Nova emissão de debêntures BNDESPar

O leitor Flávio deu a dica sobre a nova emissão de debêntures que a BNDESPar irá lançar a partir de amanhã. O folheto já está disponível no site do BNDES. Além dos tradicionais títulos prefixados e aqueles outros atrelados ao IPCA, me chamou a atenção o lançamento de um novo tipo de debênture, com série flutuante, ou seja, juros fixados a cada três meses, com base na variação do DI. Não custa repetir, consoante o material do folheto, que:

“As Debêntures BNDESPAR são títulos com um rendimento predefinido, isto é, de renda fixa, representativos de uma dívida da BNDESPAR (emissora) junto aos investidores que vierem a adquiri-las, denominados debenturistas. Na Emissão, a BNDESPAR oferece a você a possibilidade de diversificar seus investimentos. Você poderá adquirir debêntures de até três séries, sendo a primeira prefixada, a segunda com remuneração flutuante trimestral (vide seção “Definições” no Suplemento), ou seja, com definição de taxa de juros a cada três meses e a terceira vinculada à inflação (IPCA)”.

O cronograma é bem parecido com a emissão do ano passado:

Atenção para as datas de vencimento, de pagamento de juros e valor mínimo:

A série flutuante trimestral apresenta maior flexibilidade que a série prefixada, pois a taxa de juros aplicável seguirá o valor da taxa de juros de ajuste do contrato futuro de DI que, naquela data específica (a cada três meses), apresente vencimento em três meses. Não chega a ser um título pós-fixado em CDI (como CDBs DI ou LCIs) ou em SELIC (como as LFTs), mas também não é um título prefixado “puro”, tendo em vista que a taxa de juros remuneratória sofrerá as oscilações que ocorrerem nos contratos futuros de DI ao longo desses próximos 3 anos.

O folheto contém explicações mais detalhadas a respeito:

“Na série flutuante trimestral, a taxa de juros vigente dentro de cada “período de capitalização” (período durante o qual incide uma mesma taxa de juros remuneratórios) será definida conforme critério preestabelecido e público. O mecanismo é descrito a seguir.

Os períodos de capitalização terão duração aproximada de 3 meses. O primeiro período de capitalização se iniciará na data de subscrição e integralização e terminará em 1º de abril de 2011. O segundo período começará nesta data e se estenderá até 1º de julho de 2011. Os demais períodos começarão em 3 de outubro de 2011, 2 de janeiro de 2012, 2 de abril de 2012 e, assim por diante. Na data de vencimento (1º de janeiro de 2014) se encerrará o último período de capitalização. Repare que, com exceção do primeiro período que terá duração um pouco mais extensa, os períodos de capitalização coincidirão com os trimestres de cada ano.
Em dia anterior a cada período de capitalização será definida a taxa de juros vigente para o mesmo. A taxa de juros será obtida automaticamente pela soma de uma sobretaxa fixa, definida no procedimento de Bookbuilding, previsto para 03/12/2010, à taxa de juros de ajuste do contrato futuro de DI que, naquela data, apresente vencimento em 3 meses. Para o primeiro período de capitalização, será utilizada a taxa de ajuste do contrato futuro de DI com vencimento  próximo de 3 meses (em 1º de abril de 2011) no dia do procedimento de Bookbuilding. Para o segundo, será usada a taxa de ajuste, apurada em 31 de março de 2011, do contrato com vencimento em 1º de julho de 2011. As datas de apuração e os contratos futuros de DI, bem como os períodos de capitalização aplicáveis, estão disponíveis no Suplemento Preliminar da oferta.

Os contratos futuros de DI – Depósitos Interfinanceiros são instrumentos financeiros negociados diariamente na BM&FBOVESPA. As taxas de juros de ajuste de cada contrato futuro de DI negociado são publicadas em seu Boletim Diário, que pode ser acessado em http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/mercados/acoes/cotacoes/boletim-diario/BoletimDiario.asp. Para dar mais publicidade à taxa de juros vigente em cada período de capitalização, o Agente Fiduciário da emissão a publicará em seu portal na Internet”.

Embora o folheto não seja explícito, há uma sobretaxa máxima implícita na página 10:

– 0,7% para a série prefixada;

– 0,9% para a série flutuante;

– 0,7% para a série atrelada ao IPCA.

