercado (no caso de baixa) fazendo com que a operação seja mais curta. Mesmo assim é um rendimento a mais.

    Abcs,

  8. Guilherme 14 de dezembro de 2010 at 15:23 #

    Rolando, oportunas as suas considerações! Vamos a elas:

    1) Tracking error: na verdade, eu fiz um “recorte” da tabela, que mostra o acumulado desde a criação do fundo. Se observarmos a tabela mais de perto – https://www.pibb.com.br/PIBB/jsp/rentabilidadeAcumuladaTabela.jsp – veremos que o fundo começou a ganhar do índice, de forma progressiva, a partir de meados de 2007.

    Embora rentabilidade passada não seja garantia de nada, há pelo menos dois bons motivos para acreditar que o fundo continue apresentando bom tracking error. Primeiro, pela consistência desses retornos positivos, extras, que não se originaram da noite para o dia, mas sim de forma lenta e gradual, desde 2007. E, segundo, pelas fontes desses retornos positivos, como, p.ex., o aluguel de ações feito pelo próprio gestor.

    2) Exposição ao setor imobiliário: esse argumento foi “selecionado”, com o intuito de mostrar que é possível ao investidor ganhar com o boom imobiliário, ainda que de forma indireta.

    A taxa de administração é de 0,05% sim, se desconsiderarmos as frações de milésimos; ou de 0,059%, se as considerarmos. 😉

    Jônatas, obrigado.

    F.I., concordo.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  9. Willy Fog 14 de dezembro de 2010 at 16:03 #

    Belo artigo Guilherme
    .
    Com relação ao Tracking error, o mesmo já não pode ser dito com relação ao BOVA11, pois a rentabilidade histórica do BOVA11 desde 28/11/2008 até 13/12/2010 é de 86,83% contra 88,89% do Ibovespa.
    .
    Em compensação o BOVA11 vai levando a melhor este ano. Até o dia 13/12/2010 o BOVA11 está com uma rent. de 0,52% contra -0,39% do PIBB11.
    .
    Abcs

  10. Eder 14 de dezembro de 2010 at 16:56 #

    Se não considerar as frações de milésimos deveria ser 0,06%…
    Sobre PIBB acho boa oportunidade pra diminuir o risco da carteira de ações mas ainda tenho minhas dúvidas se seria o melhor para um investimento de longo prazo (50 anos).
    E outra encaro investimento não só como uma forma de acumular capital, isso na minha humilde opniao eu faço com tesouro direto e debentures. Ação é comprar um pedaço de algo que você acredita e tem orgulho de ser dono. Não me agrada a idéia de ter dinheiro aplicado em empresas que eu nem sei sequer o nome direito.
    Mas se formos falar de rendimento passado os ETF são muito bons e têm um rendimento considerável. Portanto uma pequena parcela de ETF´s em sua carteira de Renda Variável é uma boa pedida para diminuir o risco.

    Abraços galerinha@Guilherme

  11. Guilherme 14 de dezembro de 2010 at 18:06 #

    Willy, muito interessante o dado que você apurou sobre a rentabilidade do BOVA11. O tracking error deveria ser menor, haja vista que o desconto da taxa de administração não bate nos 2% de diferença.

    Eder, legal o seu comentário! E com 50 anos de prazo uma carteira de ações deve fazer a mágica dos juros compostos trabalhar ao mááááximo….. 😀

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  12. marcos_df 14 de dezembro de 2010 at 18:28 #

    Adorei o artigo, mas continuo sem entender nada sobre a formação do preço desses ETF’s, e principalmente quanto à incorporação dos dividendos, e como isso se refletiria no preço, uma vez que o preço é definido pelo mercado(ou não?)

  13. Guilherme 14 de dezembro de 2010 at 22:34 #

    marcos, obrigado. O preço da cota é definido pela variação do índice que lhe é subjacente, no caso, o IBRX50. Ou seja, por mais que alguém queira “forçar” uma alta ou baixa no intraday, no fechamento, não tem como, o preço da cota sempre refletirá o valor de fechamento do IBRX50.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  14. Fernando Ferreira 15 de dezembro de 2010 at 17:30 #

    Uma dúvida sobre IR:
    No caso do PIBB11, é necessário fazer apenas a declaração de ajuste anual, como um fundo de ações de um banco?
    E como é a tributação? 15% sobre o lucro apenas no momento da venda?
    Se for isso mesmo, acho que fica bem interessante.

