[Infográfico BM&F Bovespa] 2 vantagens dos fundos de índices [ETFs]

A BM&F Bovespa tem uma forte preocupação em levar educação financeira para as massas, como já demonstramos em um artigo anterior: Bovespa dará prêmios para investidor de longo prazo.

O site da Bolsa é bem interessante na parte de ETFs e apresenta um infográfico, vídeo com narração e quadros ilustrativos, com material educativo explicando as vantagens de se investir em fundos de índice.

Há, inclusive, a sugestão de fazer compras mensais de ETFs como forma de acumular patrimônio – aliás, sobre as compras mensais, não deixem de ler os artigos: Estudo prático de caso: investimento mensal, no “piloto automático”, de R$ 1 mil, num ETF – BOVA11, desde o seu começo até hoje e o excelente artigo do amigo Henrique Carvalho, A melhor estratégia de investimentos que você já conheceu – Como conseguir retornos acima da Bolsa no longo prazo com risco controlado.

Trata-se de uma animação em flash, com narração e quadros explicativos. Para quem está iniciando no mundo da Bolsa, é um ótimo instrumento de aprendizagem – escrevemos um breve tutorial sobre o mercado de ações aqui: Guia básico de introdução ao mercado de ações, no home broker. E, para que já investe na Bolsa, é uma maneira de consolidar seus conhecimentos.

Assista o vídeo clicando aqui.

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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13 Responses to [Infográfico BM&F Bovespa] 2 vantagens dos fundos de índices [ETFs]

  1. Willy Fog 23 de novembro de 2010 at 9:17 #

    Muito bom Guilherme!
    .
    Uma pena mesmo os fundos ETFs não serem muito difundidos no Brasil. Pra quem se interessar mais pelo assunto, um material interessante contendo um guia sobre ETFs pode ser encontrado no portal Infomoney:
    .
    http://web.infomoney.com.br/investimentos/noticias/etfs/
    .
    Abcs

  2. Jônatas 23 de novembro de 2010 at 10:33 #

    Legal, me parece que finalmente a educação financeira está ganhando força!

    Abraço!

  3. Rafael 23 de novembro de 2010 at 13:58 #

    Interessante que nessas últimas quedas do Ibovespa, tenho notado que o índice Smll cai menos. Neste momento: Ibov -2,04 Smll -1,76
    Eu imaginava que, geralmente, em movimentos de baixa, o Smll caísse mais que o Ibov, e nas altas o Smll subisse mais.
    Talvez isso esteja acontecendo devido a esses temores com a zona do Euro serem mais relacionados à grandes empresas exportadoras que compõem o Ibovespa e não a empresas menores que estejam no Smll?
    Agora, se não for algo atípico, então é muito melhor investir no ETF SMAL11 …
    Abraço

  4. Finanças Inteligentes 23 de novembro de 2010 at 15:36 #

    Rafael nem sempre as small caps caem menos e sobem mais. É tudo questão de momento no mercado. O índice small caps inclusive já rompeu seu topo histórico, o ibovespa não. Mas muito cuidado com o atual momento.

    Sobre a relação com a zona do Euro você está correto, veja que uma das influências do ibovespa é a moeda euro x dólar. No gráfico dá pra observar melhor, basta o euro cair pro ibovespa ir junto. Mesmo porque o dólar ultimamente está contra commodities, se o dólar cai as commodities sobem e vice-versa. Enfim são vários aspectos que não dá pra resumir em apenas um comentário mas o seu ponto de vista faz sentido.

    Abcs,

  5. Viver de Renda 23 de novembro de 2010 at 21:02 #

    Hotmar,

    Só esqueceram de avisar da taxa de administração desses fundos Ishares e da diferença na tributação!

    Abraços,

    VR.

  6. Henrique Carvalho 23 de novembro de 2010 at 22:13 #

    Boa Guilherme!

    Temos que difundir mais a aplicação em ETFs. Este mercado ainda tem muito o que crescer!

    Quem sabe um dia teremos tantas possibilidades como o pessoal lá fora tem?

    Abração!

    PS – Notou que nossos posts no Dinheirama foram publicados no mesmo dia? Bem legal!

  7. Guilherme 23 de novembro de 2010 at 22:37 #

    Willy, gostei do guia! Principalmente a parte de cotações, agrupadas num bloco só.

    Jônatas, é verdade. A iShares diz que o BOVA11 é a 14ª ação mais negociadas da Bolsa…

    Rafael, estou com o F.I., não dá para conseguir prever uma correlação entre esses ativos, principalmente em momentos de nervosismo dos mercados, como hoje.