Lembrando, sempre lembrando, que, na emissão do ano passado, a sobretaxa ficou em 0,3%, conforme explicamos nesse artigo: Debêntures BNDESPar: boas taxas de rentabilidade, (portanto, não esperem, nesse ano, sobretaxa muito acima desse percentual), de modo que a série prefixada ficou em 12,74% a.a., e a série pós-fixada ao IPCA ficou em 7,07% a.a. + inflação. Excelentes rentabilidades, tendo em vista que um fundo atrelado ao CDI tem rendido cerca de 10% a.a. brutos (considerando taxa de administração de 0,7% a.a.), e as NTN-Bs – títulos do Tesouro Direto vinculados ao IPCA – estão descendo a ladeira legal, e atualmente pagam na faixa de 5% a.a. + IPCA, com a tendência de continuarem a pagar cada vez menos…

Para saber mais sobre essa alternativa de investimentos, não deixem de consultar o artigo que escrevi no ano passado: Vale a pena investir em debêntures da BNDESPar?

Quem investiu nas séries do ano passado têm obtido expressivos retornos, acima do CDI, conforme comentado pelo leitor Flávio, em 15.09.2010:

“Desde que começou a ser corrigida (17/12/2009) até 14/09/2010, a debênture do BNDES de série prefixada (taxa de 12,74%aa) e vencimento 01/01/2013, já rendeu 9,20% (correção pela curva) e vale 1092,023256, enquanto que 100% do CDI rendeu no mesmo período 6,81%. Portanto, a debênture já rende 135% da taxa referencial de recursos de curto prazo. Daqui para frente, as perspectivas são boas, uma vez a taxa futura de juros para 2013 está muito menor (11,75%aa) do que a taxa da debênture. Não é a toa que o ativo é negociado no mercado secundário com ágio. Parabéns aos detentores. Vamos até o vencimento, sem come-cota, sem taxa de adm. e com IR de 15%. Valeu a pena poupar…”

Num cenário de tendência de queda de taxa de juros, o investimento em prefixados se mostrou a alternativa mais acertada, e até o título vinculado ao IPCA têm sido negociado com ágio no mercado secundário, demonstrando a força desse tipo de investimento no mercado financeiro.

Debêntures BNDESPar: investimento atrativo

Diversificar apenas por diversificar não vale a pena. É preciso saber se os investimentos nos quais você irá diversificar sua carteira apresentam possibilidade de (a) reduzir a volatilidade de sua carteira; e/ou (b) incrementar os retornos líquidos, como bem ensinado por Roger Gibson, no livro resenhado domingo, Asset Allocation: Balancing Financial Risk.

Fixadas essas premissas, não há como não ver com bons olhos essa nova emissão de debêntures da BNDESPar. Se você já tem seu colchão de segurança formado, se já investe em ações, e se tem provisões para despesas correntes, de curto e médio prazos, essas debêntures têm potencial para melhorar a rentabilidade de sua carteira, a baixíssimo custo.

Os títulos prefixados servem para “travar” uma rentabilidade que, se a taxa SELIC continuar em tendência de queda, significará retornos acima do CDI. Por outro lado, se você teme por um crescimento da taxa SELIC para conter o aquecimento do consumo, os títulos da série flutuante podem fazer seu investimento acompanhar o CDI (ainda que com algum “lag”). E, por fim, se houver pressão inflacionária para os próximos 3 anos, os títulos vinculados ao IPCA têm possibilidade de proteger o poder de compra de seu investimento, dada a correlação positiva existente entre essa série pós-fixada pelo IPCA e o próprio índice de preços.

O fato é que essas debêntures oferecem uma ótima atratividade, devido sobretudo ao seu baixo custo: elas não são “administradas”, mas apenas custodiadas, o que significa isenção da taxa de administração  – há apenas a cobrança de uma taxa de custódia de R$ 6,90 por semestre (e não por mês!), taxa essa que somente será cobrada se você não tiver posição em ações em sua corretora. Também não há come-cotas semestral, haja vista que o IR é retido somente por ocasião do resgate, onde se pagará a menor alíquota do IR, 15% – se for mantido o investimento até a data de vencimento.

Além disso, elas ainda contam com a possibilidade de pagarem um prêmio – a sobretaxa – sobre os títulos do Tesouro Direto de prazos de vencimento semelhantes. Nesse ponto, eu acredito que a sobretaxa não ultrapasse 0,3%, que foi a sobretaxa estipulada no ano passado.

Vê-se, pois, que essa modalidade de investimento chega a ser: (a) até superior aos títulos do Tesouro Direto – seja pelo “prêmio de risco”, digamos assim (até porque não faria muito sentido investir num produto alternativo sem que houvesse um prêmio para o investidor sair de sua zona de conforto do Tesouro Direto e fundos de renda fixa), seja pela isenção de taxa de custódia – e superior, inclusive, (b) aos investimentos de renda fixa dos bancos de varejo, como fundos referenciados DI e de renda fixa.