    Abraços,
    Fernando Ferreira

  15. Guilherme 15 de dezembro de 2010 at 22:13 #

    Fernando, sim, a tributação é de 15% sobre o lucro líquido, pago mediante DARF (código 6015), no momento da venda, apenas.

    A quantidade de cotas de PIBB deve ser declarada na coluna “Bens e direitos”, pelo seu preço médio de aquisição.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  16. Flávio 16 de dezembro de 2010 at 19:20 #

    É isso aí Guilherme. O PIBB11 é o melhor ETF do mercado. Não vamos ver propaganda na TV, nos Jornais, nem ninguém do ITAU ligando para as nossas queridas casas, às 20:00h, para oferecer esta maravilha de produto.
    Como bem dito pelo Mauro Halfeld, “coisa boa não te procura, você é que tem que correr atrás”.

    Obs.: Aguardem, vem aí o ETF “verde”.

    http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/12/3/a-bolsa-verde/?searchterm=etf

  17. Guilherme 19 de dezembro de 2010 at 14:35 #

    Flávio, concordo plenamente.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  18. Denis Storti 24 de fevereiro de 2011 at 19:56 #

    Oi Guilherme, novamente um ótimo artigo,

    Resumidamente em penso em fazer uma poupança em ações (na verdade em PIBB), aplicando 20% do salário, com um prazo de 10 anos, e pretendo utilizar o DCA ou VA como estratégia. MAS, apesar de não relevar tanto os impostos no meu plano, não posso deixar de citar que terei que pagar R$ 5,90 por operação no fracionário MAIS o DOC (8 reais) para a conta na corretora. O DOC quebra meu plano pois seriam R$ 13,90 por MES só de impostos e isso representaria, pelo menos no começo do plano com um salário suposto de 1500 reais, cerca de 4,6% do investimento mensal (300 de investimento + 13,90).

    O que posso fazer para aliviar esse DOC? Não posso operar com o BB, é extremamente caro (mas não cobraria DOC, ironia).

    Obrigado.

    • MJC 25 de fevereiro de 2011 at 13:28 #

      Seu banco é o BB, certo?

      Você pode ir aplicando no fundo PIBB deles e, uma vez por ano, retirar o dinheiro e aplicar diretamente na corretora. Outra alternativa é ir juntando o dinheiro em renda fixa e transferir pra corretora depois de um determinado valor.

      • Denis Storti 25 de fevereiro de 2011 at 16:55 #

        Obrigado MJC,

        Como seria esse fundo PIBB deles MJC? não sabia que havia isso, mas deve ter taxas ‘legais’ né?

  19. Guilherme 27 de fevereiro de 2011 at 21:34 #

    Denis, além da sugestão proposta pelo MJC, que é interessante para valores pequenos, sugiro pensar na possibilidade de abrir uma conta no iConta do Itaú, que permite uso de TEDs/DOCs ilimitados a custo zero. É uma outra alternativa.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  20. Denis Storti 28 de fevereiro de 2011 at 1:20 #

    Pesquisei sobre BB Ações PIBB e tem uma taxa de 1,5% a.a. Calculei e 8 reais por mês o ano todo, corresponde a 2,6% a.a. em uma aplicação de 300 reais mensais. Compensa! MAS, o iConta Itaú aparentemente permite DOCs e TEDs ilimitados e grátis 😀 e sem taxa de admin nenhuma da conta.

    Obrigado pessoal,
    Abração

  21. Guilherme 22 de março de 2011 at 12:38 #

    Denis, minha sugestão é investir no PIBB11 via home broker. Isso porque, embora os custos do BB Ações PIBB sejam interessantes para valores menores, ele vai descrescendo sua atratividade à medida que aumenta o montante acumulado no fundo. Logo, investir no PIBB11 direto irá melhorar seus retornos.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  22. Luiz Marcelo 29 de março de 2011 at 5:46 #

    Olá a todos.

