Americanos investem em ações estrangeiras e acreditam que irão valorizar mais que suas próprias ações

A revista norte-americana Kiplinger´s, sobre finanças pessoais, contém uma coluna chamada “My point of view”, escrita por Knight Kiplinger, que é o editor-chefe da revista. A edição de junho apresentou um interessante artigo, nesta coluna, chamada de “An investor´s manifesto”, contendo dicas práticas sobre posicionamentos que o investidor deve ter, como, por exemplo, essa:

I am an investor. I do not trade my assets frequently. That´s speculation, not investing.

Que, numa tradução livre, significaria isso:

Eu sou um investidor. Eu não farei mudanças com freqüência minhas carteiras. Isso é especulação, não investimento.

Pois bem.

Dentre os pontos desse “manifesto do investidor”, um que me chamou a atenção foi uma recomendação de possuir parte da carteira de ações com ações estrangeiras:

Foreign stocks account for at least 15% of my stock allocation. I believe that developing economies will enjoy much higher growth than the U.S. in the decades ahead.

Traduzindo para o português, Kiplinger recomenda que pelo menos 15%  da carteira de ações seja composta por ações estrangeiras. Além disso, ele acredita que as economias em desenvolvimento apresentarão um crescimento muito maior do que os Estados Unidos nas próximas décadas.

É evidente que a cultura do investimento em ações está muito mais enraizada nos EUA do que no Brasil, isso é fato. Contudo, não deixa de ser interessante que um componente dessa cultura seja o investimento em ações estrangeiras. Isso é mais uma prova de que o investidor estrangeiro que vem aplicar em Bolsa no Brasil não é apenas aquele destinado aos grandes investidores. Muitas instituições estrangeiras aplicam aqui no Brasil, em Bolsa, com o objetivo de remunerar investidores pequenos, pessoas físicas.

É isto aí!

Um grande abraço, e que Deus lhes abençoe!

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