Mas é claro que nem tudo são flores. A liquidez dessas debêntures é mais restrita do que a dos fundos dos bancos, afinal, elas precisam encontrar compradores no mercado. E, além disso, a venda antecipada está sujeita às oscilações de mercado, podendo redundar em prejuízos.

De qualquer forma, para quem pretende guardar o dinheiro para um projeto de pelo menos 3 anos, ou seja, até 2014, que é quando vencem as séries prefixada e flutuante, está aí uma excelente opção para diversificar seus investimentos, adicionando até, quem sabe, uma rentabilidade não só acima do CDI, mas também dos fundos de investimento dos bancos de varejo.

É isso aí!

Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

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61 Responses to Nova emissão de debêntures BNDESPar

  1. MJC 4 de novembro de 2010 at 13:58 #

    Muito bom.

    Outra coisa interessante: Dei uma pesquisada, e vi que a série 3 está vinculada à NTN-B com vencimento em maio de 2017. Ou seja, é um bom negócio. É como se comprasse a NTNB com vencimento em 2017 + um prêmio – taxas da CBLC de negociação no Tesouro Direto.

  2. Finanças Inteligentes 4 de novembro de 2010 at 15:23 #

    Boa a dica!

    A rentabilidade está atrativa mesmo, a questão fica entre escolher a melhor modalidade e estudar um pouco o movimento da taxa selic. Acredito que em 2011 deveremos ter um ligeiro aumento, mas nada muito expressivo.

    Abraços

  3. Henrique Carvalho 4 de novembro de 2010 at 15:24 #

    Excelente Guilherme!

    Assim como no ano passado, quando comprei minha Debênture Pré-Fixada, estou me guiando pelos Valores Reais na busca pela informação.

    Obrigado por pesquisar todas as informações necessárias e sintetizá-las de maneira clara o objetiva para nós!

    Vou ficar de olho nos juros futuros. Estou achando eles um pouco “magrinhos”. Mas acho uma ótima oportunidade de diversificação de carteira.

    Quem quiser ficar de olho do DI Futuro, acompanhe diariamente aqui:

    http://www2.bmf.com.br/pages/portal/bmfbovespa/boletim1/SistemaPregao_Net1.asp?Data=&Mercadoria=DI1

    Atente para o Vencimento (F12 = Janeiro 2012) e para Último Preço, que na verdade, é a taxa do contrato de juros futuros (ex. 11,34 = 11,34%).

    Grande Abraço!

  4. Glaucia 4 de novembro de 2010 at 15:25 #

    OI, passei so pra falar que adorei a opção de transformar o artigo em pdf, fica mais facil de imprimir e ler quando não estou online! 😉

  5. Willy Fog 4 de novembro de 2010 at 22:52 #

    Excelente Guilherme!
    .
    O artigo ficou muito bem elaborado. Melhor impossível. Parabéns!
    .
    Abcs

  6. Gui Rodrigues 4 de novembro de 2010 at 22:56 #

    Dica queeeente! Renda fixa melhor que o Tesouro Direto não dá pra passar em branco! Mas você poderia me explicar melhor como funciona a hipótese de venda antecipada? No TD eu posso vender toda quarta-feira, mas e no caso dessas debêntures? É na bolsa? É mercado de balcão? Abraços!

  7. André Tavares 5 de novembro de 2010 at 9:29 #

    Caro Guilherme,

    fiquei com uma dúvida em relação ao rendimento das debêntures. Como as séries 1 e 2 retornarão a grana apenas no final, o rendimento anual será em forma de juros compostos? Ou o rendimento será feito apenas em cima do principal investido?

    Abraços,
    André Tavares

  8. Guilherme 5 de novembro de 2010 at 9:34 #

    MJC, é verdade.

    FI, concordo. Por isso o investidor precavido trava posição em ambas as pontas.

    Henrique, obrigado! Eu estava à procura dessa informação da taxa praticada no contrato futuro de DI, seu comentário sanou minha dúvida. 🙂

    Gláucia, obrigado! E eu agradeço ao Jônatas, do ótimo Efetividade.blog, pela dica do plugin. 😀

    Willy, valeu!

    Gui Rodrigues, para vendê-las de forma antecipada, você deve ligar para a sua corretora, informando que deseja vendê-las. A corretora então irá colocar os papéis para venda, e, quando o negócio for concluído, irá lhe enviar um telefonema de retorno. Atenção para os custos: http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/export/sites/default/bndes_pt/Galerias/Arquivos/empresa/debentures/folheto_debentures2010.pdf

    “Você deve ficar atento aos custos de transação (emolumentos) cobrados nos ambientes autorizados para negociação com as debêntures (plataformas eletrônicas BOVESPAFIX
    e CetipNET). Atualmente, sobre o valor de cada operação realizada pelo investidor no BOVESPAFIX, é cobrada a taxa de 0,10% do valor financeiro de cada operação, limitado a R$ 40,00. Este valor será cobrado do investidor a título de liquidação na BM&FBOVESPA.