    Viver de Renda, será que esqueceram “de propósito” que as taxas de administração são meio careiras e tem que pagar os 15% no DARF!!??……….. e por quê o PIBB não está listado? …..Mistérioooo…………. o fato é que, por incrível coincidência, estou lendo nesse exato instante o Four Pillars, e acabo de me deparar com um ETF da iShares, que indexa o Russell 3000, pela bagatela de ……..0,20%. Mas por quê ela cobra 350% a mais de taxas aqui no Brasil? O problema é um só, e tem nome: ausência de concorrência. Ainda hei de ver o dia em que a Vanguard abrirá uma filial no Brasil…….rs…….a propósito de taxas e cia., amanhã publicarei um artigo que fala exatamente disso.

    Henrique, obrigado! Esse é um nicho do mercado. Tem muito espaço para conquistar, concordo plenamente! E é verdade, legal os 2 artigos terem sido publicados no mesmo dia! Reitero aqui meus parabéns pela sua estreia no Dinheirama!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  8. Flávio 23 de novembro de 2010 at 23:19 #

    Senhores, vamos recordar.. Na época do lançamento do primeiro ETF (PIBB), o custo da taxa de adm. foi baixo porque o Admnistrador ganhou na cobrança da estruturação da Oferta Pública do BNDES. Não esperem propaganda na Globo do grande banco administrador falando sobre o PIBB.

    Podemos prezumir que, nos ETFs atuais, tenhamos uma divisão das receitas da taxa de adm (uma parte para o adm. e outra para a Bolsa que mantém o índice e promove o produto). Casamento perfeito. Não sou contra, é um custo justo. Ninguém trabalha de graça. Basta o adm. realizar uma boa gestão passiva e alugar os ativos para compensar os custos de manutenção do fundo (taxas CVM) e recuperar parcialmente para o cotista o custo da taxa de adm.

    BOVA11 – Rendeu em 12 meses 14,52% (23/11), enquanto que o indice retornou 14,83%. Ou seja, conseguiu recuperar parte dos 0,54% de taxa de adm. anual. Desde a sua criação, rendeu 91,06% frente aos 93,12% do IBOVESPA. O fundo começou em 28/11/2008 (irá fazer dois anos).

    PIBB11 – Rendeu em 12 meses 2,14 (22/11), enquanto que o índice retornou 2,08%, ou seja, mais que compensou a baixa taxa de adm. e os custos inerentes do fundo. Desde a sua criação, nosso PIBÃO11 rendeu 252,06% deixando o seu benchmark para trás (250,37%). Bateu todos os custos e ainda ganhou do índice.

  9. Henrique Carvalho 24 de novembro de 2010 at 11:07 #

    @Flávio
    Ótima análise!

    Uma pena que o IBRX-50 esteja atrás em torno de 1% do IBOV este ano…

    Abraços!

  10. Guilherme 25 de novembro de 2010 at 9:51 #

    Flávio, como disse o Henrique, excelentes observações!

    É muito interessante observar o tracking error positivo do PIBB11… o diminuto turnover, aliado a outras estratégias de gestão de ativos, estão contribuindo para esse feito: conseguir superar o próprio benchmark!

    Obrigado pelas suas sempre preciosas análises!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  11. Flávio 25 de novembro de 2010 at 21:49 #

    Reportagem da Revista “Investidores Institucionais” voltada para os Fundos de Pensão, comprova as mesmas vantagens que nós investidores pessoas físicas temos em investir em ETF, ou seja, os pequenos Fundos de pensão encontram nos ETFs:

    – Facilidade de replicar o índice com um só ativo (melhor controle);
    – Menor custo de corretagem e taxa de admnistração;
    – Possibilidade de ganho em relação ao índice com o aluguel duplo (aluguel efetuado dentro do fundo e o aluguel do próprio ETF);
    – Poucos fundos ativos conseguem superar os índices a longo prazo; e
    – Facilidade da liquidez.

    Título da reportagem

    “ETFs conquistam espaço”
    “Fundações começam a investir mais em fundos de índices para fazer uma gestão passiva de suas carteiras de renda variável; explicitação na Resolução 3.792 ajudou…”
    Edição 221 de nov/2010.

  12. Flávio 25 de novembro de 2010 at 21:50 #

    Obs.: Para estes investidores não existe o problema do IR, porque são isentos.@Flávio

  13. Guilherme 28 de novembro de 2010 at 15:05 #

    Muito interessante essa reportagem, Flávio!

    Concordo com todos esses argumentos. O curioso é que, nos EUA, onde os fundos de pensão e as fundações universitárias investem trilhões no mercado de investimentos, a opção também acaba sendo pelos fundos de índice passivos, justamente por todos os motivos ali delineados…

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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