    Gostaria de saber se a liquidez do PIBB11 garante que eu consiga vende-los facilmente.

    Tenho puco experiência e minha dúvida é se depois de 20 anos comprando PIBB11, há garantias (ou facilidades) de vende-los para recuperar esse investimento de longo prazo.

    Muito obrigado a todos.

  23. Guilherme 4 de abril de 2011 at 13:03 #

    Sim, Luiz, a liquidez é boa. Há dezenas de negócios todos os dias de pregão.

  24. Luiz Antonio 26 de abril de 2011 at 11:54 #

    Olá Guilherme,

    Declaras ETFs e debêntures na declaração de ajuste anual, sob que códigos? Em ambos os casos, declara sempre o valor total de aquisição?

    Abraços

  25. Guilherme 26 de abril de 2011 at 21:40 #

    ETF: código 31.

    Debêntures: código 45.

    Em ambos, declarar sempre pelo valor total de aquisição.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  26. Joaquim 27 de dezembro de 2011 at 9:28 #

    Guilherme,

    Por favor me esclareça uma dúvida:

    Esse fundo PIBB que paga taxa de administração de 0,059%, só foi possível participar dele na época do lançamento há algum tempo, e agora em 2011/2012 a única forma de conseguir entrar no PIBB é comprando PIBB11 por home broker ou Fundos PIBB11 (Banco do Brasil com tx adm 1,5%).

    Nesse caso de comprar via home broker as taxas não seriam essas de 0,059% e sim, taxa de custódia, corretagem…correto?

    Tenho me interessado por PIBB11 desde 2010, porém não esclareci essa dúvida e estou perdendo tempo com investimentos isolados em ações. É possível comprar pelo BB na Bovespa?Não gostaria de abrir conta em corretora somente p/isso.

    Muito obrigado.

    Feliz 2012!

    Abraço,

    Joaquim

  27. Guilherme 28 de dezembro de 2011 at 21:47 #

    Olá Joaquim!

    Sim, você pode comprar cotas do PIBB11 na Bovespa, utilizando a corretora do Banco do Brasil. Você as compra como se fosse uma ação. Atente, no entanto, que a corretora do BB cobra R$ 20 por ordem, e mais R$ 9 mensais de taxa de custódia. É um custo muito caro.

    Entretanto, mesmo com as taxas de custódia, corretagem etc., ainda compensa mais investir em PIBB11 do que nos fundos PIBB que os bancos – BB incluso – oferecem, pelo menos se o capital investido não for muito pequeno. De um modo geral, a partir de R$ 3 mil já vale mais a pena investir em PIBB diretamente.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  28. kafran 2 de fevereiro de 2012 at 13:56 #

    Eu só não entendo uma coisa nesses ETF’s. Quando você tiver uma grande quantidade deles e tiver velhinho, como eles vão funcionar já que eles não pagam dividendos? Não é este o objetivo de se investir em ações? Receber uma renda depois e deixar o patrimônio para os filhos quando morrer, assim como se faz com imóveis, etc. Pq se vender o leão já come 15%.

  29. Mel 15 de março de 2012 at 14:22 #

    Tenho PIBB pelo BB, mas gostaria de passar a investir através de minha corretora. Há como transferir diretamente, ou preciso resgatar? Como faço?

  30. Guilherme 15 de março de 2012 at 22:04 #

    kafran, uma solução é vender o PIBB e comprar ações de empresas que pagam bons dividendos, ou cotas de bons fundos imobiliários, ou mesmo deixar na renda fixa. A vantagem dos ETFs é que você ganha o rendimento do mercado sem ter que ficar horas e horas plugado no mercado. O custo/beneficio é imbatível.

    Mel, você precisa fazer o resgate da aplicação, e comprar as cotas do PIBB na corretora.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  31. PM 25 de junho de 2015 at 11:24 #

    Pessoal,
    uma dúvida: algum de vocês que já investe em PIBB11 direto do home broker do BB poderia me falar se compensa ou não (por causa das taxas cobradas) e podem listar todas as taxas e impostos que são cobrados no BB para esse investimento no BB, por gentileza.

    Outra coisa, poderiam comparar com as taxas de alguma corretora também.

    Desde já agradeço!

    Obrigado

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