    Adicionalmente, no que diz respeito a tributos, além dos tributos sobre os juros devidos, em caso de venda do título antes de seu vencimento por preço superior ao preço de aquisição, o ganho de capital auferido será objeto de tributação, com alíquotas conforme o prazo da aplicação (vide “Tributos”). A BNDESPAR não pode afirmar nem garantir se haverá ganho ou perda financeira no caso de venda antecipada, fato que dependerá das condições
    de mercado na referida data.”

    Em tese, as negociações ocorrem diariamente (embora isso não seja garantido), mas o dinheiro resultante da venda poderá demorar alguns dias (não sei exatamente quando), até cair efetivamente na conta do cliente.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  9. Guilherme 5 de novembro de 2010 at 9:38 #

    André, o rendimento será feito em cima do principal investido. Caso se liquide de forma antecipada, o rendimento será auferido de acordo com a taxa de mercado.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  10. André Tavares 5 de novembro de 2010 at 9:41 #

    @Guilherme
    Vamos supor que o prefixado fique em 12% a.a.
    Como o prazo de investimento é de 3 anos o rendimento final será de 36%?

  11. HELISON 5 de novembro de 2010 at 11:51 #

    EU LI UM ARTIGO EM ALGUM LUGAR, QUE AGORA NAUM LEMBRO ONDE E NEM CONSIGO ACHA-LO MAIS, QUE MOSTAR DE FORMA MUITO CLARA QUE OS ATIVOS INDEXADOS AO IPCA NA PROTEGEM TOTALMENTE DA IFLAÇÃO….EXEMPLO…

    SUPONDO UM TITULO DE 7%a.a + IPCA, LOGO APÓS DOIS ANOS NO RESGATE VC PAGARIA IR CORRETO….

    AI QUE ESTA O SEGREDO….VC TEVE UMA RETABILIDADE (SUPONDO IPCA ACUMULADO DE 5%a.a) DE APROXIMADAMENTE 12% SENDO A RENTABILIDADE REAL DE 7% POREM NA HORA DE PAGAR IR, VC PAGA IR SOBRE OS 12%…OU SEJA, PARTE DO QUE VC É CORRIGIDO ELES TOMAM DE VOLTA, ALGO QUE NAUM DEVERIAM POIS O GANHO REAL FOI DE 7% E NAUM DE 12%….

    O ARTIGO ERA MAIS OU MENOS ASSIM…MAS ESTAVA MUITO MELHOR EXPLICADO….

  12. andre 5 de novembro de 2010 at 12:01 #

    Helison, acho que o artigo ao qual você se refere é esse:

    http://viverderenda.blogspot.com/2009/06/o-problema-dos-titulos-indexados-pela.html

  13. HELISON 5 de novembro de 2010 at 12:20 #

    ACHEI PESSOAL….

    DEEM UMA LIDA…

    http://viverderenda.blogspot.com/2009/06/o-problema-dos-titulos-indexados-pela.html

  14. Guilherme 5 de novembro de 2010 at 12:38 #

    André, acredito que sim. Lembrando que esse é o retorno bruto nominal antes dos impostos (15%), e sem descontar a inflação do período.

    Helison, vc abordou um ponto importante: os custos ocultos da tributação. Os impostos incidem não só sobre a parte de juros variáveis pelo IPCA, mas também na porção fixa dos juros fixos. Mesmo assim, é o único tipo de investimento que apresenta uma efetiva correlação positiva com a inflação.

    Nem os títulos atrelados à taxa de juros básica da economia têm esse poder. Basta lembrar as T-Bills (títulos de curto prazo), nos EUA que, estão com rentabilidade negativa. Se num determinado ano, tivermos SELIC a 8% a.a., e IPCA a 10%, pronto, estará feito o estrago. Só irá se salvar quem tiver NTB-Bs (e fundos atrelados a esse título), ainda que os tributos comam parte da rentabilidade bruta total do título.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  15. HELISON 5 de novembro de 2010 at 12:45 #

    VCS ACHAM QUE AS TAXAS DEVEM FICAR EM QUANTO?

    VAMOS APRESENTAR PERSPECTIVAS PESSIMISTAS, REALISTAS E OTIMISTAS….

    EU NAUM TENHO MUITA NOÇÃO DISSO ENTAUM NEM VOU OPINAR…

  16. MJC 5 de novembro de 2010 at 13:18 #

    @HELISON
    Acho que deve ficar entre 0,2% a 0,3% (o prêmio).

  17. André Tavares 5 de novembro de 2010 at 13:36 #

    @Guilherme
    Guilherme,

    se não for juros compostos, não faz sentido eles devolverem o rendimento só no final. Porque o que rendeu no primeiro ano, é melhor receber logo e investir em outra coisa, do que deixar la parado para receber so no final.

  18. Guilherme 5 de novembro de 2010 at 14:03 #

    André, vc tem razão. Por outro lado, é de se considerar que a venda antecipada pode redundar em receber menos do que o que foi estipulado: p.ex., 12% a.a. brutos antes dos impostos. Vai que ocorre uma crise e o preço dos títulos caia? Esse é o risco de vender antes.

    Eu não sei responder exatamente se esse é o raciocínio correto. Se alguém aqui puder esclarecer, ficarei grato.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  19. Guilherme 5 de novembro de 2010 at 14:04 #

    Helison, eu estou com o MJC: ficaria entre 0,2% e 0,3%.

    Peço a gentileza de não escrever tudo em MAIÚSCULAS (com a tecla Caps Lock ativada), pois, segundo as regras de escrita na Internet, isso significa q vc está gritando.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  20. André Tavares 5 de novembro de 2010 at 14:14 #

    @Guilherme
    Não acho que a solução seria de vender antecipadamente. Vejo que o BNDESPAR deveria escolher entre os dois modelos seguintes:
    1. Juros simples, devolvendo o rendimento anualmente.
    2. Juros compostos, devolvendo todo o rendimento no final.

    Pelo que você me disse eles escolheram uma terceira opção:
    3. Juros simples, devolvendo todo o rendimento no final.

    Você tem certeza que não seria a segunda opção, ou seja juros compostos

  21. Guilherme 5 de novembro de 2010 at 14:47 #

    André, vc tem razão, seguindo esse raciocínio. Então, deve haver um mecanismo de rentabilidade dos títulos por meio de juros compostos, de modo que os 12% a.a. do segundo período incidiriam sobre o montante acumulado no primeiro ano, acumulado com os 12%. Ou seja, retornos compostos.

    Vamos ver se alguém aqui pode confirmar essa afirmação.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  22. Helison 5 de novembro de 2010 at 18:47 #

    Foi mal…

    dessa ai eu naum sabia naum…

    foi mals mesmo…

  23. Flávio 6 de novembro de 2010 at 0:59 #

    Prezado Guilherme, concordo com os seus comentários, de acordo com quatro questões a serem analisadas: rentabilidade, risco, liquidez e custo; entendo que a debênture só perde no quesito liquidez. A rentabilidade será maior do que o título público federal do Tesouro Direto, tendo em vista o spread. O risco de crédito do BNDES é igual ao do Tesouro Nacional e o custo é zero para quem já tem posições em ações na Bolsa.

    No caso da debênture com rendimento prefixado e vencimento em 02/01/2014, levando-se em conta os seguintes aspectos:

    Data de liquidação prevista (página 7 do folheto) – 13/12/2010;
    Dias úteis até o vencimento (levando-se em conta os feriados) – 770 du (3,05 anos);
    A capitalização de juros é composta e os juros e o principal serão pagos no vencimento;
    Valor inicial – R$ 1.000,00;
    Taxa do DI-Futuro Jan/2014 de 05/11/2010 – 11,83% (exemplo); e
    Spread da emissão – 0,30% (exemplo).

    Portanto, teríamos uma taxa total de 12,13%aa, que iria montar um valor final de
    R$ 1.418,82, o que corresponderia a um retorno bruto de 41,88%; e
    R$ 1.355,99, levando-se em conta o pagamento de IR de 15%, um retorno líquido de 35,59% no período.

    Só para comparar, a debênture emitida no ano passado (17/12/2009), com taxa de 12,74% , valor inicial de R$ 1.000,00 e vencimento em 02/01/2013, estará valendo no vencimento: R$ 1.437,74 (bruto) e R$ 1.372,08 (líquido de impostos), ou seja 37,20% de rentabilidade em pouco mais de três anos. Hoje (05/11/2010), vale R$ 1.110,89.

    Na minha opinião uma excelente rentabilidade para renda fixa.

    Abraços.

  24. Guilherme 6 de novembro de 2010 at 9:10 #

    @Helison
    Ok, Helison, sem problemas.

    @Flávio
    Sei que vou ser repetitivo, mas… excelente análise! Esclareceu, de forma definitiva, a questão da capitalização pelos juros compostos.

    Taí um investimento em que vale a pena aplicar o dinheiro, principalmente nesse cenário de queda de juros. 🙂

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  25. Erico 8 de novembro de 2010 at 10:23 #

    @Flavio,
    como faz para calcular desta forma como tu fez?
    sao 3,05 anos sendo 12,13% a.a. logo como transforma a conta!?
    como faco para os 12,13% a.a. virar em dias para calcular os 770 dias uteis?

    @Guilherme
    voce sabe como faz para comprar essas debentures? minha corretora pediu para ligar pra eles e conversar via telefone… queria saber como voce faz para comprar pois sera minha primeria compra de debentures!

    abracos

  26. Guilherme 8 de novembro de 2010 at 12:52 #

    Erico, as debêntures podem ser compradas via Internet. A LinkTrade, p.ex., disponibiliza um campo no próprio site para pedidos de reserva.

    O procedimento depende de cada corretora, mas, no geral, é feito online.

    A propósito, um leitor mandou a dica de uma matéria que saiu hoje no jornal Valor Econômico, com mais comentários sobre esse tipo de aplicação, sobretudo explicando possíveis taxas que podem ser aplicadas: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/11/8/prazo-para-reservar-as-debentures-do-bndes-comeca-hoje

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  27. Flávio 8 de novembro de 2010 at 22:39 #

    @Erico

    1,1213^(770/252) = 1,4188

    12,13% = taxa prefixada ao ano
    ^ = potência
    770 du = prazo total da operação (considerando os feriados)
    252 du = dias úteis por ano (definido pelo mercado)

  28. Guilherme 8 de novembro de 2010 at 23:00 #

    Obrigado pela explicação, Flávio. 🙂

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  29. Erico 11 de novembro de 2010 at 0:54 #

    Opa! Guilherme e Flavio… Muito obrigado pelas explicacoes!!!
    Abracos

  30. Erico 16 de novembro de 2010 at 10:38 #

    Guilherme:

    Tb opero pela Link e gostaria de saber se voce ja achou no site deles alguma informacao sobre essa emissao de debentures…

    Entrei em contato com eles semana passada e me foi passado que iriam colocar no ar um material e links mas nao achei nada!

    Voce tem alguma informacao oficial da link a respeito?

    obrigado

    Absss

  31. Guilherme 17 de novembro de 2010 at 19:26 #

    Eu tb não Erico. Tb mandei um email, e eles disseram q iriam preparar o anúncio no site. Acredito que até o final dessa semana tenhamos novidades.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  32. Henrique Carvalho 19 de novembro de 2010 at 14:27 #

    Olá amigos!

    Para quem opera pela Link já é possível fazer a reserva. Na página principal clique em “Produtos e Serviços” e depois em “Ofertas Públicas – IPO”. A oferta das debêntures já está no topo da página.

    Vou reservar uma pequena quantia dos 3 tipos, embora ache que o ranking será: 1. Pré, 2. PCA, 3. Flutuante.

    “Melhor estar meio certo do que totalmente errado…”

    Essas oportunidades de diversificação com grande potencial de retorno devem ser aproveitadas. Muito obrigado Guilherme e Flávio pelas ótimas informações prestadas! Vamos juntos novamente no investimento em Debêntures!

    Juros futuros estão subindo! melhor para nós! Bom ficar de olho!

    Abraços!

  33. Guilherme 20 de novembro de 2010 at 13:18 #

    Ótima notícia, Henrique! Obrigado por compartilhá-la conosco!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  34. MJC 22 de novembro de 2010 at 7:36 #

    @Henrique Carvalho
    Olá Henrique.

    Você já fez seu pedido através da Link?

    Vou participar também, e quero fazer reserva nas três séries. No entanto, hoje fiz o pedido na primeira série. O problema é que depois o sistema não deixa fazer reserva nas outras séries. Você já conseguiu fazer o pedido nas 3 séries?

    Obrigado,
    MJC

  35. Flávio 23 de novembro de 2010 at 22:49 #

    Prezados Amigos,

    Por conta dos últimos índices de inflação divulgados, que saíram em patamar alto em relação à meta de inflação e tendo em vista a indefinição sobre a composição da Equipe Econômica do próximo Governo, as taxas futuras de juros estão subindo.
    Portanto, podemos ter uma taxa prefixada na 1º série entre 12,20% a 12,80%, o que seria uma boa taxa anual de investimento (quase 1,00% bruto ao mês). Mas, lembre-se que essa taxa é nominal, ou seja, a inflação não pode disparar. Abraços.

  36. Henrique Carvalho 24 de novembro de 2010 at 11:02 #

    @MJC
    Olá MJC!

    Já reservei sim amigo! (as 3 séries).

    Abraços!

  37. MJC 25 de novembro de 2010 at 7:22 #

    Henrique Carvalho :
    @MJC
    Olá MJC!
    Já reservei sim amigo! (as 3 séries).
    Abraços!

    No dia que fiz a primeira reserva e não deu certo de fazer as outras, eu entrei em contato com eles. Aí mudaram o sistema e desmembraram. Também fiz a reserva, pras 3 séries.

    []’s
    MJC

  38. Guilherme 25 de novembro de 2010 at 9:49 #

    Flávio, boa lembrança!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  39. Flávio 15 de dezembro de 2010 at 0:22 #

    A taxa prefixada da 1º série foi de 12,51%, portanto o valor futuro da debênture no dia 02/01/2014 será de R$ 1.433,56, o que resulta em um retorno bruto de 43,35% e um retorno líquido de IR de 36,85%. Nada mal…

  40. HELISON 15 de dezembro de 2010 at 9:37 #

    Olá Flavio,

    Vc usou qual formula pra chegar nesse resultado?
    E para descontar o IR, como foi feito?

    Desde ja agradeço!

  41. HELISON 15 de dezembro de 2010 at 9:38 #

    Pode deixar, ja achei nos comentarios!

    Valeu…

  42. Guilherme 15 de dezembro de 2010 at 10:00 #

    Flávio, nada mesmo *mesmo*!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  43. Flávio 3 de janeiro de 2011 at 15:01 #

    Boa notícia para a renda fixa em 2011. Em breve, teremos a oportunidade de adquirir debêntures de longo prazo com isenção tributária.
    “Governo amplia pacote de crédito de longo prazo” Valor Econômico – 03/01/2011″
    http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/

  44. Flávio 4 de janeiro de 2011 at 10:48 #

    Serão debêntures com prazo médio superior a 4 (quatro) anos, cuja remuneração seja pré-fixada ou indexada à inflação. Mais informações na MP 517 de 30/12/2010.

    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Mpv/517.htm

  45. Guilherme 5 de janeiro de 2011 at 11:39 #

    Muito interessante, Flávio!

    Vamos torcer para que alguma instituição financeira – alô, BNDESPar? 😀 – lance esse tipo de investimento nesse ano…

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  46. Flávio 11 de junho de 2011 at 20:03 #

    Prezado Guilherme,

    Passados 6(seis) meses da emissão de debêntures do BNDES, divulgo abaixo a rentabilidade das séries até o presente momento, de acordo com o preço do rendimento de cada ativo e não o seu preço de mercado:

    BNDS15 (PREFIXADA) = 6,02% equivalente a 109,47% do CDI (5,49%)
    BNDS25 (PÓS-FIXADA A 3 MESES) = 5,64% equivalente a 103,46% do CDI (5,44%)
    BNDS35 (IPCA) = 7,46% equivalente a incríveis 136,73% do CDI (5,40%)

    As séries inciaram em datas diferentes: 13, 14 e 15/12/2010, respectivamente.

    BNDS35 largou na frente em virtude da disparada da inflação(4,30% no período) mas irá crescer menos a partir de agora com a estabilização dos preços, sua taxa acrescida da inflação (real) é de 6,2991%.

    BNDS15 com taxa de 12,51% obteve bom rendimento e suporta mais uma alta de taxa por parte do COPOM(atualmente a taxa está em 12,25%). Irá perder terreno caso as taxas subam mais do que a taxa de emissão.

    BNDS35 com taxa pós-fixada a cada 3 meses, está rodando atualmente com uma taxa de 12,19%, contudo é a mais segura em caso de aumentos maiores nas taxas de juros até o vencimento(01/01/2014), porque é repactuada a cada 3 meses (a próxima será em 01/07/2011).

    Concluindo, todas estão ganhando do indicador de curto prazo. Uma boa diversificação fez quem comprou um pouco de cada uma.

    Parabéns aos detentores.

  47. Guilherme 11 de junho de 2011 at 21:08 #

    Flávio, excelentes comentários sobre as rentabilidades atualizadas das debêntures BNDESPar! Até coloquei no Twitter um link direto para o seu comentário aqui no blog.

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  48. Henrique Carvalho 12 de junho de 2011 at 16:55 #

    Muito bom Flávio!

    Excelente informação. Não consigo pensar em outra autoridade no assunto debêntures.

    Você poderia escrever, se for possível é claro, um post sobre este tipo de investimento:

    1. Como fazer,
    2. Vantagens,
    3. Como acompanhar a rentabilidade,
    4. Quando não investir em debêntures,
    5. Tipo de debêntures,
    6. Liquidez,
    7. Evolução do mercado,

    etc…

    Seria um ótimo complemento para este brilhante post do Guilherme!

    Sempre que desejar, as portas do HC Investimentos estão abertas! 🙂

    Abraços!

    PS – Obrigado Guilherme pela divulgação no Twitter. Se não fosse esta chamada não seria capaz de achar o comentário do Flávio. Você está usando muito bem o Twitter. Só informação de qualidade!

  49. Guilherme 12 de junho de 2011 at 21:18 #

    Concordo plenamente com o Henrique!

    Flávio, como você é uma autoridade no assunto de debêntures, as portas dos blogs estão abertas para que você, caso queira, escreva para os leitores!

    Valeu, Henrique, pelos elogios! Aos poucos estou aperfeiçoando o uso da ferramenta! E é claro que aprendendo com twitteiros mais antigos e gabaritados, por exemplo, você!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  50. Flávio 14 de junho de 2011 at 20:45 #

    Prezados Guilherme e Henrique Carvalho, obrigado pelas palavras mas neste momento prefiro ficar comentando, quando for possível, seus excelentes artigos. As debêntures são pouco estudadas por nós investidores pessoas físicas, ao contrário do Tesouro Direto, FII, ações e outros investimentos em renda fixa, tendo em vista que as emissões são direcionadas para os grandes investidores: Bancos, Fundos de Investimentos, Investidores Institucionais e alguns poucos e abastados investidores pessoa física qualificados. Foram poucas as emissões direcionadas para o varejo, como a Telemar e o BNDES. Aliás, este úlimo emissor, o grande incentivador deste mercado. São muitas as questões a serem resolvidas para que os ativos tenham sucesso no varejo, dentre as quais poderia citar:
    – Falta de liquidez no mercado secundário;
    – Prazo longo das emissões (a maioria entre 5 a 7 anos);
    – Preço unitário alto (R$ 10.000)
    – Falta de padronização (vários critérios a serem analisados que dificultam nossa análise como: fluxo irregular, recompra antecipada, critérios de vencimento antecipado e representação em Assembléias).

    Contudo, existe uma esperança de termos um grande desenvolvimento neste mercado para os próximos anos. A proposta é grandiosa e seria mais um tipo de ativo de investimento para nós poupadores a procura de retorno e diversificação, bem como um grande instrumento de captação de longo prazo para as empresas.
    Este mercado chama-se:
    NOVO MERCADO DE RENDA FIXA
    e gostaria de deixar o link abaixo para consulta e futuro comentário neste blog e do HC:
    http://www.anbima.com.br/nmrf/index.asp
    Abs.

  51. Guilherme 14 de junho de 2011 at 20:51 #

    Olá, Flávio, mais excelentes dicas nesses novos comentários!

    De fato, existe um espaço bastante grande para o crescimento do mercado de títulos privados. Vejo as debêntures com bons olhos, e elas tendem a crescer mais ainda com a desoneração tributária, um dos desafios citados no link que você postou.

    A captação de dinheiro por meio de “empréstimos” do grande público constitui uma alternativa de financiamento de projetos das empresas privadas no Brasil, além da Bolsa. Falta realmente estimular o mercado secundário para a negociação desses títulos, visando a dar maior liquidez. Vamos acompanhar!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  52. Flávio 6 de outubro de 2011 at 20:27 #

    Em breve, vamos poder comprar ativos privados como compramos ações e fundos imobiliários. Uma grande notícia.

    http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/10/06/bm-fbovespa-lancara-home-broker-para-titulos-privados-em-2012-925527716.asp

  53. Guilherme 8 de outubro de 2011 at 12:26 #

    Excelente notícia, Flávio!

    É isso aí!
    Um grande abraço, e que Deus os abençoe!

  54. Flávio 2 de fevereiro de 2012 at 11:36 #

    Vem aí uma nova emissão.

    Fonte: Valor Econômico
    “A BNDES Participações (BNDESPar) entrou com pedido na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para realizar uma emissão de R$ 2 bilhões em debêntures.

    A captação deve se enquadrar no programa de até R$ 8 bilhões que a instituição protocolou na autarquia em 2010 — do qual o braço de participações do banco de fomento já levantou R$ 2,025 bilhões.

    Os detalhes da nova operação ainda não foram divulgados, mas a expectativa é de que seja semelhante às condições da primeira tranche, realizada em três séries, com rentabilidades prefixada, vinculada à taxa de referência de três meses (libor brasileira) e IPCA. O Itaú BBA é o coordenador líder da operação.”

  55. Diogo Costa 23 de fevereiro de 2012 at 18:52 #

    Bom vou colocar por aqui que é melhor, pois assim fica mais organizado para os futuros debates sobre esse assunto.

    Matéria falando sobre a nova emissão (já é a sexta emissão) feita pelo BNDES, acredito que seja uma ótima oportunidade com a queda da taxa de juros (Selic).
    Segue o link: http://www.dci.com.br/BNDES-aprova-emissao-de-R$-2-bi-em-titulos-13-411672.html
    Abraços.

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